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4 dicas para aumentar a percepção de valor dos clientes de sua transportadora



Com a crescente competitividade no setor de transporte de cargas, oferecer serviços com eficiência e qualidade agregam valores positivos às empresas, ajudando a crescer a cartela de clientes e fidelizá-los. Uma das formas de impulsionar as vendas e tornar seu negócio mais conhecido é ter um bom resultado no Índice de Prestígio da Marca Corporativa - IPCM.


Mas, o que é o IPCM?
O Índice de Prestígio da Marca Corporativa é representado  pelos atributos que destacam positivamente ou não uma empresa e/ou seus produtos e serviços, e dividem-se basicamente em 5 características principais:
  1. Qualidade dos produtos e/ou serviços oferecidos;
  2. Admiração e confiança que sua empresa e/ou produto tem de seus clientes e potenciais clientes;
  3. Preocupação com ações de responsabilidade social e ambiental (geração de menos impactos sociais e ambientais);
  4. Capacidade de inovação;
  5. Histórico e evolução da empresa.


Através da análise do IPCM, é possível traçar o perfil de confiabilidade de uma empresa/produto ou serviço e consequentemente a percepção de valor dos clientes. Esta percepção refere-se ao valor atribuído pelos clientes ao serviço/empresa ou produto baseado no custo vs. benefício. Ou seja, mede-se a partir dos benefícios de uso ou a compra, em contrapartida aos custos de aquisição em comparação com a concorrência.


Uma das formas de você, gestor, entender qual o valor percebido que seus clientes têm de sua transportadora, é verificar ao longo do tempo de relacionamento com aquele cliente, quantas vezes ele voltou a solicitar os serviços da sua prestadora, se ao longo do tempo este cliente aumentou a demanda de pedidos ou passou a optar por serviços mais caros e com operação maior.


Estes são alguns indícios facilmente perceptíveis a médio e curto prazo, e dão a você a noção de como atender melhor aquele cliente e oferecer outras soluções para fidelizar cada vez mais o seu público alvo.


É importante ressaltar que este valor percebido pelo seu cliente é variável e se modifica de acordo com o estágio da relação entre ele e sua empresa/produto. Isso significa por exemplo que na pré-venda este valor pode ser menor que na pós-venda.


Mas se este valor percebido é variável, de que forma uma empresa de transporte de cargas pode mantê-lo favorável? Como reverter esses índices em bons resultados de vendas?


Pensando no desenvolvimento da sua operação de transportes, separamos 4 dicas de como aumentar a percepção de valor dos seus clientes:


  1. Invista em constantes melhorias nos seus serviços e produtos, porque a qualidade do que você oferece será seu grande diferencial. Por exemplo, o uso de softwares que oferecem informações de alta qualidade em tempo real farão toda a diferença no dia a dia dos seus clientes;
  2. Destaque seus procedimentos de alta performance como o cumprimento dos prazos de entrega eficiente, e evidencie como sua empresa faz isso (softwares de otimização e gerenciamento, organização diferenciada das equipes de transporte etc);
  3. Crie cases de sucesso. Contate seus clientes mais antigos e produza depoimentos ressaltando o porquê da sua empresa se destacar em relação à concorrência;
  4. Valorize as ações de otimização, agilidade, exclusividade e eficiência de sua empresa/serviço/produto, utilizando a tecnologia como aliada, como por exemplo sistemas de TMS modernos que ofereçam a possibilidade do seu cliente gerenciar todas as operações sem a necessidade da intervenção de intermediários;
  5. Evidencie o histórico e a evolução da sua transportadora e dos seus serviços, demonstrando as razões pelas quais você pode oferecer a melhor opção para solucionar as demandas de sua clientela.

A Hive.cloud conta com uma plataforma moderna e diversas soluções operacionais 100% online para dinamizar os serviços da sua empresa. Experimente agora nossas soluções, e tire suas dúvidas na hora.

Por: Taísa Silveira

Aprenda o que é margem de contribuição e como avaliar na sua operação

O faturamento é um dos assuntos mais presentes no dia a dia de uma operação de transportes. Mas mais importante do que o faturamento, é conseguir avaliar um indicador chave: a margem de contribuição.

