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04 Tendências para o Setor de Transportes em 2017


O ano de 2017 se inicia com melhores perspectivas para o setor de transportes, quando comparado ao ano passado. Segundo a Sondagem Expectativas Econômicas do Transportador 2016, realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), 47,7% dos empresários esperam obter receita bruta maior neste ano e 48,8% confiam que haverá melhor desempenho da atividade econômica para os próximos anos.
Por um lado, o ajuste fiscal realizado pelo novo governo federal, com mais investimentos em infraestrutura de transporte, traz mais confiança e otimismo para os empresários do setor. Por outro lado, também se faz necessária uma contrapartida do transportador, que deve investir mais em inovação para se consolidar como referência e oferecer um diferencial válido para os clientes desse mercado.
Neste artigo, apresentamos para você quais são as 04 maiores tendências para o setor de transportes em 2017. A partir delas, você conseguirá definir com mais facilidade onde investir seus recursos na busca por maiores resultados para este ano. Confira nossa lista!

Tendência #1 - Utilizar uma ferramenta de acompanhamento integrado

Com a popularização das plataformas e processos digitais, diversas ferramentas surgiram para auxiliar na gestão de atividades de uma transportadora. Desde o setor comercial ao operacional, do financeiro à logística, hoje é possível contar com o auxílio de diversas ferramentas digitais. O cuidado aqui deve ser com o tipo de ferramenta que sua empresa deve contratar.
Utilizar uma ferramenta para cada setor ou funcionalidade pode, muito mais, pulverizar as informações do que facilitar seu acesso e gestão. Por essa razão, a escolha de uma única ferramenta capaz de realizar o acompanhamento integrado de todos os processos da empresa torna-se uma decisão estratégica, capaz de proporcionar mais eficácia e, assim, gerar um aumento na produtividade.  
Um software que ajuda a garantir que a frota, a carga e os documentos do fisco estejam organizados para realizar as entregas auxilia, consequentemente, a otimizar o faturamento. Por essa razão, é uma tendência para o setor de transportes em 2017 investir em uma única ferramenta de acompanhamento integrado dos processos, que ofereça uma visão clara do andamento de todas as operações, com informações detalhadas sobre as atividades que a empresa está realizando, tudo isso de maneira que qualquer transportador seja capaz de usar.

Tendência #2 - Intercâmbio de documentações – EDI

O intercâmbio eletrônico de dados, ou EDI, tem se colocado como uma exigência cada vez maior entre os clientes que contratam transportadores. Por essa razão, investir em uma ferramenta que realize o intercâmbio de dados de maneira rápida, precisa e segura é uma das tendências para o setor de transportes em 2017. O mercado tem exigido suporte aos principais padrões, como NOTFIS, CONEMB, OCOREN e DOCCOB, e possuir uma ferramenta que integre todas essas opções será indispensável.
Não se preocupar com o intercâmbio eletrônico de dados pode levar seu negócio a perder importantes contratos e, a longo prazo, perder espaço no mercado para concorrentes que ofereçam este serviço.
Outro benefício de investir no EDI está na praticidade e economia que essa opção pode representar. A facilidade de compartilhar arquivos de maneira digital gera uma economia de deslocamentos e agiliza o acesso à documentação dos serviços contratados, o que, inclusive, nos leva à próxima tendência para 2017.

Tendência #3 - Apresentar um serviço diferenciado de seus concorrentes

Qualquer empresa que deseja sobreviver no mercado em que atua precisa oferecer ao seu público um serviço diferenciado, que seja percebido como único por seus clientes. Em 2017, as tecnologias digitais devem se destacar como ferramenta de auxílio para gerar serviços diferenciados e otimizados, através do refinamento e da automação dos processos.
Hoje você já pode contar com sistemas inteligentes capazes de gerar informação sobre o status de cada operação e enviá-la, em tempo real, para que o requerente do serviço acompanhe todos os detalhes da entrega. Seus clientes podem ser informados sobre embarque, desembarque e coletas, incluindo dados sobre a integridade das embalagens ou se o motorista esteve no local, mas não encontrou o destinatário.



Oferecer informações diferenciadas aumenta o nível de confiabilidade no serviço prestado pelo transportador, o que acarreta o aumento da taxa de fidelidade entre os clientes, que voltam a fazer negócios com a transportadora que ofereceu o melhor atendimento.

