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04 Tendências para o Setor de Transportes em 2017


O ano de 2017 se inicia com melhores perspectivas para o setor de transportes, quando comparado ao ano passado. Segundo a Sondagem Expectativas Econômicas do Transportador 2016, realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), 47,7% dos empresários esperam obter receita bruta maior neste ano e 48,8% confiam que haverá melhor desempenho da atividade econômica para os próximos anos.
Por um lado, o ajuste fiscal realizado pelo novo governo federal, com mais investimentos em infraestrutura de transporte, traz mais confiança e otimismo para os empresários do setor. Por outro lado, também se faz necessária uma contrapartida do transportador, que deve investir mais em inovação para se consolidar como referência e oferecer um diferencial válido para os clientes desse mercado.
Neste artigo, apresentamos para você quais são as 04 maiores tendências para o setor de transportes em 2017. A partir delas, você conseguirá definir com mais facilidade onde investir seus recursos na busca por maiores resultados para este ano. Confira nossa lista!

Tendência #1 - Utilizar uma ferramenta de acompanhamento integrado

Com a popularização das plataformas e processos digitais, diversas ferramentas surgiram para auxiliar na gestão de atividades de uma transportadora. Desde o setor comercial ao operacional, do financeiro à logística, hoje é possível contar com o auxílio de diversas ferramentas digitais. O cuidado aqui deve ser com o tipo de ferramenta que sua empresa deve contratar.
Utilizar uma ferramenta para cada setor ou funcionalidade pode, muito mais, pulverizar as informações do que facilitar seu acesso e gestão. Por essa razão, a escolha de uma única ferramenta capaz de realizar o acompanhamento integrado de todos os processos da empresa torna-se uma decisão estratégica, capaz de proporcionar mais eficácia e, assim, gerar um aumento na produtividade.  
Um software que ajuda a garantir que a frota, a carga e os documentos do fisco estejam organizados para realizar as entregas auxilia, consequentemente, a otimizar o faturamento. Por essa razão, é uma tendência para o setor de transportes em 2017 investir em uma única ferramenta de acompanhamento integrado dos processos, que ofereça uma visão clara do andamento de todas as operações, com informações detalhadas sobre as atividades que a empresa está realizando, tudo isso de maneira que qualquer transportador seja capaz de usar.

Tendência #2 - Intercâmbio de documentações – EDI

O intercâmbio eletrônico de dados, ou EDI, tem se colocado como uma exigência cada vez maior entre os clientes que contratam transportadores. Por essa razão, investir em uma ferramenta que realize o intercâmbio de dados de maneira rápida, precisa e segura é uma das tendências para o setor de transportes em 2017. O mercado tem exigido suporte aos principais padrões, como NOTFIS, CONEMB, OCOREN e DOCCOB, e possuir uma ferramenta que integre todas essas opções será indispensável.
Não se preocupar com o intercâmbio eletrônico de dados pode levar seu negócio a perder importantes contratos e, a longo prazo, perder espaço no mercado para concorrentes que ofereçam este serviço.
Outro benefício de investir no EDI está na praticidade e economia que essa opção pode representar. A facilidade de compartilhar arquivos de maneira digital gera uma economia de deslocamentos e agiliza o acesso à documentação dos serviços contratados, o que, inclusive, nos leva à próxima tendência para 2017.

Tendência #3 - Apresentar um serviço diferenciado de seus concorrentes

Qualquer empresa que deseja sobreviver no mercado em que atua precisa oferecer ao seu público um serviço diferenciado, que seja percebido como único por seus clientes. Em 2017, as tecnologias digitais devem se destacar como ferramenta de auxílio para gerar serviços diferenciados e otimizados, através do refinamento e da automação dos processos.
Hoje você já pode contar com sistemas inteligentes capazes de gerar informação sobre o status de cada operação e enviá-la, em tempo real, para que o requerente do serviço acompanhe todos os detalhes da entrega. Seus clientes podem ser informados sobre embarque, desembarque e coletas, incluindo dados sobre a integridade das embalagens ou se o motorista esteve no local, mas não encontrou o destinatário.