Assim como o Ganho Bruto, a Margem de Contribuição apresenta o quanto o lucro da venda de cada produto contribuirá para a empresa cobrir todos os seus custos e despesas fixas, chamados de custo de estrutura, e ainda gerar lucro. Com base nisto você pode calcular a quantidade mínima de produtos que precisará vender. Ou seja, de maneira bem simples, é quanto sobra de receita para pagar os custos fixos e, consequentemente, ter lucro após as vendas, ou seja, indica quanto de receita sobra após o desconto dos custos diretos.

O lucro próprio de cada produto/serviço vendido é como um pequeno “tijolo” que ajuda a compor o resultado final da empresa.

Cálculo da Margem de Contribuição


Para encontrar a Margem de Contribuição, basta fazer a seguinte conta: valor das Vendas menos o valor dos Custos e Despesas Variáveis. Ou se preferir, pode usar a formula:
Margem de Contribuição = Valor das Vendas – (Custos Variáveis + Despesas Variáveis)

Exemplo

Imagine que sua empresa planeje vender 100 unidades de um determinado produto, a R$ 50 cada unidade. Para produzir cada unidade deste produto, sua empresa tem um custo de R$ 20 e mais R$ de despesas variáveis. Portanto, nossa Margem de Contribuição ficaria:


Fonte: treasy.com.br


Como calcular?

Para realizar os cálculos da Margem de Contribuição é preciso conhecer alguns conceitos base. O primeiro deles é compreender a diferença entre custos, gastos e despesas.

Custo


Todo investimento que uma empresa precisa fazer para produzir um produto ou oferecer um serviço é chamado de custo. Sem esse valor, não é possível dar início ou continuidade às vendas. Para aumentar a quantidade produzida, em geral, é preciso aumentar o custo da empresa.

Aqui também podemos definir o conceito de “preço de custo”, que é o valor mínimo gasto pela empresa para fabricar determinado produto. Se o material for vendido a preço de custo, a empresa não tem nenhum lucro. Em cima do preço de custo, é calcular o preço de venda – a diferença entre os dois é lucro.

Exemplos: matéria-prima, água, eletricidade da produção, depreciação de maquinário, embalagem.


Despesas


As despesas englobam tudo aquilo que a empresa precisa ter para manter o funcionamento da estrutura mínima. São valores investidos na área comercial, administrativo, marketing, recursos humanos. As despesas não têm ligação direta com a produção de novos itens que serão vendidos pela empresa, mas podem ter influência no aumento da receita.


As despesas podem ser divididas em duas categorias:


  • Fixas: que não variam com a quantidade de bens ou produtos vendidos pela empresa, como material de escritório.

  • Variáveis: varia com a quantidade de produtos produzidos pela empresa, como comissão de vendedores.

Exemplos: salários, material de escritório, telefone, aluguel, comissão de vendedores, compra de publicidade.

Gastos


Gastos são os valores que a empresa não previu no orçamento, mas que precisa investir para continuar a produção. Como um gasto é imprevisível, não é possível de ser repassado no preço do produto, portanto, a empresa precisa arcar com o prejuízo.

Exemplos: substituição de peça com defeito, assistência técnica.

Cada atividade empresarial, em função da sua natureza operacional e das características comerciais que pratica, apresenta diferentes valores que representam custos e despesas, os quais precisam ser analisados um a um, para serem definidos pela condição de variáveis ou fixos.


Por que chamamos então de margem de contribuição?


Margem porque é a diferença entre o Valor da Venda (preço de venda) e os Valores dos Custos e das Despesas específicas destas Venda, ou seja, valores também entendidos como Custos Variáveis e Despesas Variáveis da venda.

Contribuição porque representa em quanto o valor de cada venda contribui para o pagamento das Despesas Fixas e também para gerar Lucro.

Através de um bom software de gestão de transportes, é possível controlar todas as etapas de uma operação de transportes, inclusive do momento em que há o faturamento para comparar os dispêndios realizados durante todo o processo. 

Com o Hive.cloud TMS, você pode ter uma visão clara das operações, controlar e calcular automaticamente cotações de frete, rastrear as entregas e fazer análise de desempenho e rentabilidade - tudo dentro da ferramenta. E mais: você ainda pode conhecer e experimentar gratuitamente agora mesmo. Acesse aqui

Certificado Digital: Você está usando o correto para a sua operação?