Tendência #4 - Relatórios de desempenho automatizados

O monitoramento do desempenho das transportadoras costuma ser uma das principais preocupações dos gestores da área de logística. Uma das tendências para o setor de transportes em 2017 será adotar sistemas digitais inteligentes para auxiliar esse processo e torná-lo cada vez mais eficiente.
Os softwares capazes de gerar dados objetivos e claros sobre os resultados dos processos operacionais das transportadoras têm se mostrado grandes aliados dos gestores na tarefa de otimizar o desempenho geral da empresa. Ao fornecer dados como: número de entregas, porcentagem de entregas dentro do prazo, média de dias para recebimento, taxa de ociosidade, valores relacionados ao frete, dentre outros, um bom software pode se tornar o maior aliado do empresário ou gestor do ramo de transportes.
Além de adotar um sistema capaz de fornecer relatórios de desempenho, é preciso definir os indicadores a serem analisados – os Key Performance Indicators (KPIs). Os mais comuns são: OTIF (On Time In Full), que identifica se o produto foi entregue na data ou horário estabelecido com o cliente; Mark-up, o método empregado para calcular o preço de venda do frete, tendo como base o custo da empresa; o prazo médio de recebimento; a margem de contribuição; dentre outros. É preciso identificar os melhores indicadores para o seu negócio e buscar por uma ferramenta que permita estudar o desempenho de cada uma delas ao longo do tempo.

Gerenciamento centralizado

Realizar um gerenciamento eletrônico centralizado das atividades da transportadora, como vimos, é, em resumo, a maior tendência para o setor de transportes em 2017. Como sua empresa já está usando os softwares de gestão operacional? Você pode deixar seu comentário aqui abaixo nos contando qual será sua maior aposta para se diferenciar em 2017!

Para utilizar uma forma simples e visual de gerenciar sua transportadora e encantar seus clientes, conheça nossa Ferramenta Hive.cloud TMS.


Torne-se indispensável aos seus embarcadores

Um dos maiores desejos dos transportadores é fazer com que seus clientes permaneçam por anos e anos contratando seus serviços de transporte, porém como mostramos no infográfico Segredos da Fidelização, esta não é uma tarefa fácil, e requer a construção de uma estratégia organizada e eficiente.


Pensando sobre a crescente competitividade entre empresas, o professor de economia em Harvard e especialista em estratégias de mercado, Michael Porter realizou um estudo para compreender quais atributos são necessários para uma empresa ter competitividade no mercado e o que gera essa competição entre as empresas. Neste estudo revolucionário, lançado em 1979 em forma de artigo, intitulado “As 5 forças competitivas que moldam a estratégia”, Porter conseguiu identificar 5 forças que incidem sobre o poder de competição entre as empresas. São elas:


  1. Ameaça de novos entrantes (no seu nicho de atuação);
  2. Poder de barganha dos fornecedores;
  3. Poder de barganha dos clientes;
  4. Ameaça de produtos substitutivos;
  5. Rivalidade entre os concorrentes.


Todas essas cinco forças devem ser consideradas na hora da criação de uma estratégia de mercado eficiente. Neste post iremos falar um pouco sobre como o transportador pode utilizar essas cinco máximas para aumentar a lucratividade de sua empresa.


Umas das primeiras coisas  a se pensar quando falamos sobre capacidade de competição entre empresas do mesmo ramo de atuação, é justamente o mercado ao qual esta empresa está inserida. Se existe muita oferta de prestadores de determinado serviço, esse nicho tende a ser menos rentável, visto que o poder de barganha dos clientes é grande, já que existem diversos prestadores oferecendo o mesmo tipo de atividade.
Por isso, aliada a manutenção da qualidade dos serviços prestados, os transportadores devem preparar estratégias que possam criar um nível de interdependência tão intrínseca com seus clientes que os custos para uma mudança de transportadora seja tal, que não valha muito à pena para o embarcador, pois isso pode significar a diminuição do padrão de serviço que se possuía anteriormente, já que os novos fornecedores podem não estar preparados para atender as particularidades do embarcador.


