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Transportador, esteja um passo a frente do problema!

Problemas são algo comum para quem trabalha com transporte de cargas e eventos como sinistros, avarias, atrasos, quebra de caminhões na estrada etc, se tornam presentes no dia a dia de uma transportadora. Por esta razão, muitos gestores gastam parte importante de seu tempo tratando desses problemas, e consequentemente deixando suas operações cotidianas mais lentas, visto que poderiam estar se dedicando à outras atividades que o trabalho logístico exige.

Porém ao invés de perder tempo tratando dessas dificuldades, as melhores transportadoras e operadores logísticos investem seu tempo na prevenção, e não na correção dos erros.

Mas, como fazer isso?

Você deve estar pensando em alguma solução muito cara ou complicada não é mesmo? Na realidade, a resposta é muito simples! Trate as causas dos problemas, e não as consequências que ele causa!
Ficou confuso? Eu explico: quando se trata as causas dos problemas, você vai no cerne da questão, e dessa maneira as consequências podem ser tratadas de forma eficiente.
Por exemplo: Uma transportadora está com uma incidência alta de atrasos nas entregas numa rota X. Porém, ao invés de tratar o problema depois que ele já ocorreu, é mais eficiente que se olhe para as causas do problema antes que ele ocorra, pois além de ser mais efetivo, os custos serão menores.
Uma entrega em atraso gera custos desnecessários como o despacho de cargas em caráter emergencial sem que haja a consolidação das cargas, ou seja, o acondicionamento de mais mercadorias num mesmo caminhão para otimizar a distribuição.

Observando as causas dos atrasos a partir da análise dos índices de performance da transportadora, é possível identificar o que tem causado os problemas: Seria o trafego intenso?  A situação física da estrada? Os desvios de rota? Enfim, a partir da análise efetiva das causas do problema a tratativa delas é o que fará com que a atividade desempenhada seja mais eficaz.

Identifique os indícios antes do problema aumentar: monitore seus resultados

Porém antes de implementar as soluções é imprescindível que a transportadora monitore seus resultados para que, a partir dos dados obtidos de sua performance, possa efetuar as correções e mudanças necessárias. No caso do atraso das entregas na rota X, o transportador deve se perguntar se está por exemplo, despachando os veículos no prazo correto de um entreposto para outro, ou se está levando mais tempo do que o necessário para a execução dessa atividade. Em nosso blog temos alguns textos que podem ajudar você, explicamos como monitorar o desempenho de uma transportadora e como o transportador deve realizar o monitoramento de ocorrências com as cargas.

Mantenha o problema à vista

Atentar para as estatísticas da sua transportadora é essencial no controle dos resultados. Um bom exemplo de monitoramento de performance é a possibilidade do acompanhamento do status das cargas em tempo real e acesso às notificações de ocorrências. Utilizar um software que permita a visibilidade global da operação - e consequentemente do status de cada carga - é primordial, para que os problemas sejam identificados rapidamente ou o ideal, antes mesmo que eles ocorram.

A utilização de um software que permita a visibilidade desses problemas um uma única tela da interface é um grande ganho de tempo, além da otimização das atividades logísticas.


Por: Taísa Silveira

Conheça algumas das consequências do cálculo errado do frete

Um dos momentos mais importantes da organização das operações de uma transportadora está no cálculo do frete, pois é neste momento que o transportador irá estipular o valor do seu serviço de transporte baseado em diversas características que são variáveis tais como: o tipo de carga que ele irá transportar, o volume e peso que a mesma irá ocupar, a distância entre os pontos de coleta e entrega da carga, dificuldades do percurso, taxa de pedágio dentre outras.

Tudo isso deve ser levado em consideração na hora do cálculo do serviço de transporte, porém muitas vezes o transportador erra nesses cálculos, o que pode gerar problemas de confiança, atraso no recebimento do valor acordado, queda no faturamento, pagamento em duplicidade e desconfiança com os embarcadores.