Emitentes de documentos fiscais eletrônicos, desde a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), até o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), são obrigados a assinar os documentos com um Certificado Digital, que é um arquivo de computador que identifica e autentica a autoria do documento. Este arquivo, geralmente, contém as seguintes informações: chave pública; nome e endereço; validade da chave pública; Autoridade Certificadora que emitiu o certificado digital; número de série e assinatura digital.

Para a emissão de documentos fiscais eletrônicos, existem dois tipos de certificados, o A1 e o A3. A principal diferença entre eles é o método de geração e armazenamento das chaves. É importante para o empreendedor que saiba exatamente qual comprar e tome a melhor decisão. A fim de que você escolha exatamente o que atenda às suas necessidades, apresentamos nesse post um pouco sobre cada um, listando suas vantagens e desvantagens.

Certificado digital A1

O que é:
É um arquivo de identificação gerado e armazenado no próprio computador da empresa.

Vantagens:
  • A senha do certificado não precisa ser gravada (só é solicitada na instalação), evitando perdas de senha e uso indevido.
  • O acesso ao certificado é restrito a quem utiliza o computador no qual está instalado.
  • A emissão de notas fiscais eletrônicas é feita de forma mais fácil (não solicita senha).
  • Pode ser instalado em mais de um computador, tornando o uso mais fácil.
  • Custa em média R$165,00 (mais barato do que o A3).


Desvantagens:
  • É preciso fazer a cópia de segurança do certificado, pois em caso de problemas no computador, será necessária a compra de outro certificado.
  • Tem validade de apenas um ano.


Certificado digital A3

O que é:
É arquivo de identificação armazenado num cartão com chip, cujo uso se dá através de uma leitora de cartões.

Vantagens:
  • É armazenado em um cartão, que pode ser levado e instalado em qualquer computador.
  • É considerado mais seguro, uma vez que todas as operações são realizadas com o chip existente no cartão.
  • Tem validade de três anos.


Desvantagens:
  • Só pode ser utilizado em um computador de cada vez.
  • A senha do certificado deve ser revelada a todos que forem utilizá-lo e precisa ser digitada a cada utilização.
  • Fica sujeito a roubos ou danos no chip.
  • Necessita da compra de uma leitora de cartões.
  • O custo é de R$ 465,00 (cartão + leitora).
  • É preciso ter atenção na digitação da senha, pois caso a senha seja digitada errada repetidas vezes, será necessária a compra de outro.

Para decidir qual certificado é melhor para a empresa, o empreendedor deve analisar, entre as opções, qual satisfaz melhor suas necessidades, já que um deles é fixo e só pode ser utilizado em um local específico e o outro pode ser transportado para onde seja necessária a utilização. A diferença entre os prazos de validade também é importante, já que a falta de renovação ou atualização do certificado no prazo correto vai impedir a emissão de documentos fiscais eletrônicos, causando rejeições e, até mesmo, passivos fiscais.

Alguns sistemas de automatização da emissão dos documentos fiscais já realizam a validação dos certificados na hora do preenchimento, como é o caso da plataforma Hive.cloud, que garante a emissão do Conhecimento de Transporte eletrônico (CT-e) e do Manifesto de Documentos Fiscais eletrônicos (MDF-e) em menos de um minuto. Experimente grátis clicando aqui.

Sua operação é padronizada? Entenda a importância disso

Para uma operação ser bem sucedida, é preciso que haja continuamente uma avaliação dos processos implantados seja com armazenagem, transportes ou produção.
Se você não revisa os processos para avaliar possíveis ajustes e fazer manutenções só a implantação de um bom sistema não irá atender as suas necessidades.

É importante estar atento à operação para reduzir a variabilidade desses processos, sem prejudicar a flexibilidade. Seus serviços precisam sempre atender as expectativas dos clientes, e em muitos casos, ao menor custo possível. Isso pode ser feito através da padronização.

Mas por que padronizar?

Antes de tudo: Padronizar não implica em mudar as rotinas, torná-las monótonas aos trabalhadores ou estabelecer normas rígidas, perdendo a criatividade ou a flexibilidade. A definição de métodos de processo, formulários, documentação, facilitam nossa vida, reduzem o tempo e minimizam os erros. Quando padronizamos criamos uma identidade, mas é importante nenhuma padronização deve engessar uma atividade ou processo.

