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Transporte de Cargas aéreas: características, vantagens e desvantagens

O transporte de cargas via modal aéreo, no Brasil ainda tem uma expressividade muito tímida (0,4%) em comparação ao modal rodoviário, que lidera no transporte de cargas representando 61% das encomendas transportadas no país . Entretanto, o transporte aéreo merece uma atenção especial pelas suas particularidades, pois atende necessidades que outros modais podem deixar muito à desejar.

As principais vantagens do transporte de cargas aéreo são: agilidade e urgência.
Isso quer dizer que uma carga enviada por modal aéreo têm o benefício de chegar ao seu destino muito mais rápido do que se fosse transportada pelas rodovias, que têm uma qualidade questionável e sofrem com a falta de segurança em diversos trechos.
Outra característica das cargas aéreas está na urgência para a realização do transporte. Isso significa por exemplo, que materiais com validade curta ou altamente perecíveis (revistas e jornais de tiragem diária, medicamentos etc), esse tipo de transporte é a melhor solução logística atualmente.

Especificidades e segurança
Por requerer alguns cuidados específicos no manuseio e transporte das cargas no modal aéreo, certas medidas de segurança são exigidas. Uma delas é a etiquetagem. Toda carga/mercadoria que é transportada via aérea, deve estar rigidamente identificada com o Remetente/Destinatário/Destino, e possuir os avisos de especificidades nas etiquetas como: “frágil”, “vidro”, “transportar na horizontal”, “empilhar no máximo X volumes” etc. Isso é necessário para evitar ao máximo a possibilidade de avarias, extravios e violações de embalagens.

Outra preocupação constante dos transportadores aéreos é com a segurança. Este modal oferece, um serviço de SAC e rastreamento humano muito grande (com informações atualizadas e passadas por telefone, como embarque/desembarque por exemplo), o que facilita a localização da carga em trânsito.
Além da rapidez nas entregas, a possibilidade de avarias dos itens transportados é muito menor no modal aéreo, porque o manuseio da carga é na maior parte do tempo realizado mecanicamente, reduzindo inclusive a possibilidade de erros humanos e a armazenagem acontece nos próprios aeroportos, geralmente no modelo just in time.

Acessibilidade em áreas remotas
Considerando todas as soluções proporcionadas pela velocidade das entregas, vale destacar que o transporte aéreo consegue alcançar e atender regiões mais distantes e remotas, especialmente em países como o Brasil cuja extensão territorial é grande. Visando atender lugares de difícil acesso é preciso também que as aeronaves tenham uma capacidade de adaptabilidade razoável, considerando o fato que as distâncias percorridas são grandes. No modal aéreo essa possibilidade existe, visto que os aviões podem reconfigurar os espaços internos de armazenamento de carga para acomodar cada mercadoria dentro das especificações necessárias.

O agenciamento também é outra solução muito utilizada, porque além de economizar tempo, a chance de realização de entregas durante o percurso (escalas), gera mais lucratividade agilizando as entregas para o cliente final, pois desta forma é possível escolher rotas mais curtas.

Mas, quanto custa toda essa comodidade?
Apesar de todas as vantagens proporcionadas pelo modal aéreo, existem também alguns empecilhos que fazem com que este tipo de transporte não se popularize e conquiste mais expressividade nas operações logísticas do país. O custo. Manter operações aéreas ainda é muito oneroso, devido aos custos de manutenção da frota, insumos (combustível), peças danificadas/desgastadas etc. No final das contas parte desses custos são repassados ao contratante dos serviços, onerando demais as operações. O valor cobrado no transporte de cargas aéreas é pelo peso taxado, ou seja, a relação entre o volume e o peso bruto em quilos da carga, o que acaba deixando mais caro caso ela seja muito volumosa.

Apesar da possibilidade de adaptação dos compartimentos de carga, a capacidade de transporte é reduzida se comparado à outros modais como rodoviário e aquaviário, por existir um limite de peso para as aeronaves trafegarem, além de muitas vezes ser necessária a integração com outros modais para fazer a carga chegar até o destino final.