Mas de que maneira, um transportador pode criar esses mecanismos de tamanha associação entre sua transportadora e seus embarcadores? Através dos serviços oferecidos. Listaremos abaixo 2 exemplos de como isso pode ocorrer e consequentemente aumentar a lucratividade dos transportadores:


  • Integre seus processos ao do embarcador
Integre o maior número de processos logísticos das suas operações aos processos do seu cliente, de modo que a execução das atividades diárias do seu embarcador dependam das informações que estão disponíveis nesse sistema integrado. Isso pode ser feito através do software de integração via EDI. Essa ferramenta otimiza os processos logísticos porque é capaz de reunir em um só lugar pedidos, faturas, nota fiscal, catálogos de preços, inventários, recibos e qualquer outra transação pode ser processada automaticamente, pois são intercambiados eletronicamente entre diferentes sistemas. Além do cliente ter um grande benefício ao ter acesso em tempo real às informações, reduzir processos manuais de digitação e agilizar diversos procedimentos, você irá aumentar o custo de mudança entre fornecedores de transporte. Processos de integração envolvem investimentos em tecnologia e tempo para homologação.


  • Adapte-se às necessidades do seu cliente.
Aumente o valor agregado às etapas da sua atividade logística, buscando levar serviços que atendam às especificidades dos seus clientes. Por exemplo, uma transportadora que atendia um embarcador de grande porte no Brasil fazendo a distribuição de seus produtos (motos) adaptou todos os seus veículos de transporte e processos da empresa para que pudessem transportar mais e melhor as cargas da embarcadora. A transportadora modificou seus processos de modo a atender as necessidades específicas deste cliente, portanto todos os equipamentos necessários para a colocada e retirada das motos do caminhão de transporte, a reconfiguração dos ativos e as atividades operacionais, foram moldadas para atender as demandas e especificidades deste embarcador. Caso esta embarcadora deseje modificar o fornecedor de transporte de suas motos no Brasil, será necessário contratar uma empresa que já esteja adaptada à todas particularidades do transporte de motos ou que a nova fornecedora se adapte à essas especificidades, demandando tempo e custo. Segundo Porter, o custo da mudança tem sempre que ser superior à real necessidade de troca de fornecedor, portanto, caso a embarcadora deseje trocar a empresa transportadora, os custos da mudança serão altos, diminuindo radicalmente as chances da contratante buscar um novo fornecedor de transporte. A partir disso, a transportadora que esteva atenta às estratégias para o aumento da percepção de valor, ofereceu um serviço diferenciado para a embarcadora, e aumentou a quantidade de processos interligados de suas operações de transporte com as operações do cliente.


Portanto, é muito importante que os transportadores busquem soluções em adaptação de processos e softwares que permitam que os serviços oferecidos e as ferramentas de sistema disponibilizadas ao embarcador, interconectem os processos do cliente com a transportadora, diferenciando os serviços da transportadora, diminuindo o poder de barganha dos clientes, aumentando a distância entre as empresas do mesmo ramo (diminuindo a rivalidade), e consequentemente aumentando a rentabilidade da empresa.



Por: Taísa Silveira

Quadro de depoimentos: Hiato Transportes

Quer saber mais sobre a gente? Veja o que Caroline, uma de nossas clientes tem a dizer:

Me chamo Caroline Guimarães e sou Coordenadora Financeira da Hiato Transportes, uma empresa especializada em transporte de cargas fundada em 2010 e sediada em São Paulo, com filiais espalhadas em vários estados do Brasil, como Bahia, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Tocantins entre outros.

Temos um trabalho sólido de armazenagem e transporte de mercadorias, sempre prezando pela segurança de nossas cargas,  e transmitindo confiança aos nossos clientes ao realizar o melhor serviço de transportes.

Trabalhamos com sistemas de cross-docking eficientes e rastreamento extremamente eficaz, de modo a podermos acompanhar e informar nossos clientes sobre o status de suas mercadorias a qualquer tempo.

Há cerca de dois anos, um cliente nosso de grande porte implantou um novo processo de intercâmbio eletrônico de dados (EDI). Com esta mudança, nos foi exigido que todas as informações sobre as mercadorias embarcadas, o conhecimento de transporte emitidos, as ocorrências existentes no transporte e as faturas fossem enviadas e recebidas eletronicamente. Era um projeto complexo, e também tinha como requisito que toda troca de informações ocorresse através de uma VAN credenciada pelo embarcador. Devido à complexidade técnica do projeto, tivemos dificuldade em operar a partir dos requisitos solicitados, apesar da grande experiência da Hiato. Diante dessa perspectiva, tivemos que recorrer a empresas especializadas do setor de software, e foi assim que conhecemos a plataforma Hive.cloud TMS.