Criar padrões é necessário para que um ou mais processos isolados possam desenvolver uma cultura de qualidade. Com a utilização da Tecnologia da Informação naatualidade, os processos produtivos e gerenciais mais complexos recebem o auxílio da automação das etapas, e se receberem padronização, os registros de forma física e eletrônica acabam introduzindo formalmente o treinamento no trabalho realizado.

O estabelecimento de um padrão processual em uma transportadora traz benefícios importantíssimos. Listamos abaixo os quantitativos e os qualitativos:

Qualitativos, que permitem:

      ·        Consistência de qualidade
·         Utilizar adequadamente os recursos (equipamentos, materiais e pessoas)
·         Uniformizar a produção
·         Facilitar o treinamento das pessoas, melhorando seu nível técnico
·         Registrar o conhecimento tecnológico
·         Salvaguardar o know-how da organização e
·         Facilitar a contratação ou venda de tecnologia

Quantitativos, que permitem:
·         
     ·     Aderência ao plano de entrega
·        ·         Reduzir o desperdício
·         Padronizar componentes
·         Padronizar equipamentos
·         Reduzir a variedade de produtos
·         Aumentar a produtividade
·         Melhorar a qualidade e controlar processos

É fundamental melhorar o fluxo de atividades para garantir a adequação da logística às mudanças que acontecem no mercado e apresentar os principais diferenciais competitivos de um prestador de serviços de transporte.

Como saber se estou precisando de padronização?
Separamos cinco itens abaixo para que você possa verificar se a sua operação está precisando de padronização dos processos:

·         Você está tendo duplicidade de conferências sobre a mesma atividade?
·         Quantas ocorrências erradas de entregas?
·         Quantos caminhões estão parados sem necessidade?
·         Você está tendo retrabalho na preparação e carregamento das cargas?
·         Sua ordem de prioridade de entregas está confusa?
·         Seus custos de pedido, manutenção e estoque aumentaram recentemente?

Utilize o software ideal


Parte de uma boa padronização é contar com um software adequado para manter o controle das informações sobre etapas, documentos e garantir aos seus clientes um acompanhamento em tempo real das operações e entregas. A Hive.cloud possui softwares que visam otimizar a sua operação, garantir o seu diferencial competitivo e promover o crescimento da sua empresa. Conheça agora mesmo

Dimensionamento de frota: Quando pensar em novos veículos?

No dia a dia de uma operação de transportes, determinar se o número de veículos necessário para as entregas está de acordo com o volume de encomendas é tarefa essencial. Pensar na frota a partir de uma variedade de aspectos, como por exemplo, o percurso que será realizado, o peso das cargas e as condições das vias que serão transitadas evita consequências indesejadas, a exemplo do aumento de custos por conta daociosidade ou a subcontratação de terceiros. Para situações do tipo é preciso realizar um dimensionamento de frota.

Mas o que é dimensionamento de frota?

O dimensionamento é um processo prático que envolve o cumprimento de certos procedimentos que otimizam significativamente o desenvolvimento das suas atividades como transportador. Listamos abaixo os itens que precisam ser atendidos:
·         Identificar a capacidade de cada veículo e o número de toneladas que cada um deles pode transportar;
  • ·    Calcular o número de viagens que um veículo pode fazer por mês;
  • ·     Avaliar a demanda mensal que a sua operação recebe com relação a cargas;
  • ·    Estudar as rotas que irão ser utilizadas, analisando as condições de tráfego da pista, tipo de estrada, etc;
  • ·    Determinar o tempo de cargas e descargas, esperas, refeição do motorista, e demais itens;
  • ·    Consolidar as especificações técnicas de cada modelo de veículo.


Fazendo esse levantamento corretamente, podemos chegar a duas conclusões:

  •            Que é possível reduzir grandemente os custos gastos atualmente na sua operação;
  •            Que está na hora de pensar na aquisição de um novo veículo.


Mas como saber se está na hora de adquirir um novo veículo?

