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Você acompanha corretamente a performance da sua transportadora?

Você está acompanhando os índices de performance de sua transportadora? Sabe exatamente onde estão as falhas e como corrigi-las? Conhece todos os erros dos seus processos? Não? Então a probabilidade de você estar perdendo dinheiro é grande!  


Mas, por que os indicadores de performance são tão importantes?



Todo gestor de qualquer segmento deve sempre estar atento aos indicadores de performance de sua empresa, pois eles mostrarão como andam os processos operacionais do negócio. E a partir desses resultados, buscar soluções para as etapas que não estão cumprindo plenamente seu papel, analisando os resultados.


Entretanto, antes da análise dos resultados, e voltando para o começo do processo: é necessário que se estabeleçam quais serão os indicadores de performance - também conhecidos como KPIs (Key Performance Indicators) que a empresa irá utilizar para medir a qualidade e eficiência de suas operações.


Cada empresa deve escolher os seus indicadores a partir do segmento que atuam. No caso do transporte de cargas, existem indicadores como prazo médio do recebimento do frete, margem bruta, ociosidade dos ativos, etc. Tudo isso irá dar um retrato das operações da transportadora.


Quais as consequências do não acompanhamento das KPIs para uma transportadora?



Como já explicamos anteriormente, o acompanhamento dos indicadores de performance da transportadora são essenciais para que o gestor saiba aonde estão as falhas dos seus processos e poder corrigi-las antes que tornem-se problemas mais graves.  Isso porque, a partir dos dados coletados pelo relatório gerado a partir do programa de gestão da transportadora, serão apresentadas estatísticas sobre cada processo realizado pela empresa, desde as coletas até as entregas.


Negligenciar esses dados é um erro gravíssimo, pois o monitoramento da performance da transportadora, mostrarão como estão funcionando as operações. O desconhecimento dos índices de performance acarretam na repetição das falhas. Por exemplo, um indicador importante a ser observado, é o nível de ociosidade dos ativos. Eles mostrarão ao gestor de uma empresa de modal rodoviário, se os caminhões estão saindo para entrega das mercadorias aos clientes finais muito vazios, ou seja, a ociosidade demonstrará a capacidade total do veículo versus a capacidade utilizada pelo veículo em trânsito.


Se a partir da análises de dados ficar constatado que o índice de ociosidade dos ativos é grande, isso quer dizer dentre outras coisas, que a transportadora está gastando mais para colocar caminhões na rua com pouco carregamento de mercadorias. Isso gera mais custos para a empresa transportadora, que poderiam ser evitados observando o grau de ociosidade dos caminhões.

Por isso, um transportador que está atento aos processos que ocorrem em sua transportadora e monitora seus resultados, tem grandes chances de melhoria na performance de suas atividades logísticas, por ter uma visão globalizada de seus métodos de execução, garantindo a melhoria de seus resultados.


Por: Taísa Silveira

5 informações que todo gestor de transportadora deveria analisar

Uma boa gestão de um modo geral, contribui para o desenvolvimento e sucesso de várias empresas e no setor de transportes também não é diferente. O ponto principal para uma transportadora crescer com um ótimo desempenho vai depender muito do seu gestor. A abordagem moderna de gestão atual provoca desenvolvimento de forma acelerada e objetiva. Com isso, cabe ao gestor de transportes acompanhar passo-a-passo processos de indicadores de desempenho e monitoramento de controle nas operações. Essas são tarefas necessárias que contribuem para o crescimento, qualidade e sucesso de uma empresa.

De um modo geral, o papel do gestor é racionalizar métodos tecnológicos e humanos para eficácia nas operações. Usar de ferramentas digitais que explorem o acompanhamento de indicadores de desempenho, facilitam o tempo útil nas operações, além de ter um processo que atenda às necessidades de forma mais simples, rápida e prática. 

Para atuar de maneira estratégica com resultados positivos, analisamos cinco pontos indispensáveis ao gestor:

Ociosidade média dos veículos 

É de total interesse do gestor estar a par da quantidade de horas ociosas do veículo, ou seja, o período de tempo em que o veículo está totalmente disponível, porém não é utilizado. Usar de estratégias quem possibilitem um bom desempenho da frota é programar o atendimento de todos os serviços.