Graças à expertise da Hive.log, conseguimos atender os requisitos de integração via EDI impostos pelo nosso cliente e com isso, manter um dos nossos contratos mais importantes, responsável por 30% do faturamento da empresa à época

E não apenas isso, conseguimos através das soluções Hive.cloud TMS e Hive.cloud EDI otimizar nossos processos gerenciais em todas as etapas do transporte, pois com o Hive.cloud EDI todas as informações registradas no TMS podem ser integradas, adequando-se a vários padrões de EDI diferentes do mercado. Nunca mais sofremos com insatisfação de clientes acerca da falta de informações sobre cargas, atrasos de envio de faturas ou ocorrências. Com o sistema Hive.cloud TMS temos total controle das etapas do transporte e com isso podemos oferecer mais segurança e dados precisos aos nossos clientes.

Quer conhecer mais histórias de crescimento dos nossos clientes? O sócio-fundador da Carlog contou em nosso blog um pouco de sua experiência com o software Hive.cloud!

Entenda os principais problemas de transporte de cargas no Brasil

Conheça as melhores soluções para grandes problemas do transporte de cargas no Brasil

Entenda os maiores problemas enfrentados pelos de transportadores de cargas no Brasil e saiba como resolvê-los sem dores de cabeça


A maioria das empresas que operam com transporte de cargas sofre com os mesmos problemas operacionais, que vão desde a dificuldade em cumprir os prazos determinados, mal atendimento dos prestadores de serviço, avaria nos produtos, contratempos para a emissão dos documentos fiscais eletrônicos ou certificados digitais, à escassez de informações sobre os procedimentos durante o deslocamento das encomendas.


Porém a maioria dos casos podem ser solucionados com medidas simples e eficazes, otimizando o tempo dos procedimentos, o que impacta diretamente na qualidade dos serviços prestados. Uma das maneiras de resolver a falta de informações acerca do trajeto das cargas, por exemplo, é o uso de softwares de gerenciamento como o TMS (Transportation Management System), que permitem o cliente controlar toda a operação de transporte de forma integrada ao sistema da empresa transportadora. Muitas vezes o próprio atendimento dos prestadores de serviço é deficiente, o que atrapalha mais ainda o cliente de acompanhar suas cargas durante o transporte, através deste software esse problema diminui consideravelmente.


O TMS pode utilizar o ERP (Enterprise Resource Planning) que agrega os sistemas funcionais e sistêmicos, que vão desde as finanças, contabilidade, ao processamento de transações fiscais, informações gerenciais da empresa etc, num mesmo ambiente virtual. Utilizando o software TMS integrado ao ERP, é possível por exemplo, emitir documentos fiscais eletrônicos através do sistema financeiro e fiscal, o que significa que ao emitir uma CT-e ou NFS-e tudo ficará registrado no software, dispensando a impressão em papel desses documentos.


Outro problema que aflige os transportadores é saber as condições em que se encontram as cargas durante as operações, e o passo-a-passo das atividades relacionadas a ela. O TMS também pode ajudar você transportador a resolver essa situação, pois através deste software, é possível verificar em tempo real via web o deslocamento da sua carga e com isso ficar atento aos possíveis atrasos e reportar imediatamente alternativas. Sistemas de roteirização podem ser grandes aliados na hora de cumprir os prazos das entregas e evitar transtornos imprevistos pois ele aponta as melhores rotas para o motorista percorrer em relação ao tempo gasto e o prazo de entrega.



Alguns sistemas de TMS, permitem inclusive que o trasportador reporte inconsistências e sinistros que ocorreram durante a operação de transporte tais como divergências entre cargas embarcadas e cargas entregues, quantidade de produtos avariados, problemas na estrada, nos postos fiscais etc. Desta forma o cliente terá um controle maior de suas operações e as condições para a chegada de suas encomendas no destino final.


Mais um contratempo que pode ser resolvido através do uso de software é conflito acerca das informações de armazenagem, quantidade de produtos, fluxo de produção, controle de pedidos, inventário e entrada/saída de mercadorias em armazéns de estocagem. Muitas vezes as empresas utilizam soluções pouco confiáveis para gerir dados tão essenciais na gestão do seu negócio, como planilhas e relatórios que agrupam uma quantidade sem fim de informações. Através do WMS (Warehouse Management), pode-se controlar tudo online através da integração dos sistemas utilizados pela empresa e seus clientes/fornecedores/parceiros.

Já imaginou conseguir resolver todos esses problemas de maneira rápida e eficaz para sua empresa? Experimente aqui nossas soluções simples, práticas e 100% online, e evite as dores de cabeça que insistem em aparecer na sua operação.