Oferecer informações diferenciadas aumenta o nível de confiabilidade no serviço prestado pelo transportador, o que acarreta o aumento da taxa de fidelidade entre os clientes, que voltam a fazer negócios com a transportadora que ofereceu o melhor atendimento.

Tendência #4 - Relatórios de desempenho automatizados

O monitoramento do desempenho das transportadoras costuma ser uma das principais preocupações dos gestores da área de logística. Uma das tendências para o setor de transportes em 2017 será adotar sistemas digitais inteligentes para auxiliar esse processo e torná-lo cada vez mais eficiente.
Os softwares capazes de gerar dados objetivos e claros sobre os resultados dos processos operacionais das transportadoras têm se mostrado grandes aliados dos gestores na tarefa de otimizar o desempenho geral da empresa. Ao fornecer dados como: número de entregas, porcentagem de entregas dentro do prazo, média de dias para recebimento, taxa de ociosidade, valores relacionados ao frete, dentre outros, um bom software pode se tornar o maior aliado do empresário ou gestor do ramo de transportes.
Além de adotar um sistema capaz de fornecer relatórios de desempenho, é preciso definir os indicadores a serem analisados – os Key Performance Indicators (KPIs). Os mais comuns são: OTIF (On Time In Full), que identifica se o produto foi entregue na data ou horário estabelecido com o cliente; Mark-up, o método empregado para calcular o preço de venda do frete, tendo como base o custo da empresa; o prazo médio de recebimento; a margem de contribuição; dentre outros. É preciso identificar os melhores indicadores para o seu negócio e buscar por uma ferramenta que permita estudar o desempenho de cada uma delas ao longo do tempo.

Gerenciamento centralizado

Realizar um gerenciamento eletrônico centralizado das atividades da transportadora, como vimos, é, em resumo, a maior tendência para o setor de transportes em 2017. Como sua empresa já está usando os softwares de gestão operacional? Você pode deixar seu comentário aqui abaixo nos contando qual será sua maior aposta para se diferenciar em 2017!

Para utilizar uma forma simples e visual de gerenciar sua transportadora e encantar seus clientes, conheça nossa Ferramenta Hive.cloud TMS.


Sua transportadora está preparada para o fim do emissor da Sefaz?




A partir de 2017 os transportadores que ainda utilizam o emissor de CTe da Secretaria da Fazenda - SEFAZ estão correndo sérios riscos de atrasar suas operações de transportes ou receber multas por ausência de documentos adequados. Isso porque a partir de 1º de janeiro de próximo ano o emissor da Sefaz será descontinuado e o download será bloqueado.
A partir data data, a Secretaria da Fazenda não fará mais atualizações no software nem corrigirá as falhas do programa, tornando o programa totalmente inutilizável. Portanto, o ideal é que as empresas de transportes não deixem para se adequar a essa mudança no final do prazo, afinal o Conhecimento de Transporte é uma peça obrigatória de seus serviços.
Em nota, a Sefaz justificou a medida pelo fato de 97% das emissões de CTe atualmente serem feitas por software de fornecedores especializados. Entretanto, mais de 50% das empresas, estas de pequeno e médio porte, ainda usam o emissor de CT-e da SEFAZ, o que é uma grande preocupação.

Críticas ao Emissor de CT-e da SEFAZ

Criado em 2006, o emissor da SEFAZ foi lançado após a mudança de suporte dos documentos fiscais, que eram emitidos em papel e precisavam se tornar eletrônicos. Porém o programa foi bastante criticado pelos transportadores por acharem a plataforma muito complexa, pouco intuitiva e bastante lenta. Além disso, o softaware apresentava pouco material de treinamento e não era oferecido nenhum suporte técnico pela SEFAZ.
A solução que muitos encontraram para acabar com esses problemas foi adotar softwares privados que são mais práticos, fáceis e garantem aos transportadores uma equipe para ajudar na emissão.