Neste artigo, iremos demonstrar quais são as consequências sofridas pelos transportadores quando erram no cálculo do frete com erros que, apesar de corriqueiros, causam tantos transtornos para a empresa transportadora.

Uma das primeiras falhas ao realizar o cálculo do frete está na tentativa de fazê-lo manualmente, utilizando máquinas calculadoras físicas. Esse cálculo manual geralmente incorre em erros, que quando percebidos já não é mais possível corrigí-los, causando aumento dos custos para o transportador, na correção dos dados errados. No caso de um caminhão que já tenha saído para a entrega, por exemplo, com um MDFe contendo um CTe incorreto, o Conhecimento incorreto deve ser corrigido antes da chegada do veículo em um posto fiscal, pois se o Manifesto já tiver passado pela leitura, não existe mais a possibilidade de cancelamento do CTe errado. O transportador pagará os impostos de dois CTes: o incorreto e o emitido posteriormente com os dados corretos.

A digitação do peso errado. Este é um deslize bastante comum no cálculo do frete, pois muitas vezes o transportador esquece que o cálculo deve ser feito baseado no peso cubado, que considera o volume X peso bruto, e não apenas o peso. O peso pode impor limites na quantidade de carga a ser transportada, assim como o volume, devido às limitações físicas dos veículos.

Assim como a inserção inadequada do peso, errar no valor da mercadoria (dados da nota fiscal dos produtos) pode trazer sérios problemas ao transportador, pois o valor da carga afeta diretamente no valor do seguro da mesma, visto que o transporte de itens que têm mais valor de mercado, como eletroeletrônicos por exemplo, tendem a ser as cargas mais interceptadas. Considerar isso no momento de fechar o valor do frete é essencial para a segurança tanto da empresa transportadora quanto, do embarcador.

Assim podemos listar as seguintes consequências de erros no cálculo do frete:
  • Cobrança de um valor à maior ou à menor ao embarcador, gerando desconfiança e perda de credibilidade na empresa transportadora além de prejuízos financeiros;
  • Atrasos no valor a receber do frete, em decorrência da correção dos documentos fiscais emitidos incorretamente;
  • Impacto direto no faturamento da transportadora, que deixa de receber na data prevista;
  • Impacto em termos fiscais com a receita caso exista um CTe incorreto incluso em um Manifesto já bipado em um posto fiscal, pois a SEFAZ impedirá o cancelamento do CTe, fazendo o transportador gerar outro Manifesto correto, tendo que pagar os impostos incindidos em ambos documentos: o CTe errado e o correto;
  • Em caso de auditoria fiscal, documentos com informações conflitantes geram multas.

Portanto, para evitar a ocorrência de erros que prejudiquem o faturamento de sua empresa, fique atento na hora do cálculo do frete e do preenchimento dos documentos fiscais.

Por: Taísa Silveira

4 dicas para aumentar a percepção de valor dos clientes de sua transportadora



Com a crescente competitividade no setor de transporte de cargas, oferecer serviços com eficiência e qualidade agregam valores positivos às empresas, ajudando a crescer a cartela de clientes e fidelizá-los. Uma das formas de impulsionar as vendas e tornar seu negócio mais conhecido é ter um bom resultado no Índice de Prestígio da Marca Corporativa - IPCM.


Mas, o que é o IPCM?
O Índice de Prestígio da Marca Corporativa é representado  pelos atributos que destacam positivamente ou não uma empresa e/ou seus produtos e serviços, e dividem-se basicamente em 5 características principais:
  1. Qualidade dos produtos e/ou serviços oferecidos;
  2. Admiração e confiança que sua empresa e/ou produto tem de seus clientes e potenciais clientes;
  3. Preocupação com ações de responsabilidade social e ambiental (geração de menos impactos sociais e ambientais);
  4. Capacidade de inovação;
  5. Histórico e evolução da empresa.


Através da análise do IPCM, é possível traçar o perfil de confiabilidade de uma empresa/produto ou serviço e consequentemente a percepção de valor dos clientes. Esta percepção refere-se ao valor atribuído pelos clientes ao serviço/empresa ou produto baseado no custo vs. benefício. Ou seja, mede-se a partir dos benefícios de uso ou a compra, em contrapartida aos custos de aquisição em comparação com a concorrência.