Por:Taísa Silveira

Integração via EDI: Por onde começar?

Você já deve ter ouvido falar sobre o EDI, mesmo que não tenha uma visão mais completa do que se trata e da sua importância na operação de transporte. Para isso, preparamos o conteúdo abaixo a fim de auxiliar os leitores na compreensão dos seus principais impactos no dia a dia de todo e qualquer prestador de serviços. Então, vamos lá:


O que é EDI?


A sigla EDI significa Electronic Data Interchange ou Intercâmbio Eletrônico de Dados. EDI é a troca de informações entre computadores de parceiros. Para que isto seja possível, utiliza-se um formato padrão, de domínio público.

Por exemplo, uma lojinha ou supermercado pode fazer suas compras de abastecimento por EDI. Ou seja, à parte dos métodos convencionais, a Ordem de Compra parte do computador do supermercado, sendo enviada eletronicamente para o computador do parceiro. Esse formato é o mais presente nas operações logísticas de transporte.

E o impacto pode ser grande! Quando enviadas na forma eletrônica, as informações chegam praticamente de forma instantânea ao destino, e podem ser imediatamente processadas por aplicativos que em princípio estão longe do ponto de origem das mensagens.


Isso quer dizer que: quanto os embarcadores enviam a Ordem de Compra para a transportadora, esses documentos podem alimentar diretamente as aplicações que rodam nos computadores do prestador de serviços de transporte, gerando outros documentos no formato interno utilizado por essas empresas ou até mesmo outros documentos-padrão.

Economia de Tempo


Utilizando o EDI, a informação fica muito mais precisa, garantindo os itens abaixo:


* Redução de estoques;

* Diminuição do tempo de entrega de mercadorias;
* Redução de custos administradores;
* Aumento de competitividade;
* Melhorar a atuação do marketing;
* Melhorar a atuação do atendimento ao usuário.

Todas as informações difíceis de se obter por meios convecionais tornam-se visíveis para os responsáveis pela tomada de decisão nas empresas, permitindo atitudes em tempo hábil, sem espera por conta do fluxo de documentos em papel.



O EDI no seu negócio


Uma boa ferramenta de EDI irá permitir a sua operação o recebimento de informações quase em tempo real, se assim for do seu interesse e demanda dos seus clientes.


Os dados saem do ambiente do seu parceiro já traduzidos em formatos como NOTFIS, PRECALC, CONEMB, OCOREN, DOCCOB e PREFAT. 


Existem diversas plataformas que oferecem interfaces maleáveis para se adequar aos formatos desejados, como o Hivecloud B2I.



Por onde começar?


Dependendo do software escolhido para o intercâmbio de EDI, a implantação poderá ser rápida e em poucas horas a operação já estará podendo compilar grandes volumes de documentos em formatos como .xml para fazer o intercâmbio com os clientes.


Mas, como toda nova implantação, existem alguns desafios que precisam ser de ciência de todo interessado em trabalhar utilizando intercâmbio de EDI:


- Dificuldade dos funcionários com o novo processo, principalmente devido à falta de conhecimentos, informações e treinamento sobre seu uso;

- Problemas de barreira cultural;
- Problemas de conscientização da alta administração sobre o uso do EDI;
- Ausência de usuários qualificados para as operações, demandando emprego do EDI, bem como a falta de serviços de apoio dos fornecedores de tecnologia de informação;
- Dificuldades de desenvolvimento da estrutura adequada para o EDI, tendo em vista que a sua instalação requer um completo redesenho da estrutura, dos processos e dos procedimentos organizacionais de uma operação;
- Ausência de instalação do EDI com múltiplos consumidores, pois cada consumidor tem diferentes tipos de requisições, podendo acarretar também a perda ou atraso de documentos durante a transmissão;
- As exigências, algumas vezes inflexíveis, do parceiro comercial inicial e a falta de outros parceiros dispostos a usar o EDI. Isso ocorre com maior freqüência com as pequenas e médias empresas, quando a iniciativa de adoção dessa tecnologia parte dessas empresas e seus parceiros comerciais são empresas maiores;
- Erros por parte dos parceiros, causando o chamado “efeito dominó”, ou falhas de segurança do sistema, comprometendo a integridade dos sistemas de outros parceiros;
- Riscos de interconexão nas redes de trabalho, riscos de registros inadequados e riscos de alterações introduzidas nas mensagens;
- Restrições por parte da legislação governamental;
- Dificuldade de acesso aos fornecedores internacionais.