Ciclo de caixa da empresa 


Ter conhecimento do ciclo de caixa da empresa como: entrada, saída, custos fixos, custos variáveis, ticket médio dos clientes e cada operação, ajuda a ter controle de desperdícios de gastos.

Margem bruta de cada operação 


Saber a margem bruta do lucro da operação também é dever do gestor. O conhecimento de quanto a empresa obteve de lucro, indica a eficiência nas operações e bom desempenho na gestão.


Taxa de satisfação e engajamento do cliente 


Obter satisfação no trabalho do funcionário e comprometimento com o cliente, também é função do gestor. A forma de abordagem que é conduzido o serviço para seus clientes contribuem de forma positiva ou negativa na satisfação de cada um. O cumprimento de prazos e agilidade na entrega de mercadorias, aumenta a qualidade e fidelização dos clientes.


Monitoramento dos índices de qualidade 


O monitoramento dos indicadores de qualidade é de cunho organizacional e refletem no desempenho dos gestores. Obter softwares de visão integrada, em tempo real, dos resultados decorrem das intervenções efetuadas através das ferramentas. 


Como a análise adequada da ociosidade pode ajudar você a dobrar seus lucros

Nos dias atuais muitos fatores influenciam no tempo de permanência de uma empresa de transporte no mercado. Seja pela baixa demanda nas entregas, cobrança de frete alta ou ociosidade do tempo. Esta última tem sido a dor de cabeça de muitos empresários, pois o ócio significa prejuízo e gastos desnecessários com a manutenção da frota e dos empregados.

Mas, para alguns gestores, a ociosidade da operação acaba passando despercebida muitas vezes devido ao alto volume da carga fracionada. Para que a ociosidade do veículo não gere custos extras, as companhias precisar estar sempre procurando alternativas para driblar essa inatividade. O uso de ferramentas tecnológicas tem sido um grande aliado para as empresas transportadoras otimizarem seus processos internos. Muitas empresas adotam sistemas de roteirização e instalação de GPS, que permitem aos empresários o monitoramento em tempo real do status do serviço. Adquirir um bom sistema de informação específico para a área pode reduzir sensivelmente o tempo ocioso e improdutivo da frota, proporcionando em médio prazo o aumento de lucros.

O uso de ferramentas digitais adequadas aumenta a flexibilidade para decidir como, quando e onde os recursos podem ser utilizados para que se obtenha vantagem competitiva. 

A fim de melhorar a ociosidade e performance das organizações, os indicadores de desempenho foram criados para mensurar o sucesso dos negócios e refletir um estado real sobre o impacto direto nas finanças das empresas. Abaixo listamos quatro pontos importantes que ajudam no aumento dos KPIs (Indicadores de Desempenho) e na medição de ociosidade:

Percentual utilizado da capacidade do caminhão

É o indicador que observa se a carga está sendo bem distribuída na utilização da capacidade total permitida no caminhão. Mede o aproveitamento da capacidade de carga útil dos equipamentos de transporte utilizados. Quanto maior for o uso dessa capacidade, menor será o tempo de ociosidade.  Isto determinará mais ganho ou perda de lucro.

Tempo de giro do caminhão


Esse indicador calcula o tempo médio de chegada e saída do caminhão. O essencial é ter um tempo de entrega mais curto possível, pois, isso significa mais entrega de mercadorias em médio prazo. Caso este tempo seja alto, é necessário fazer uma analise nos processos de carga, descarga e quantidade de lotes.

Coletas pontuais


Mede o tempo de entregas (ou coletas) realizadas dentro do prazo combinado e atua diretamente na satisfação do cliente. Neste indicador é analisado o desempenho, qualidade e a pontualidade das coletas.

Tempo em trânsito


É medido pelo tempo decorrido entre o recebimento do pedido do cliente e data efetiva de entrega. Geralmente é comparado ao tempo em trânsito oferecido, condições da via, histórico de tempo gasto e pode sofrer variações de acordo com o modal escolhido pelo cliente.

A medição de indicadores é imprescindível para alcançar níveis diferenciados de competitividade e aumento de lucro nos negócios. É necessário uma analise ampla para identificar o indicador que gere mais rentabilidade às financias da empresa. Monitorar todos os processos é uma estratégia que o mercado vem exigindo para uma melhor qualidade nos serviços prestados. A utilização de ferramentas tecnológicas tem se mostrado o caminho mais prático, simples e viável para as transportadoras.