Uma das formas de você, gestor, entender qual o valor percebido que seus clientes têm de sua transportadora, é verificar ao longo do tempo de relacionamento com aquele cliente, quantas vezes ele voltou a solicitar os serviços da sua prestadora, se ao longo do tempo este cliente aumentou a demanda de pedidos ou passou a optar por serviços mais caros e com operação maior.


Estes são alguns indícios facilmente perceptíveis a médio e curto prazo, e dão a você a noção de como atender melhor aquele cliente e oferecer outras soluções para fidelizar cada vez mais o seu público alvo.


É importante ressaltar que este valor percebido pelo seu cliente é variável e se modifica de acordo com o estágio da relação entre ele e sua empresa/produto. Isso significa por exemplo que na pré-venda este valor pode ser menor que na pós-venda.


Mas se este valor percebido é variável, de que forma uma empresa de transporte de cargas pode mantê-lo favorável? Como reverter esses índices em bons resultados de vendas?


Pensando no desenvolvimento da sua operação de transportes, separamos 4 dicas de como aumentar a percepção de valor dos seus clientes:


  1. Invista em constantes melhorias nos seus serviços e produtos, porque a qualidade do que você oferece será seu grande diferencial. Por exemplo, o uso de softwares que oferecem informações de alta qualidade em tempo real farão toda a diferença no dia a dia dos seus clientes;
  2. Destaque seus procedimentos de alta performance como o cumprimento dos prazos de entrega eficiente, e evidencie como sua empresa faz isso (softwares de otimização e gerenciamento, organização diferenciada das equipes de transporte etc);
  3. Crie cases de sucesso. Contate seus clientes mais antigos e produza depoimentos ressaltando o porquê da sua empresa se destacar em relação à concorrência;
  4. Valorize as ações de otimização, agilidade, exclusividade e eficiência de sua empresa/serviço/produto, utilizando a tecnologia como aliada, como por exemplo sistemas de TMS modernos que ofereçam a possibilidade do seu cliente gerenciar todas as operações sem a necessidade da intervenção de intermediários;
  5. Evidencie o histórico e a evolução da sua transportadora e dos seus serviços, demonstrando as razões pelas quais você pode oferecer a melhor opção para solucionar as demandas de sua clientela.

A Hive.cloud conta com uma plataforma moderna e diversas soluções operacionais 100% online para dinamizar os serviços da sua empresa. Experimente agora nossas soluções, e tire suas dúvidas na hora.

Por: Taísa Silveira

CFOP: Utilização e características

Você já parou pra pensar como estamos cercados por códigos? Somos identificados por códigos pelos números do RG e CPF, nossos veículos também possuem códigos, a numeração das placas, os nossos produtos são identificados pelos códigos de barra, entre outros milhares de números que nos cercam.  

Nas atividades fiscais não são diferentes, várias operações possuem códigos numéricos que servem para classificar diversos tipos de procedimentos.




Definição


O CFOP - Código Fiscal de Operações e Prestações é um código numérico que serve para identificar se uma operação é Estadual, Interestadual ou com o Exterior, e ainda se é operação de compra ou venda de mercadorias e ou prestação de serviços.  Esse código é composto de quatro dígitos, começando por 1.000 até 7.949. Os primeiros dígitos são chamados de sufixos e definem os grupos e a natureza da operação, ou seja, se é uma “Entrada” (compra) ou “Saída” (venda) de mercadorias e serviços.

Os códigos de entrada começam nas seguintes numerações: 1.000, 2.000 e 3.000 e os de saída por 5.000, 6.000 e 7.000.