O sucesso do uso do EDI na operação está mais associado a o quão consistente a aplicação será com as estratégias tecnológicas e de negócios da sua empresa.


Se você está para implementar o EDI na sua operação e precisa falar com um consultor especializado, fale com a gente clicando no chat ao lado direito da página.

O futuro das tecnologias do campo da logística

Por mais que as tecnologias do campo da logística sejam uma das que mais evoluíram nos últimos tempos, ainda precisamos conversar sobre seu futuro. Isso porque elas estão em constante evolução, entregando resultados cada vez mais surpreendentes para as transportadoras, mesmo em ambientes de negócios complexos, e fazendo com que os gestores se preocupem mais com pessoas e soluções tecnológicas do que com técnicas de gestão propriamente ditas. Diante deste cenário, o que você acha de nos anteciparmos ao futuro e explorarmos um pouco mais o que ainda está por vir neste mercado tão dinâmico? Então continue lendo:

A força motora da gestão logística

No setor de transportes, o uso de tecnologias no gerenciamento de processos logísticos não é nenhuma novidade. A cada dia que passa, mais funcionalidades são integradas para facilitar a vida tanto dos gestores como de sua equipe, como é o caso dos softwares de gestão logística, que possibilitam o Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI), a Gestão Operacional de Armazéns (WMS), a Emissão de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CTe), entre tantas outras soluções que vêm mudando a forma de se gerenciar processos.
Até pouco tempo atrás, tudo isso era feito através de planilhas físicas ou sistemas isolados, que não trocavam informações entre si e demandavam um enorme trabalho para integrar todos os dados e extrair a inteligência necessária para auxiliar os gestores em suas tomadas de decisão. Além dos softwares logísticos, outras tecnologias também vêm, há muito tempo, se popularizando no meio empresarial e tornando a gestão de transportadoras mais dinâmica e rentável:

Computação em nuvem

A virtualização de softwares logísticos é uma tendência que vêm sendo “abraçada” por grande parte das transportadoras, já que ela facilita o acesso a uma enorme quantidade de informações e ainda mantêm os colaboradores sempre conectados, apesar da distância física. Nos próximos anos, a computação em nuvem (cloud computing) exigirá dos gestores cada vez mais competência e preparação para gerir esta tecnologia e proporcionar a competitividade necessária para a transportadora.

Aplicativos móveis

Os aplicativos móveis instalados em tablets e smartphones também ganharão ainda mais espaço, tornando-se indispensáveis para o bom andamento dos processos de embarque e entrega. Com apps simples e intuitivos, os funcionários conseguem confirmar operações em apenas poucos segundos através de fotos, áudios e localização por GPS, enquanto os gestores podem notificar seus motoristas durante todo o processo por meio de mensagens de texto via SMS e Whatsapp.

Soluções customizadas

Os softwares personalizados, que se integram a qualquer sistema e oferecem um nível de qualidade de serviço acima das expectativas, devem ser priorizados pelos gestores de transportadoras na hora da escolha de uma solução tecnológica. Isso porque eles superam barreiras, se adaptam à realidade da companhia e dão maior amplitude à atuação dos colaboradores, conectando-os exatamente com suas maiores necessidades.

A gestão focada em resultados

O gerenciamento de processos logísticos não inclui apenas um conjunto de técnicas e procedimentos para que se tenha um melhor controle dos embarques e entregas e de seus respectivos controles contábeis, mas também toda uma metodologia para permitir uma gestão focada em resultados, que é colocada em práticas através de uma ferramenta tecnológica. Esta também é uma importante aliada na hora do planejamento estratégico e na identificação de tendências, sendo considerada uma ponte que a empresa deve utilizar para chegar ao seu promissor futuro. 

O fim das barreiras de comunicação

Uma das grandes missões de qualquer gestor de transportadora é integrar funcionários, promover uma comunicação clara e assertiva e unir sua equipe para atingir os objetivos do negócio. Mas para isso, ele precisar ir além das tradicionais reuniões e avaliações de desempenho e adotar uma postura de liderança focada na inovação, visando elevar o nível de envolvimento da equipe a cada nova solução tecnológica adotada e permitir que todos contribuam para a criação de processos inovadores na empresa. Assim, torna-se possível aumentar a qualidade dos serviços prestados, elevar a satisfação dos clientes e alcançar os resultados almejados.