A hora certa para escolher uma plataforma mais eficiente

Há um grande risco quanto a demora na migração para outros emissores de CTe. Muitas transportadoras estão deixando para a última hora a mudança dos softwares para emissão. Mas basta relembrar o que ocorreu quando a obrigatoriedade de emissão do conhecimento eletrônico foi determinada: uma apreensão quanto aos impactos que isso trará no fluxo de mercadorias. Muitos embarcadores têm receio de que haja atraso nas entregas, ou até mesmo retenção de cargas, por falta de documentação ou Conhecimentos emitido com erros. Portanto, para evitar transtornos mais a frente, muitas empresas de transportes têm sido orientadas a substituir IMEDIATAMENTE os emissores de CT-e da SEFAZ. A exigência tem partido inclusive dos embarcadores que estão apreensivos com o fim do emissor gratuito e o que isso pode causar.  

Como acertar na escolha do Emissor de Conhecimento de Transporte Eletrônico adequado?


Os principais pontos a serem considerados na escolha de um software para emissão de CTe são:

1)  O software oferece suporte a certificados do tipo A1 e A3?


O tipo mais comum de certificado digital utilizado pelos transportadoras que ainda usam o Emissor de SEFAZ é o certificado A3. Este certificado normalmente está contido em um cartão de certificação ou token USB.
Apenas alguns softwares oferecem suporte a estes certificados, portanto é importante verificar se o fornecedor escolhido dá suporte a este recurso, caso contrário, será necessário realizar a aquisição de um outro certificado.
2) O software auxilia no cálculo do ICMS e definição do CFOP?

A parte que gera mais dúvidas no preenchimento do conhecimento de transporte é a tributação do ICMS. A definição da alíquota adequada, as particularidades relacionadas a substituição tributária e redução de base de cálculo normalmente são as principais causas de erro no preenchimento. Portanto, este recurso pode ajudar a reduzir os riscos de falha na emissão do CTe.
3) O fornecedor oferece suporte 24 horas para resolução de problemas e orientações?
A principal vantagem de contar com um fornecedor especializado no segmento de transportes é poder contar com a assessoria técnica, não apenas sobre como usar o software, mas sobre o preencimento adequado do conhecimento. Como, em geral, as transportadoras operam em horário estendido e precisam cumprir os prazos de entrega, é fundamental ter a sua disposição, quando necessário, uma equipe técnica competente.
Desta forma, contar com suporte técnico 24 horas é decisivo na escolha do fornecedor adequado.

Principais fornecedores de software para emissão de conhecimento de transporte eletrônico

Atualmente, já existe, várias empresas que fornecem softwares para emissão. É Importante ficar atento, pois muitos softwares realizam a emissão do CTe, porém com o preenchimento inadequado dos campos, o que pode trazer graves prejuízos às transportadoras. Para evitar isto, é importante escolher um fornecedor com credibilidade.
Um dos principais fornecedores de software para emissão de conhecimento de transporte eletrônico é a empresa Hive.cloud. Com mais de 10 anos no mercado e 3000 usuários, através da plataforma Hive.cloud centenas de milhares de CTes são emitidos diariamente.
A plataforma Hive.cloud oferece uma licença completamente gratuita que permite a qualquer empresa se cadastrar e realizar a emissão de até 5 CTes por mês. Além disso o software Hive.cloud CT-e é o único emissor online que suporta tanto certificados digitais do tipo A1 quanto certificados digitais do tipo A3, por isso é a empresa mais recomendada pelos principais escritórios de contabilidade em todo o Brasil.
Os clientes da empresa ainda tem acesso a suporte técnico 24 horas por dia, 7 dias por semana, serviço fundamental para evitar atrasos nos embarques. Os interessados em se cadastrar e experimentar o emissor de CTe Hive.cloud podem se cadastrar no link abaixo e começar a usar o software imediatamente.
Preços e planos disponíveis
Em geral, os preços e pacotes disponíveis variam de acordo com a quantidade de emissões mensais de CT-e que é realizada pela transportadora. Alguns fornecedores, como é o caso da empresa Hive.cloud, oferece pacotes de emissão completamente gratuitos.
Há pacotes a partir de 30 emissões onde a transportadora tem acesso completo a plataforma, armazenamento ilimitado de CTes além de assessoria técnica e suporte 24 horas. Estes planos iniciam em R$ 49,00 mensais e variam de acordo com os pacotes escolhidos.
Informações detalhadas sobre os preços podem ser obtidos no site da empresa.