Observe abaixo as descrição das operações e prestações para descobrir sobre qual se tratam os seus serviços:


ENTRADA
Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o estabelecimento remetente esteja localizado na mesma unidade da Federação do destinatário.
2.000 – ENTRADA E/OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE OUTROS ESTADOS : Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o estabelecimento remetente esteja localizado em unidade da Federação diversa daquela do destinatário.
3.000 – ENTRADA E/OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DO EXTERIORClassificam-se, neste grupo, as entradas de mercadorias oriundas de outro país, inclusive as decorrentes de aquisição por arrematação, concorrência ou qualquer outra forma de alienação promovida pelo poder público, e os serviços iniciados no exterior.


SAÍDA
5.000 - SAÍDAS OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS PARA O ESTADO: Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o estabelecimento remetente esteja localizado na mesma unidade da Federação do destinatário. 
6.000 - SAÍDAS OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS PARA OUTROS ESTADOS: Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o estabelecimento remetente esteja localizado em unidade da Federação diversa daquela do destinatário.
7.000 - SAÍDAS OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS PARA O EXTERIOR: Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o destinatário esteja localizado em outro país.

Em que o CFOP é utilizado?


O CFOP é utilizado na emissão de notas fiscais, Conhecimento de Transporte eletrônico (CT-e) declarações fiscais, guias e escrituração de livros fiscais.  Também serve para identificar se a nota fiscal recolhe ou não os impostos, tais como o ICMS e também para registro fiscal de estoque. Enfim, é obrigatório que se informe o CFOP em todo documento fiscal da empresa.  

Normalmente, ao realizar uma Compra de mercadorias, na Nota Fiscal enviada pelo seu fornecedor, o CFOP constante começa com o dígito 5 ou 6. Mas, ao tentar indicar este CFOP no momento de cadastrar esta Nota no Sistema, o CFOP da Nota Fiscal não é aceito.

Isto ocorre por que o CFOP segue uma lógica onde:

  • Quando iniciado com os dígitos 5 ou 6 (Ex: 5.102, 6.101, 5.101), indica que a operação efetuada é uma Saída;
  • Quando seu fornecedor gerou esta nota fiscal, ele estava realmente realizando uma operação de saída. 

Logo, o CFOP realmente deve começar com um destes dois dígitos.

Mas, quando você vai realizar o cadastro no sistema, está realizando uma operação de Entrada. Visto que é uma operação de Entrada, o CFOP que você deverá indicar deve começar com 1 ou 2.

Exemplo:

Seu fornecedor lhe fez uma venda, indicando o CFOP 5.102 na nota fiscal. Ao realizar a Entrada, você provavelmente indicará o CFOP 1.102.

Uma outra questão importante é a variação entre 1 e 2 / 5 e 6.

Nas Entradas, deve-se usar:

  • 1 quando o endereço do seu Fornecedor é do seu Estado (UF) - Ex: Você se encontra em MG e seu Fornecedor também.
  • 2 quando o endereço do seu Fornecedor é de fora do seu Estado (UF) - Ex: Você se encontra em MG e seu Fornecedor em SP.


Nas Saídas, deve-se usar:

  • 5 quando o endereço do seu cliente é do seu Estado (UF) - Ex: Você se encontra em MG e seu cliente também.
  • 6 quando o endereço do seu cliente é de fora do seu Estado (UF) - Ex: Você se encontra em MG e seu cliente em SP.

Caso seja escolhido o CFOP errado no documento fiscal, a empresa pode ter sérios problemas, desde multas, retrabalhos com emissão de carta de correção para a nota fiscal, até retenção da mercadoria e ou do veículo num posto fiscal de fronteira.

Sendo assim é muito importante a utilização de softwares que facilitem a escolha correta do CFOP na emissão dos documentos fiscais através da automatização.

Todos os produtos da plataforma Hive.cloud possuem cálculos automáticos do CFOP para os casos standard e você pode experimentar gratuitamente.

Acesse aqui o Hive.cloud CT-e e utilize gratuitamente.

Aprenda o que é margem de contribuição e como avaliar na sua operação

O faturamento é um dos assuntos mais presentes no dia a dia de uma operação de transportes. Mas mais importante do que o faturamento, é conseguir avaliar um indicador chave: a margem de contribuição.