As plataformas digitais da Hive.Cloud oferecem praticidade no processo de mensuração de indicadores de forma rápida e  gratuita. Acesse nosso site e faça o teste com alguns de nossos softwares.

Saiba mais como otimizar a operação de sua empresa em nosso post sobre controle de ociosidade!  

4 dicas para análise de uma operação de transporte de cargas

Alta oferta de transportadoras, estrutura fragmentada e preços deprimidos são fatores bem conhecidos dos empresários do segmento e que estão diminuindo a rentabilidade do setor, o chamado "Ciclo Vicioso do Transporte de Cargas". Muitas empresas, com a ânsia de crescer rapidamente acabam iniciando a operações mesmo com baixa rentabilidade, o que acaba sugando a lucratividade.
Neste cenário, existem também as organizações que abandonam clientes com grande potencial por analisar de forma superficial e errada as características da operação. Pensando nesses desafios enfrentados diariamente, separamos quatro pontos fundamentais que toda empresa de transporte de cargas deveria analisar antes de iniciar ou terminar um prestação de serviço de transportes. Acompanhe:

Pontos fundamentais para análise


1.  Margem de contribuição do cliente

A margem de contribuição é um elemento essencial na avaliação de desempenho da transportadora. Essa porcentagem expressa o valor que cada frete vendido precisa destinar para o pagamento de despesas fixas mensais da transportadora. É diferente de rentabilidade, já que muitas vezes uma operação não tem lucratividade, mas por ter margem de contribuição positiva, pode ser fundamental para o pagamento e rateio dos custos fixos. Desta forma, a interrupção de uma operação de transporte apenas por não ter lucratividade pode ser prejudicial para a transportadora, uma vez que a operação tem chance de apresentar margem de contribuição positiva e, nesse caso, a opção pelo fim do contrato seria uma decisão ruim. Para calcular a margem de contribuição, o gestor pode utilizar a seguinte fórmula:
MC = [preço de venda – (custo variável + despesas comerciais) / preço de venda] x 100

2. Ociosidade dos ativos

Muitas vezes o valor do frete pode até parecer muito bom, mas os ativos estão subutilizados e geram baixa rentabilidade operacional. Por isso, é importante analisar a relação Frete/Peso (R$/KG) dos ativos utilizados em todas as operações do cliente. Caso se constate que uma mercadoria tem um bom preço de frete por quilo (quando comparada ao mercado) e a operação tem baixa rentabilidade, isto significa ineficiência operacional. Nesse momento, é preciso rever o planejamento e o contrato. Geralmente, esta ociosidade está relacionada a ausência de frete de retorno — ou seja, de forma unidirecional — e por isso o transportador deve analisar a possibilidade de parcerias para identificar a viabilidade da operação. Uma dica é a adoção de um sistema de operações focadas em reconsolidação de cargas alocadas em pontos estratégicos da rede. Dessa forma, os veículos também são utilizados na transferência de produtos entre os armazéns, otimizando o uso dos ativos da empresa e diminuindo a ociosidade.

3. Risco da carga

Embora o valor do frete de alguns tipos de carga seja mais alto que outras, os riscos de avaria, roubo ou danos aos equipamentos de transporte podem ser grandes e não compensar a rentabilidade da empresa. Para ter uma ideia do que o risco da carga pode representar para uma transportadora, os prejuízos decorrentes dos roubos de cargas no Brasil no ano passado chegaram a cerca de R$ 2,2 bilhões, segundo a NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística). Desses produtos, os mais visados pelos criminosos foram eletroeletrônicos, cigarros, produtos alimentícios, farmacêuticos, químicos e autopeças.
Ou seja, além dos riscos de sinistro causados por roubo, as empresas precisam avaliar também custos específicos para transporte, a chance de que a mercadoria estrague ou quebre durante o percurso. Só depois disso é possível dizer se a operação é rentável ou se o alto valor do frete é mera ilusão.