Separamos abaixo um exemplo prático para te ajudar a realizar um dimensionamento de frota:

Digamos que você queira saber o número de veículos necessários e a quilometragem média mensal que cada veiculo terá que percorrer, para atender o volume de carga mensal a ser transportada, sabendo que você tem apenas 6 veículos e faz em média 20 viagens por mês com cada um.

O equipamento a ser utilizado no exemplo é um semi-reboque graneleiro.
Os dados do problema são os seguintes:

Do veiculo:
Peso do chassis: 5.400 kg
Peso bruto total do veiculo: 35.000 kg
Peso do semi reboque: 7.250 kg
Peso dos outros equipamentos: 350 kg
Velocidade operacional: 55 km/h na ida e 70 km na volta.

Da carga:
Tipo de carga a ser transportada: soja
Peso especifico da carga quando a granel: 750 kg/m³
Carga mensal a ser transportada: 3.900t/mês

Operacionais
Tempo de carga e descarga: 85 min. Na ida e o mesmo na volta
A distancia a ser percorrida: 4,4 km na ida e 430 na volta
Jornada útil de um dia de trabalho: 8 hr
Numero de turnos de trabalho por dia:2
Numero de dias uteis de trabalho por mês: 25 dias
Numero de dias previsto para manutenção por mês: 2 dias

Como solucionar?

Primeiro passo: Cálculo do peso total do veículo(tara)
Esse cálculo trata da soma dos itens peso do chassis em ordem de marcha + peso da carroceria sobre o chassis + peso do semi reboque + peso de outros equipamentos.
Peso total do veículo: 5.400+ 85 + 7.250+ 350= 13.000 kg

Segundo passo: Cálculo da carga útil do veículo (lotação)
Esse cálculo trata da diferença entre o peso bruto total do veículo e a tara.
Carga útil: 35.000- 13.000= 22.000kg

Último passo: Cálculo do número de viagens mensais necessárias
Esse cálculo trata da divisão da carga mensal a ser transportada em um sentido, pela lotação do veículo:

Numero de viagens mensais: 3.900.000/22.000 = 177,27 (viagens/mês)
Sabendo que serão necessárias 177 viagens mensais, e com 6 veículos o máximo da operação por mês são 120 viagens, seriam necessários em média mais 3 veículos para garantir o sucesso da operação.


Em meio ao dimensionamento das frotas, existem outras atividades de acompanhamento da operação que demandam tempo e podem ser automatizadas. Com o Hive.cloud TMS é possível otimizar a emissão dos documentos fiscais, o controle de entregas e coletas, cálculo de frete automático e muito mais. Experimente grátis agora mesmo.

Quando pensar em uma nova filial para consolidação de cargas?


Para atender a alta demanda de mercadorias no cenário nacional e reduzir custos operacionais é cada vez mais comum para transportadoras, que utilizem os espaços disponíveis em veículos de carga para realização de várias entregas. Esse aproveitamento, chamamos de consolidação de cargas. Ou seja, todo o espaço não utilizado do caminhão será usado por outros clientes, a fim de que as mercadorias sejam entregues a exportadores diferentes. Esse método, proporciona maior otimização de atividades operacionais e diminuição de fretes diante das transportadoras.

Toda essa prática de consolidação tem um lado negativo. Por se tratar de um grande volume de cargas o prazo de entrega fica comprometido e afeta de forma negativa o serviço prestado ao cliente. Para evitar esse tipo de problema, a melhor solução, é se adaptar ao mercado com uma rede logística em outras regiões e assim, combater a consistência desses prazos. Mas esse aumento significativo do volume de cargas também contribui para consolidação de uma nova filial, pois, trabalhar o planejamento dos ativos de transporte, usando de veículos adequados na distribuição da região é mais rentável e muito mais prático para a empresa.

As transportadoras que desejam se inserir com novas filiais em determinadas regiões, deverão adotar critérios de análise sistemática tanto no setor econômico quanto geográfico.

Além disso, apresentamos três pontos importantes que podem auxiliar na ideia de uma filial:

Maior volume de cargas: quanto maior for o volume de cargas para outros estados, maior será a necessidade de um ponto fixo na região com mais demanda de entregas.

Maior volume de transporte: aumento do volume de entregas e transportes, também contribui para a necessidade de uma filial na região. Comece a avaliar ao decorrer dos meses ou até mesmo no período de um ano se a fidelização dos clientes em um determinado estado diferente se estabilizou e seguirá de forma estável.