Assim como o Ganho Bruto, a Margem de Contribuição apresenta o quanto o lucro da venda de cada produto contribuirá para a empresa cobrir todos os seus custos e despesas fixas, chamados de custo de estrutura, e ainda gerar lucro. Com base nisto você pode calcular a quantidade mínima de produtos que precisará vender. Ou seja, de maneira bem simples, é quanto sobra de receita para pagar os custos fixos e, consequentemente, ter lucro após as vendas, ou seja, indica quanto de receita sobra após o desconto dos custos diretos.

O lucro próprio de cada produto/serviço vendido é como um pequeno “tijolo” que ajuda a compor o resultado final da empresa.

Cálculo da Margem de Contribuição


Para encontrar a Margem de Contribuição, basta fazer a seguinte conta: valor das Vendas menos o valor dos Custos e Despesas Variáveis. Ou se preferir, pode usar a formula:
Margem de Contribuição = Valor das Vendas – (Custos Variáveis + Despesas Variáveis)

Exemplo

Imagine que sua empresa planeje vender 100 unidades de um determinado produto, a R$ 50 cada unidade. Para produzir cada unidade deste produto, sua empresa tem um custo de R$ 20 e mais R$ de despesas variáveis. Portanto, nossa Margem de Contribuição ficaria:


Fonte: treasy.com.br


Como calcular?

Para realizar os cálculos da Margem de Contribuição é preciso conhecer alguns conceitos base. O primeiro deles é compreender a diferença entre custos, gastos e despesas.

Custo


Todo investimento que uma empresa precisa fazer para produzir um produto ou oferecer um serviço é chamado de custo. Sem esse valor, não é possível dar início ou continuidade às vendas. Para aumentar a quantidade produzida, em geral, é preciso aumentar o custo da empresa.

Aqui também podemos definir o conceito de “preço de custo”, que é o valor mínimo gasto pela empresa para fabricar determinado produto. Se o material for vendido a preço de custo, a empresa não tem nenhum lucro. Em cima do preço de custo, é calcular o preço de venda – a diferença entre os dois é lucro.

Exemplos: matéria-prima, água, eletricidade da produção, depreciação de maquinário, embalagem.


Despesas


As despesas englobam tudo aquilo que a empresa precisa ter para manter o funcionamento da estrutura mínima. São valores investidos na área comercial, administrativo, marketing, recursos humanos. As despesas não têm ligação direta com a produção de novos itens que serão vendidos pela empresa, mas podem ter influência no aumento da receita.


As despesas podem ser divididas em duas categorias:


  • Fixas: que não variam com a quantidade de bens ou produtos vendidos pela empresa, como material de escritório.

  • Variáveis: varia com a quantidade de produtos produzidos pela empresa, como comissão de vendedores.

Exemplos: salários, material de escritório, telefone, aluguel, comissão de vendedores, compra de publicidade.

Gastos


Gastos são os valores que a empresa não previu no orçamento, mas que precisa investir para continuar a produção. Como um gasto é imprevisível, não é possível de ser repassado no preço do produto, portanto, a empresa precisa arcar com o prejuízo.

Exemplos: substituição de peça com defeito, assistência técnica.

Cada atividade empresarial, em função da sua natureza operacional e das características comerciais que pratica, apresenta diferentes valores que representam custos e despesas, os quais precisam ser analisados um a um, para serem definidos pela condição de variáveis ou fixos.


Por que chamamos então de margem de contribuição?


Margem porque é a diferença entre o Valor da Venda (preço de venda) e os Valores dos Custos e das Despesas específicas destas Venda, ou seja, valores também entendidos como Custos Variáveis e Despesas Variáveis da venda.

Contribuição porque representa em quanto o valor de cada venda contribui para o pagamento das Despesas Fixas e também para gerar Lucro.

Através de um bom software de gestão de transportes, é possível controlar todas as etapas de uma operação de transportes, inclusive do momento em que há o faturamento para comparar os dispêndios realizados durante todo o processo. 