Portanto, quando for pensar em fazer a contratação dos serviços de transporte aéreo, coloque na balança o custo X benefício X urgência na entrega/recebimento da carga, para avaliar se esta é de fato a melhor solução logística para o seu caso, porque apesar de todas as vantagens de segurança, rastreamento e agilidade, os custos de tal operação não são tão acessíveis quanto o modal rodoviário, ferroviário ou aquaviário.


Por: Taísa Silveira

Conheça as principais necessidades dos embarcadores







Quais são as principais demandas dos embarcadores quando contratam uma empresa de transportes de cargas? O que eles esperam desse tipo de serviço? O que faz com que esses embarcadores fidelizem-se à uma empresa?

Essas são algumas perguntas recorrentes entre os prestadores de serviço de transporte de cargas que desejam atender da melhor forma as demandas de seus clientes. Mas, afinal, o que os embarcadores querem quando contratam transportadores?

Segundo uma pesquisa recente realizada e publicada no final do ano passado por empresas do ramo de logística, existem alguns pontos essenciais para a satisfação dos embarcadores em relação ao serviço prestado pelos seus operadores logísticos. Diferentemente do que a maioria dos profissionais do ramo podem pensar, o preço não é o ponto principal na hora de contratar uma empresa de transporte de cargas.

Dentre os entrevistados, a maioria citou os prazos de entrega como condição crucial para manterem um vínculo mais extensivo com seus prestadores de serviço logístico. Uma das maiores queixas dos embarcadores está no atraso da entrega dos produtos, o que acaba gerando um ônus maior e transtornos com seus clientes finais.

Embora a celeridade no transporte também esteja entre um dos pontos mais valorizados entre os embarcadores, se faz necessário lembrar que no Brasil, 61% do transporte de cargas é realizado via modal rodoviário, segundo dados da última Pesquisa  CNT de Rodovias publicada no final do ano passado. A CNT avaliou mais de 100 mil quilômetros de vias pavimentadas, e dentre elas 57,3% das estradas avaliadas apresentaram algum problema de infraestrutura (pavimentação, sinalização, geometria da via) sendo destas 6,3% classificadas como péssimas, 16,1% ruins e 34,9 regulares. Isso significa que as estradas brasileiras ainda são muito precárias e deficitárias.

Outra dificuldade apontada pelos embarcadores é a falta de informações precisas sobre a rota das cargas e posicionamento das entregas. Esta foi apontada como uma necessidade imprescindível para a satisfação com o serviço das transportadoras, o que impacta diretamente na percepção sobre a qualidade das atividades desempenhadas pela empresa de logística contratada.

Apesar do estado das vias rodoviárias no Brasil deixarem muito a desejar, existem modos de driblar esses inconvenientes através do uso da tecnologia da informação. Atualmente a aplicação de softwares de roteirização permitem que o usuário tenha uma noção detalhada do trajeto a ser desenvolvido pela sua carga, bem como calculam os melhores caminhos para que as encomendas cheguem sem prejuízos de tempo e avarias. Através dessa tecnologia inovadora, o problema de falta de informações acerca do posicionamento das cargas também se extingue, deixando o embarcador mais seguro e tranquilo com o destino de suas encomendas.

Experimente aqui grátis as soluções para o rastreio de sua carga.

Por: Taísa Silveira

Certificado Digital: Você está usando o correto para a sua operação?

Emitentes de documentos fiscais eletrônicos, desde a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), até o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), são obrigados a assinar os documentos com um Certificado Digital, que é um arquivo de computador que identifica e autentica a autoria do documento. Este arquivo, geralmente, contém as seguintes informações: chave pública; nome e endereço; validade da chave pública; Autoridade Certificadora que emitiu o certificado digital; número de série e assinatura digital.

Para a emissão de documentos fiscais eletrônicos, existem dois tipos de certificados, o A1 e o A3. A principal diferença entre eles é o método de geração e armazenamento das chaves. É importante para o empreendedor que saiba exatamente qual comprar e tome a melhor decisão. A fim de que você escolha exatamente o que atenda às suas necessidades, apresentamos nesse post um pouco sobre cada um, listando suas vantagens e desvantagens.