Circulação de veículos em centros: o trajeto de veículos de grande porte é proibida nos centros da cidade. Realizar a entrega de mercadoria com o veículo adequado gera mais gastos financeiros. Neste caso, a consolidação da filial na região já seria mais econômica e rentável para a empresa.

É preciso ressaltar a importância do planejamento de longo prazo para abertura de uma nova filial. Analisar com cuidado e atenção todos os pontos levantados, desde a consolidação de cargas até os atrativos de transporte será determinante para o sucesso e bom aproveitamento da filial na região ou cidade escolhida. Manter a qualidade nos serviços e pontualidade nas entregas contribui imensamente para se permanecer ativo no alto mercado competitivo de filiais.


A automatização de processos com o uso de Tecnologia da Informação facilita bastante o dia a dia das operações, diminuindo custos com equipe, etapas do processo, emissão dos documentos fiscais necessários, e auxiliando diretamente no controle das demandas. Na plataforma Hive.cloud, você tem todas as suas atividades sob controle de forma simples, prática e em ambiente 100% online. Conheça agora mesmo!

O que muda com a entrada do Uber no setor de transporte de cargas?

O mercado brasileiro de cargas rodoviárias vem crescendo e inovando a cada ano. Todo esse aumento reflete um crescimento significativo da tecnologia neste setor, que vem ajudando de forma positiva empresas e clientes que dependem das transportadoras diariamente. Tanto desenvolvimento tecnológico atraiu empresas a tornarem transportadoras serem impulsionadas por tecnologia, já que, este mesmo segmento vem gerando lucro e é responsável por mais de 65% do volume de mercadorias movimentadas, o que representa um bom aumento do PIB no país.

Umas das principais inovações tecnológicas no transporte de cargas é o surgimento do aplicativo de celular semelhante ao Uber que promete reduzir custos, encurtar distâncias e otimizar frotas. O Uber para quem não conhece é um aplicativo americano que oferece serviço de carona remunerada. Para poder oferecer os serviços, o motorista precisa se cadastrar seguindo uma lista de exigências de segurança para que assim seja “contratado”. A CargoX, empresa responsável por este aplicativo, utiliza das mesmas diretrizes de seleção e cadastro do Uber. Esta plataforma escolhe sua equipe de caminhoneiros conectada em tempo real através de uma rigorosa triagem do cadastro de profissionais autônomos. A promessa final do startup é uma economia inicial de até 30% no valor do frete e redução considerável da ociosidade das frotas.

Essa nova tecnologia também promete conexão em tempo real com diferencial de treinar os caminhoneiros, bem como, será responsável por todas as entregas, arcando com problemas em casos de furtos das mercadorias. As idéias apresentadas são bem aplicadas, mas é necessário cautela na hora de decidir se incluir. Analisar os prós e contras permite evitar possíveis dores de cabeça no futuro.
  
Apesar de oferecer atrativos como: agilidade, flexibilidade e qualidade de serviço, o Uber dos caminhoneiros também pode enfrentar problemas de legalização, assim como o original. Embora haja todo esse processo, o serviço já contabiliza mais de 100 mil cadastros e prevê mais aumento até o fim do ano. A expectativa é de que o mercado brasileiro de cargas rodoviárias passe pela mesma transformação do transporte individual de passageiros.

6 exigências que um embarcador pode fazer a sua transportadora

6 exigências que um embarcador pode fazer a sua transportadora

Todos nós sabemos que o setor de transporte está ligado fortemente a economia de países desenvolvidos e ao crescimento e expansão das regiões na qual ele atua. No Brasil, a terceirização na área logística continua sendo tendência, devido à alta preocupação de redução de custos logísticos e qualidade no serviço ao cliente.

Com essa iniciativa de terceirização, surgiram os Prestadores de Serviço Logísticos (PSLs) e os Operadores Logísticos (OLs), que proporcionam à logística maior profissionalização e melhorias de eficiência, operação e gestão. Com isso, empresas estão buscando cada vez mais estratégias na terceirização da logística e métodos competitivos que as mantêm firme no mercado.