Com o Hive.cloud TMS, você pode ter uma visão clara das operações, controlar e calcular automaticamente cotações de frete, rastrear as entregas e fazer análise de desempenho e rentabilidade - tudo dentro da ferramenta. E mais: você ainda pode conhecer e experimentar gratuitamente agora mesmo. Acesse aqui

Entenda o que é passivo fiscal e como trabalhar com transportador autônomo

Analisar os riscos tributários pode surpreender as empresas na hora de abrirem capital ou contratarem autônomos. Considerando o mercado e a competição atual existente, grande parte das transportadoras precisa revisitar suas contabilidades fiscais.

Essa reavaliação pode mostrar que pontos considerados como riscos possíveis – e não contabilizados no balanço financeiro da empresa – se convertem em passivos fiscais, a serem registrados e recolhidos.

O que é passivo fiscal?


Passivos fiscais são despesas que envolvem um grau de incerteza quanto à sua ocorrência de forma efetiva. São todos os atos ou fatos que podem levar o administrador a ter um desembolso inesperado.


Não entendeu? Explicamos para você


Quando a empresa não tem uma conduta administrativa correta, ou seja, quando deixam de priorizar o pagamento dos tributos e atrasam dívidas postergando para o futuro, cometem um grande engano. Essas dívidas e tributos, também chamados de passivos fiscais, se acumulam com o tempo, virando uma grande bola de neve.

Nesse processo, muitos empresários perdem suas empresas e colocam tudo a perder rapidamente. E o problema não acaba com a falência. No caso do passivo fiscal acumulado, até os bens do dono podem ser penhorados.

Uma prática frequente de passivo fiscal é o não recolhimento dos tributos ao trabalhar com transportadores autônomos.

O trabalho com autônomos

Como sabemos, trabalhador autônomo configura toda pessoa física que exerce por si mesma, atividade econômica de natureza urbana, com fins lucrativos ou não. Sendo assim, o trabalhador assume os riscos da sua própria atividade.

Isso é essencial para que a empresa evite sofrer uma demanda trabalhista para reconhecimento de vínculo de emprego. Separamos abaixo também alguns pontos importantes que devem ser observados:


  • Observar se o TAC (transportador autônomo de cargas)  é pessoa física que tenha no transporte rodoviário de cargas a sua atividade profissional; Para isso, ele precisará comprovar documentalmente estar atendendo a outras empresas e clientes, fazendo os mesmos serviços que pretende prestar à sua operação.
  • Deverá comprovar ser proprietário, co-proprietário ou arrendatário de, pelo menos, 1 (um) veículo automotor de carga, registrado em seu nome no órgão de trânsito, como veículo de aluguel; É comum o suposto TAC informar que o veículo está no nome de um terceiro, até parentes seus (Pai, irmão, tio, etc.), mas deve ser exigido o registro no seu nome.
  • Comprovar experiência de, pelo menos, 3 (três) anos na atividade, ou ter sido aprovado em curso específico.
  • Não fazer o pagamento em conta de terceiros ou em dinheiro, sem vincular ao contrato de transporte. É preciso pagar como a ANTT regula, exatamente em nome do prestador.
  • Como o transporte rodoviário de cargas será efetuado além do contrato, recomenda-se que seja feito um conhecimento de transporte, que deverá conter informações para a completa identificação das partes e dos serviços e de natureza fiscal. Assim, você demonstra a especificidade daquele transporte prestado e a sua remuneração.
  • Não se deve tratar o TAC como seu empregado, ou seja, não deve usar farda, nem crachá, nem receber salário fixo, nem ordens de superiores, nem prestar serviços em horários definidos (expediente), não receber nenhuma ajuda de alimentação, de custo, plano de saúde, enfim, é preciso tratar o TAC como um autônomo.


Onde mora o perigo


Antes de tudo, é preciso estabelecer um contrato bem definido sobre a prestação de serviço que o autônomo irá fazer, e quanto será a renda bruta proveniente da sua atividade para a aplicação tributária.