Certificado digital A1

O que é:
É um arquivo de identificação gerado e armazenado no próprio computador da empresa.

Vantagens:
  • A senha do certificado não precisa ser gravada (só é solicitada na instalação), evitando perdas de senha e uso indevido.
  • O acesso ao certificado é restrito a quem utiliza o computador no qual está instalado.
  • A emissão de notas fiscais eletrônicas é feita de forma mais fácil (não solicita senha).
  • Pode ser instalado em mais de um computador, tornando o uso mais fácil.
  • Custa em média R$165,00 (mais barato do que o A3).


Desvantagens:
  • É preciso fazer a cópia de segurança do certificado, pois em caso de problemas no computador, será necessária a compra de outro certificado.
  • Tem validade de apenas um ano.


Certificado digital A3

O que é:
É arquivo de identificação armazenado num cartão com chip, cujo uso se dá através de uma leitora de cartões.

Vantagens:
  • É armazenado em um cartão, que pode ser levado e instalado em qualquer computador.
  • É considerado mais seguro, uma vez que todas as operações são realizadas com o chip existente no cartão.
  • Tem validade de três anos.


Desvantagens:
  • Só pode ser utilizado em um computador de cada vez.
  • A senha do certificado deve ser revelada a todos que forem utilizá-lo e precisa ser digitada a cada utilização.
  • Fica sujeito a roubos ou danos no chip.
  • Necessita da compra de uma leitora de cartões.
  • O custo é de R$ 465,00 (cartão + leitora).
  • É preciso ter atenção na digitação da senha, pois caso a senha seja digitada errada repetidas vezes, será necessária a compra de outro.

Para decidir qual certificado é melhor para a empresa, o empreendedor deve analisar, entre as opções, qual satisfaz melhor suas necessidades, já que um deles é fixo e só pode ser utilizado em um local específico e o outro pode ser transportado para onde seja necessária a utilização. A diferença entre os prazos de validade também é importante, já que a falta de renovação ou atualização do certificado no prazo correto vai impedir a emissão de documentos fiscais eletrônicos, causando rejeições e, até mesmo, passivos fiscais.

Alguns sistemas de automatização da emissão dos documentos fiscais já realizam a validação dos certificados na hora do preenchimento, como é o caso da plataforma Hive.cloud, que garante a emissão do Conhecimento de Transporte eletrônico (CT-e) e do Manifesto de Documentos Fiscais eletrônicos (MDF-e) em menos de um minuto. Experimente grátis clicando aqui.

Dimensionamento de frota: Quando pensar em novos veículos?

No dia a dia de uma operação de transportes, determinar se o número de veículos necessário para as entregas está de acordo com o volume de encomendas é tarefa essencial. Pensar na frota a partir de uma variedade de aspectos, como por exemplo, o percurso que será realizado, o peso das cargas e as condições das vias que serão transitadas evita consequências indesejadas, a exemplo do aumento de custos por conta daociosidade ou a subcontratação de terceiros. Para situações do tipo é preciso realizar um dimensionamento de frota.

Mas o que é dimensionamento de frota?

O dimensionamento é um processo prático que envolve o cumprimento de certos procedimentos que otimizam significativamente o desenvolvimento das suas atividades como transportador. Listamos abaixo os itens que precisam ser atendidos:
·         Identificar a capacidade de cada veículo e o número de toneladas que cada um deles pode transportar;
  • ·    Calcular o número de viagens que um veículo pode fazer por mês;
  • ·     Avaliar a demanda mensal que a sua operação recebe com relação a cargas;
  • ·    Estudar as rotas que irão ser utilizadas, analisando as condições de tráfego da pista, tipo de estrada, etc;
  • ·    Determinar o tempo de cargas e descargas, esperas, refeição do motorista, e demais itens;
  • ·    Consolidar as especificações técnicas de cada modelo de veículo.


Fazendo esse levantamento corretamente, podemos chegar a duas conclusões:

  •            Que é possível reduzir grandemente os custos gastos atualmente na sua operação;
  •            Que está na hora de pensar na aquisição de um novo veículo.


Mas como saber se está na hora de adquirir um novo veículo?