As inovações de serviços tecnológicos visam melhorar qualidade e redução de tempo aos empresários. Neste sentido, o relacionamento com o mercado embarcador consiste na atuação do status de carga e nos relacionamentos com clientes corporativos. Os embarcadores têm responsabilidade fiscal não só em tratar de serviços burocráticos como também na contratação de seguro, denominado RCTR-C, que cobre riscos rodoviários, como sinistros com colisão, capotamento, albaroamento, tombamento de veículo e saque advindo, incêndio e explosão.

Os embarcadores em geral se preocupam em atender as novas exigências do mercado, principalmente quando o lote envolve produtos de terceiros. O atendimento deverá ser uma condição primordial para fornecedores terceirizados desde a contratação. As implantações de padrões operacionais que envolvem o peso dos produtos junto as embalagens, geralmente vem impresso nas caixas, mas podem ser imprecisas, seja por mudanças na especificação ou no design, seja por uso de materiais diferentes na confecção do produto ou da própria embalagem. O grande desafio aos embarcadores é reunir de forma correta todos os dados e recolher a documentação da carga requerida em mãos.

O que os embarcadores precisam?

Diversas são as razões pelas quais as empresas buscam terceirizar o transporte de cargas e demais processos logísticos, tendo os motivos variados de acordo com o segmento e política de cada empresa. Porém, é possível destacar os principais, que são:

Atenção à qualidade do negócio

A evolução na demanda do setor de transportes nos últimos anos, proporcionou uma grande pressão em diversos outros setores. Como desafio, as empresas buscam necessidade de soluções para manter o foco e a qualidade nos serviços prestados. Serviços de tecnologia é uma boa forma de manter o foco nos próprios negócios, para que não se perca a vantagem competitiva que o mercado vem exigindo. Além de obter informações ágeis, precisas e confiáveis a gestão de transporte e logística pode gerar lucro e reter custos desnecessários.


Integração de documentos e processos na cadeia logística

O controle de produção é de grande importância no meio logístico. A evolução dos procedimentos logísticos e a integração interna e externa, com foco nos serviços prestados ao cliente é de grande vantagem devido a qualidade da TI (Tecnologia da Informação). Para uma melhora nesse processo, as transportadoras precisam incrementar o desempenho operacional com estruturas mais flexíveis utilizando tecnologias que possibilitem a integração eletrônica de dados entre embarcador e prestadora, redesenhando assim as suas cadeias de valor.


Otimização dos custos e serviços

Para uma redução de investimentos em ativos fixos é preciso antes de tudo, classificar os tipos de cargas transportadas, pois cada carga exige serviços e equipamentos específicos. O cálculo de melhores rotas de acordo com a localização geográfica, tipo e volume de mercadorias a ser transportada também ajuda no processo de redução dos custos. Serviços como rastreamento de entregas facilitam no processo da agilidade e qualidade na entrega da carga e podem fornecer informações a respeito de tempo gasto na entrega, assim como demais detalhes sobre o trajeto.

Gerenciamento das operações

O domínio de uma logística independe do tamanho de uma organização, seja ela micro, média ou grande empresa. O gerenciamento inclui o projeto e a administração de sistemas tecnológicos para controlar o fluxo de materiais, os estoques em processo e os produtos acabados, com o objetivo de fortalecer a estratégia das unidades de negócios da empresa.

Destaque no mercado

O ambiente empresarial convive com mudanças estruturais e tecnológicas devido à grande globalização do mercado. Desta forma, a competitividade entre empresas aumenta de forma contínua. Para driblar toda essa concorrência, empresas adotam, entre conjuntos variados de alternativas, estratégias de terceirização. A contratação destes serviços terceirizados está ligada a fatores como, demanda, produção, inovação e tecnologia. Além de aumentar a qualidade de serviços aos clientes com mais facilidade, buscando controle das informações e das atividades realizadas no processo de transporte.

Tecnologia em dia

Para atender as exigências de reduções de custos logísticos necessárias, as empresas adotam aos serviços de tecnologia da informação e softwares que atuam no gerenciamento de transportes e rede de comunicação. A utilização de ferramentas de gestão de transportes atua nesse sentido, trazendo aos prestadores o controle de todas as atividades de coleta, entrega e recebimento das mercadorias, assim como na emissão e gerenciamento dos documentos fiscais necessários para a fluidez da operação.


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