A transportadora que contratar um autônomo deve observar:


  • As hipóteses de retenção na fonte (ISS, IR, INSS)
  • Se o autônomo está ou não sujeito à emissão de Nota Fiscal
  • Se o autônomo tem inscrição na prefeitura, e se recolhe ISS faturado (na emissão da NF) ou fixo
  • Avaliar se está sujeita à tributação de 20% sobre o bruto da prestação se não for empresa optante pelo Simples Nacional ou se o INSS não estiver incluso na alíquota do Simples.


Todos esses recolhimentos devem ser apresentados preferencialmente no RPA (Recibo de Pagamento a Autônomo). Se quiser saber como calcular os impostos do RPA, clique aqui

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Sua operação é padronizada? Entenda a importância disso

Para uma operação ser bem sucedida, é preciso que haja continuamente uma avaliação dos processos implantados seja com armazenagem, transportes ou produção.
Se você não revisa os processos para avaliar possíveis ajustes e fazer manutenções só a implantação de um bom sistema não irá atender as suas necessidades.

É importante estar atento à operação para reduzir a variabilidade desses processos, sem prejudicar a flexibilidade. Seus serviços precisam sempre atender as expectativas dos clientes, e em muitos casos, ao menor custo possível. Isso pode ser feito através da padronização.

Mas por que padronizar?

Antes de tudo: Padronizar não implica em mudar as rotinas, torná-las monótonas aos trabalhadores ou estabelecer normas rígidas, perdendo a criatividade ou a flexibilidade. A definição de métodos de processo, formulários, documentação, facilitam nossa vida, reduzem o tempo e minimizam os erros. Quando padronizamos criamos uma identidade, mas é importante nenhuma padronização deve engessar uma atividade ou processo.

Criar padrões é necessário para que um ou mais processos isolados possam desenvolver uma cultura de qualidade. Com a utilização da Tecnologia da Informação naatualidade, os processos produtivos e gerenciais mais complexos recebem o auxílio da automação das etapas, e se receberem padronização, os registros de forma física e eletrônica acabam introduzindo formalmente o treinamento no trabalho realizado.

O estabelecimento de um padrão processual em uma transportadora traz benefícios importantíssimos. Listamos abaixo os quantitativos e os qualitativos:

Qualitativos, que permitem:

      ·        Consistência de qualidade
·         Utilizar adequadamente os recursos (equipamentos, materiais e pessoas)
·         Uniformizar a produção
·         Facilitar o treinamento das pessoas, melhorando seu nível técnico
·         Registrar o conhecimento tecnológico
·         Salvaguardar o know-how da organização e
·         Facilitar a contratação ou venda de tecnologia

Quantitativos, que permitem:
·         
     ·     Aderência ao plano de entrega
·        ·         Reduzir o desperdício
·         Padronizar componentes
·         Padronizar equipamentos
·         Reduzir a variedade de produtos
·         Aumentar a produtividade
·         Melhorar a qualidade e controlar processos

É fundamental melhorar o fluxo de atividades para garantir a adequação da logística às mudanças que acontecem no mercado e apresentar os principais diferenciais competitivos de um prestador de serviços de transporte.

Como saber se estou precisando de padronização?
Separamos cinco itens abaixo para que você possa verificar se a sua operação está precisando de padronização dos processos:

·         Você está tendo duplicidade de conferências sobre a mesma atividade?
·         Quantas ocorrências erradas de entregas?
·         Quantos caminhões estão parados sem necessidade?
·         Você está tendo retrabalho na preparação e carregamento das cargas?
·         Sua ordem de prioridade de entregas está confusa?
·         Seus custos de pedido, manutenção e estoque aumentaram recentemente?

Utilize o software ideal


Parte de uma boa padronização é contar com um software adequado para manter o controle das informações sobre etapas, documentos e garantir aos seus clientes um acompanhamento em tempo real das operações e entregas. A Hive.cloud possui softwares que visam otimizar a sua operação, garantir o seu diferencial competitivo e promover o crescimento da sua empresa. Conheça agora mesmo