Separamos abaixo um exemplo prático para te ajudar a realizar um dimensionamento de frota:

Digamos que você queira saber o número de veículos necessários e a quilometragem média mensal que cada veiculo terá que percorrer, para atender o volume de carga mensal a ser transportada, sabendo que você tem apenas 6 veículos e faz em média 20 viagens por mês com cada um.

O equipamento a ser utilizado no exemplo é um semi-reboque graneleiro.
Os dados do problema são os seguintes:

Do veiculo:
Peso do chassis: 5.400 kg
Peso bruto total do veiculo: 35.000 kg
Peso do semi reboque: 7.250 kg
Peso dos outros equipamentos: 350 kg
Velocidade operacional: 55 km/h na ida e 70 km na volta.

Da carga:
Tipo de carga a ser transportada: soja
Peso especifico da carga quando a granel: 750 kg/m³
Carga mensal a ser transportada: 3.900t/mês

Operacionais
Tempo de carga e descarga: 85 min. Na ida e o mesmo na volta
A distancia a ser percorrida: 4,4 km na ida e 430 na volta
Jornada útil de um dia de trabalho: 8 hr
Numero de turnos de trabalho por dia:2
Numero de dias uteis de trabalho por mês: 25 dias
Numero de dias previsto para manutenção por mês: 2 dias

Como solucionar?

Primeiro passo: Cálculo do peso total do veículo(tara)
Esse cálculo trata da soma dos itens peso do chassis em ordem de marcha + peso da carroceria sobre o chassis + peso do semi reboque + peso de outros equipamentos.
Peso total do veículo: 5.400+ 85 + 7.250+ 350= 13.000 kg

Segundo passo: Cálculo da carga útil do veículo (lotação)
Esse cálculo trata da diferença entre o peso bruto total do veículo e a tara.
Carga útil: 35.000- 13.000= 22.000kg

Último passo: Cálculo do número de viagens mensais necessárias
Esse cálculo trata da divisão da carga mensal a ser transportada em um sentido, pela lotação do veículo:

Numero de viagens mensais: 3.900.000/22.000 = 177,27 (viagens/mês)
Sabendo que serão necessárias 177 viagens mensais, e com 6 veículos o máximo da operação por mês são 120 viagens, seriam necessários em média mais 3 veículos para garantir o sucesso da operação.


Em meio ao dimensionamento das frotas, existem outras atividades de acompanhamento da operação que demandam tempo e podem ser automatizadas. Com o Hive.cloud TMS é possível otimizar a emissão dos documentos fiscais, o controle de entregas e coletas, cálculo de frete automático e muito mais. Experimente grátis agora mesmo.

Por que terceirizar o transporte de uma empresa?

Na atualidade, a logística passa por um período de transformação. A nova exigência dos mercados de consumo, o aumento da competitividade e o desenvolvimento tecnológico têm requisitado alterações significativas na gestão das empresas.
Como principal item no processo logístico, o transporta é a etapa que compõe o custo na maioria das operações. Ele impacta diretamente a confiança dos clientes a segurança das cargas e o tempo de entrega para consumidores finais e embarcadores.
Uma saída para redução desses custos numa organização é a terceirização, por isso preparamos esse post para que você, prestador, fique ciente do seu papel no cenário da logística nacional seja como terceirizador ou como contratante do serviço de terceiros.

Mas antes, o que é de fato terceirização?

A terceirização consiste em repassar a execução de processos e transferi-los para agentes externos à organização que recebeu ou recebe os pedidos de outros contratantes.

Ao contratar atividades terceirizadas, são levados em consideração se o prestador do serviço é especializado, experiente, se possui tecnologia nos processos e se a sua finalidade é garantir a qualidade da entrega de acordo com os requisitos do contratante.