A necessidade de ir além

Muitas transportadoras ainda medem o sucesso de seus serviços logísticos analisando o número de entregas dentro do prazo e o orçamento em dia, esquecendo-se do mais importante: o valor que cada processo agrega para cliente final. À medida que o gestor compreende que não basta apenas realizar o serviço, sendo preciso entender as necessidades reais do cliente e desenvolver soluções inovadoras, fica muito mais fácil descobrir as métricas certas para mensurar os resultados de retorno financeiro da transportadora. Nos próximos anos, isso será imprescindível para a empresa conquistar mais clientes, aumentar seu faturamento e ganhar vantagens competitivas no mercado.

E você, acredita que estas tendências irão se concretizar ou já estão se concretizando? Tem alguma outra que você queira compartilhar conosco? Deixe seu comentário!

Como as transportadoras devem realizar o monitoramento de ocorrências?


Desde a década de 1970, as transportadoras vêm implementando diferentes métricas para o controle de suas atividades, principalmente no que se refere ao monitoramento de ocorrências. Isso porque quando ocorrem eventos inesperados no transporte de cargas o tempo para concluir a entrega pode ser estendido, acarretando em muitos casos na recursos financeiros e insatisfação do cliente.

As ocorrências não têm a função de apenas informar o status da entrega, mas também de notificar as alterações na rota planejada, a chegada da carga no destino final e as retenções de mercadorias ou caminhões por motivos de fiscalização. No modelo antigo de troca de informações eram registradas dezenas de ocorrências possíveis de acontecer em todo o processo de entrega. Para monitorá-lo corretamente a indústria logística incentivou os investimentos em tecnologias inteligentes, que simplificam processos e reduz custos.

Registro adequado dos processos logísticos

Atualmente, o mercado de transportes trabalha com diversos padrões para o registro de ocorrências. Estes são muito importantes para a distribuição de informações para os diversos players envolvidos no transporte de cargas, tais como remetentes, destinatários, contratantes do serviço, transportadores e expedidores, que as utilizam para garantir o gerenciamento eficaz da distribuição de mercadorias. E para facilitar o planejamento e controle desse fluxo de distribuição, as transportadoras devem adotar softwares que auxiliam no monitoramento da frota e agregam mais informações aos registros de ocorrências.

Com um simples aparelho móvel e um aplicativo (experimente gratuitamente) é possível verificar rotas, calcular percursos e evitar desvios e reduzir fraudes na entrega. Com estes dispositivos, gestores e motoristas estarão em constante interação, e poderão controlar o andamento das entregas, imprevistos ocorridos na trajetória e o recebimento do produto. Quando a carga chega ao seu destino final, o responsável confirma a entrega através de vídeos, fotos ou áudios registrados pelo dispositivo móvel e os envia diretamente ao responsável pela contratação. E com o registro de coordenadas do GPS, o gestor pode cruzar os dados planejados e questionar com a equipe sobre o ocorrido, e obter a comprovação em tempo real das informações de serviço realizados pelos motoristas.

Exemplos do resgistro adequado:

- O registro de fotos da mercadoria no ato assegura o estado no qual a carga foi entregue.
- O registro das coordenadas GPS garantem que a mercadoria foi entregue no local correto
- O registro de fotos ou até mesmo dados biométricos, como impressões digitais, garantem a identidade do receber da mercadoria.
- Tudo isto aliado a mais velocidade na transmissão da informação aos interessados.

Distribuição de dados

Os desvios de rota são comuns no dia a dia dos motoristas de caminhão, seja por causa de uma obra na estrada, um acidente que ocorreu em uma determinada rodovia ou até mesmo na busca por um posto de combustível. Em casos como esses é necessário alterar a rota planejada, o que afetará o tempo inicialmente previsto para entrega. Por isso, garantir a velocidade na distribuição destas informações para os players é essencial, pois quanto mais cedo o cliente recebê-las, mais rapidamente ele poderá tomar decisões para evitar possíveis interrupções nos processos de produção. Por exemplo, quanto mais cedo chega a informação de que um insumo sofrerá atraso na entrega, mais rápido pode ser a resposta e medidas para evitar interrupções na produção.

Essa distribuição de informações é realizada através do EDI (Electronic Data Interchange), ou intercâmbio eletrônico de dados. A tecnologia, basicamente, consiste em um conjunto de protocolos de comunicação projetados para permitir a troca de dados e execução de transações comerciais automaticamente em computadores diferentes. Isto é feito através de "versões eletrônicas" padronizadas de documentos comerciais. A implantação do EDI inclui economia de papel, fax e telefone, melhorando as relações entre os parceiros comerciais, facilitando o planejamento de atividades diárias.