4. A importância estratégica do cliente

Há várias situações em que a marca do cliente supera a rentabilidade imediata da operação. Lembre-se que um cliente pode ser âncora para outros clientes do setor, ou até mesmo para outros serviços. Se o valor cobrado pela operação é baixo mais agrega serviço de paletização, reembalagem, armazenagem ou outros, por exemplo, a lucratividade está garantida. Se a transportadora quer expandir as operações em um determinado segmento, o líder deste mercado pode ser o cliente ideal.
Existe ainda a possibilidade de o cliente fazer parte de um grande grupo para o qual o transportador deseja vender seus serviços. Essa análise pode parecer um pouco imensurável a princípio porque costuma gerar o aumento da rentabilidade a médio e longo prazo, mas é essencial para quem quer crescer no segmento de operação de transportes.


Sua transportadora analisa outro ponto de uma operação de transporte de cargas? Compartilhe com os leitores do blog!

Controle da Ociosidade: O segredo para otimizar o transporte e reduzir custo


Muitos gestores que atuam com frotas podem ter pelo caminho diferentes situações que acabam aumentando a ociosidade. Os fatores são muitos e vão desde a manutenção em dia dos veículos até o controle do ponto dos colaboradores, que podem comprometer o andamento das atividades. Para minimizar o tempo em que os veículos ou funcionários ficam parados, elaboramos algumas dicas para contornar os casos em que existem perdas geradas pela ociosidade.

Otimização dos transportes em relação aos ativos

Um dos principais motivos para a ociosidade se dá pelo fato das entregas serem feitas de forma unidirecional, sendo raros os casos em que há sincronia do volume das cargas, direção e outras variantes para cargas de retorno. Apesar das empresas que tratam exclusivamente de transportes calcularem alguma taxa ou sobrepreço referente a ociosidade de retorno (quando o veículo fica sem carga quando volta para o ponto de origem) aquelas que fazem o transporte de seus próprios produtos ainda podem ter prejuízo.
O ideal é que elas adotem um sistema que preze pelas rotas diárias, a fim de ter economia de escala nos percursos. Para isso, essas companhias podem adotar operações focadas em reconsolidação de cargas, as quais devem ser alocadas em pontos estratégicos da rede. Os veículos podem ser usados para a transferência de produtos entre os armazéns da rede, visando uma melhoria das atividades com os ativos da companhia e diminuição da ociosidade.
Muitos gestores não se atentaram que ao fim de cada mês, as empresas contratantes de serviços de cargas necessitam cumprir metas e isto acaba encarecendo o serviço de cargas. Cabe a ele identificar quando ocorre a retração de volume de transporte e não fazer como muitos deles, que afirmam que o fim do mês compensa o período de ociosidade - que dependendo do caso pode chegar a mais de 60% da capacidade do veículo.

Como minimizar motivos que levam a ociosidade

Muitas dificuldades referentes à ociosidade poderiam ser contornadas apenas com um sistema de rastreamento eficiente, que acarretará em roteiros de acordo com a demanda. O rastreamento permite aumentar o conhecimento de transporte rodoviário de cargas e definir as rotas mais interessantes para o negócio, compostas com vias de menor tráfego de veículos, com menores riscos de acidentes e melhores condições (asfalto, sinalização, entre outros). O gestor pode avaliar o tempo de giro de cada veículo e buscar formas de reduzi-lo.
Além disso, é possível analisar o desempenho dos condutores, premiando aqueles que trataram melhor do veículo e da carga e oferecer treinamento para aqueles que não tiveram o desempenho esperado. Vale ressaltar ainda um fator que pesa para aumentar a ociosidade e que diz respeito à manutenção da frota: com a revisão em dias, o veículo não fica no meio do caminho e não gera prejuízo, seja de tempo ou seja de recursos.
As empresas também devem se adequar às normas das autarquias reguladoras com destaque para a ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres, bem como os sindicatos os quais os funcionários estão vinculados. Muitas empresas não atuam dentro das especificações determinadas pelas reguladoras e podem sofrer penalizações e ainda correr o risco de ficar com veículos ou funcionários parados. Vale ressaltar que tanto as companhias especializadas em transportes quanto aquelas que atuam em outro segmento, mas possuem um setor de logística, precisam estar em dia com as obrigações.

Este artigo foi útil para você? Quer saber um pouco mais sobre como melhorar a gestão em logística? Continue acessando o Hive Cloud.