Quando se terceiriza o transporte os contratantes tem menos espaços vazios com relação à movimentação das cargas, reduzem-se os custos da aquisição de novos caminhões e de sua depreciação. Mas existem outros itens para se pensar, por isso listamos abaixo as vantagens e desvantagens do processo para você:
·         
     Vantagens: estrutura administrativa simplificada, uma vez que não terá de realizar registros/ demissões, pagamentos de salários, FGTS, INSS dos empregados etc; mais participação dos administradores/ gestores nas atividades-fim da empresa; concentração dos talentos no negócio principal da empresa; redução do custo de estoques; maior facilidade na gestão do pessoal e das tarefas; possibilidade de rescisão do contrato conforme as condições preestabelecidas; controle da atividade terceirizada por conta da própria empresa contratada; menores despesas com aquisição e manutenção de máquinas, aparelhos e uniformes fornecidos pela empresa contratada etc.

·       Desvantagens: verificar se o pessoal disponibilizado pela empresa terceirizada consta como registrado e se os direitos trabalhistas e previdenciários estão sendo pagos e respeitados; sofrer autuação do Ministério do Trabalho e ações trabalhistas em caso de inobservância das obrigações mencionadas anteriormente; fiscalização dos serviços prestados para verificar se o contrato de prestação de serviços está sendo cumprido integralmente, conforme o acordado; risco de contratação de empresa não qualificada etc.

Outro fator de otimização dos gastos é no uso de softwares de gerenciamento de operações. Uma empresa que terceiriza consegue diluir melhor os custos da aquisição de software entre seus clientes, enquanto uma com logística própria teria que arcar com tudo por conta própria.


O mercado já conta atualmente com plataformas custo/benefício para todos os dois cenários, como a Hive.cloud, que adequa os custos de aquisição às necessidades das empresas concentrando em passos simples todas as operações e etapas, sejam na emissão dos documentos fiscais como no acompanhamento de entregas e prazos no dia a dia.

Transporte de carga fechada: Conheça as características operacionais

O transporte, de modo geral, é o elemento mais importante de todo o processo logístico, através da cadeia de produção e distribuição de bens. Realizar com eficiência suas operações rodoviárias durante as entregas de mercadorias é o fator determinante para sucesso das transportadoras. Para um melhor entendimento do sistema, vamos começar explicando os dois tipos de cargas operacionais, que se dividem em: cargas fracionadas e cargas fechadas.

As cargas fracionadas consistem na entrega de pequenas remessas de mercadorias cujo volume não é suficiente para lotar o veículo. Este tipo de serviço consiste na entrega de diversos tipos de cargas para vários clientes. A característica principal desta operação é o cumprimento de prazo de entrega, já que por se tratar de diversas mercadorias, qualquer atraso eleva os custos de transporte da carga. 

A carga fechada, também chamada de consolidada ou lotação, é a coleta de mercadoria que leva para um único destinatário. Ela é definida pela rota que será feita e pelo tempo que será gasto para carga e descarga do caminhão. Além disso, quanto menor for o peso do produto, para facilitar a carga e descarga da mercadoria, mais atrativo será o preço final, já que o veículo utilizado gastará menos combustível e será menos desgastado.

Para as empresas transportadoras a principal necessidade é a inovação no serviço. Trabalhar com preços flexíveis e que demonstrem eficiência na entrega do produto ao cliente é de extrema importância. O transporte de carga fechada muitas vezes leva vantagem dependendo do produto a ser transportado, por conter algumas características:

Exclusividade do veículo: no ato na contratação do serviço, o produto será entregue com caminhão exclusivo e preparado, para cada tipo e tamanho de mercadoria a ser transportada.

Agilidade na entrega de mercadorias: como existe apenas um cliente final, a rota será traçada de acordo com a localização. A retirada e entrega de mercadorias será de forma prática e útil em um curto período de tempo.

Relação custo/benefício: a relação custo/benefício será mais favorável no orçamento não só do cliente, como da transportadora. Pois com o calculo de rota, o desgasto do veículo será menor, economizando gasolina e tempo perdido de ociosidade.


Com a crescente demanda de cargas, a procura por transportadoras que realizem entregas com cargas fechadas é cada vez mais frequente. Contar com equipamentos qualificados e que atendam a necessidade de cada cliente é estar preparado para o mercado competitivo. 

Disponibilizar de plataformas digitais que possibilitem o cálculo de melhor frota, frete e acompanhamento simultâneo da mercadoria, também facilita a estratégia de mercado e alcance de novos clientes.