Ele pode ser classificado como uma tecnologia de integração entre transportadoras, ao alcance de pessoas com conhecimentos mínimos em informática, agilizando a transmissão eletrônica de informações e reduz intervenção humana no processo. Na prática, o EDI promove o compartilhamento entre sistemas sem que haja a necessidade de fazer inserção manual de dados, eliminando as possibilidades de erros de digitação. A consequência é o ganho de tempo e economia de recursos, pois o uso de papel é reduzido significativamente.

Essa tecnologia é capaz de transmitir um fluxo frequente de transações, como faturas, notas, encomendas, notificações de envio, entre outras. Isso acarreta a redução da morosidade na cadeira logística, elevando o seu desempenho organizacional. A transportadora também pode se beneficiar da utilização de mensagens de texto via SMS e Whatsapp como canais de comunicação para automatizar processos, alertar possíveis ocorrências e confirmar a entrega de produtos. Através de aplicativos, a empresa pode melhorar significativamente seus processos administrativos, promovendo a interação entre funcionários, fornecedores, clientes e parceiros.

A tecnologia da informação

Ao utilizarem aplicativos, as transportadoras podem gerar benefícios aos seus clientes através do monitoramento de entregas em tempo real, com informações precisas e de qualidade. O uso destes aplicativos (experimente gratuitamente) ajudam atender os requisitos de velocidade e qualidade no monitoramento das entregas. Os dados sobre a realização de entregas e notificações de ocorrências são transmitidos através de redes WIFI ou 3G/4G, proporcionando a sua visualização em tablets e smartphones. E ao final da entrega, o responsável pode registrar fotografias da mercadoria, eliminando assim possibilidade de fraudes.

Como você monitora ocorrências inesperadas durante o transporte de cargas? Conte para a gente nos comentários!

O que é EDI e como é usado no transporte de cargas?

É muito comum na informática a utilização de acrônimos em inglês. Isto muitas vezes dificulta a compreensão do significado de alguns conceitos. No caso do EDI, este acrônimo representa o termo em inglês Electronic Data Interchange, ou em português, Intercâmbio Eletrônico de Dados.

De forma geral, a sigla EDI representa qualquer processo de intercâmbio de dados entre sistemas. Este processo comumente é utilizado para evitar a entrada manual de dados (Digitação), consequentemente agilizando e reduzindo erros em diversos processos. Por exemplo, para evitar a digitação dos dados das notas fiscais e do destinatário de um Conhecimento de Transporte, o embarcador pode enviar um arquivo contendo estes dados o qual poderá ser importado pelo sistema do transportador e evitar a digitação destas informações.

A troca de dados entre sistemas (EDI) pode ser realizada de diversas formas. Dentre elas estão a troca de arquivos, chamadas de procedimentos remotos, webservices, mensagens, etc. Apesar desta grande variedade de formatos e processos para troca de informação, o meio predominante para intercâmbio de dados no segmento de transportes é a troca de arquivos de texto.

Os EDIs mais comuns do transporte são classificados de acordo com os dados que são trocados, o remetente, o destinatário e o propósito para o qual os dados são utilizados. A tabela abaixo descreve os principais formatos usados para troca de dados entre os participantes do processo de transporte.


Nome
Dados Trafegados
Principais Formatos
Remetente
Destinatário
Notas Fiscais
Dados das notas ficais remetidas ao transportador.
NOTFIS Proceda 3.x
Embarcador
Transportador
XML NF-e v2.0
Conhecimentos de Transporte
Conhecimentos de Transporte Embarcados pelo Transportador.
CONEMB Proceda 3.x
Transportador
Embarcador
XML CTe v2.0
Ocorrências de Entregas
Eventos e ocorrências durante o processo de entrega.
OCOREN Proceda 3.x
Transportador
Embarcador
Pré-faturas de transporte
Conhecimentos e valores liberados para faturamento e pagamento.
PREFAT Proceda 3.x
Embarcador
Transportador
Documentos de Cobrança
Faturas e respectivos conhecimentos para pagamento do embarcador.
DOCCOB Proceda 3.x
Transportador
Embarcador

Alguma dúvida? Você gostou das dicas? Tem algo a acrescentar? Deixe seu comentário!