Não deixe para a última hora

A principal recomendação, tanto dos SEFAZ, como dos contadores e embarcadores é não deixar para a última hora. Analisar as opções disponíveis e ter tempo para experimente e escolher adequadamente um fornecedor é fundamental para garantir o funcionamento normal das operações das transportadoras.

Quadro de depoimentos: Mega Trans


Olá! Me chamo Donizetti Dias, sou diretor da empresa Mega Trans, uma empresa especializada em serviços logísticos. A Mega Trans oferece serviços personalizados de logística reversa e agenciamento de cargas. O foco da empresa é levar experiências de qualidade aos clientes, e por isso estamos sempre avaliando a satisfação dos serviços prestados frente aos clientes.

Em todas empresas de logística e transporte, uma das tarefas fundamentais e que os operadores mais se preocupam é a emissão de documentos fiscais. Após descobrir que o Conhecimento de Transporte se tornaria eletrônico, comecei logo a aprender como usar o emissor gratuito que a Sefaz disponibilizou pois, em hipótese alguma, nossas operações poderiam ficar comprometidas. Achei que a ferramenta seria fácil de usar e logo me adaptaria, mas tão logo acessei a plataforma vi que me enganei por completo. O emissor da Sefaz era tão confuso que parecia impossível terminar de gerar conhecimento. Quando finalmente terminava de preencher e ia validar o documento, sempre aparecia uma mensagem de erro e nunca conseguia finalizar o processo. A única pessoa que podia me ajudar na hora era a contadora. Mas ela também não conseguia entender como resolver os erros, e isso deu uma dor de cabeça terrível por alguns dias.

Nesse período, meu filho me mostrou o emissor Hive.cloud CTe, uma ferramenta que oferecia um período gratuito para experimentação. Por estar cansado de testar no da Sefaz e não ter resultado, tentei nesse programa. Diferentemente do emissor da Sefaz, eu conseguia emitir e validar os Conhecimentos de Transporte em poucos minutos e sem receber nenhuma mensagem de erro! Foi tão tranquilo que abandonei por completo os testes com o da Sefaz e passei a trabalhar com o Hive.cloud CTe. Quando meu número de emissões acabou, adquiri um plano e recebi de graça uma consultoria com a equipe da empresa, algo que veio bem a calhar e acabou com dúvidas que eu ainda tinha sobre o documento.

Desde então, só emito conhecimentos com o Hive.cloud CTe e sempre que tenho algum problema ligo para o suporte da empresa, que me atende muito bem e nunca me deixa com dúvidas. A interface do software é simples, os recursos de autopreenchimento agilizam meu trabalho, sem contar que ele é totalmente online! 


Hoje percebo que mudar para o Hive.cloud CTe trouxe agilidade para as operações da Mega Trans, pois, além de ser um software simples, recebo um suporte 24h que me auxilia na emissão e elimina minhas dúvidas tão logo elas aparecem. Hoje, digo com certeza que foi uma das melhores escolhas que fiz para minha empresa!

Sua transportadora se preocupa com a qualificação profissional dos funcionários?

Um dos maiores desafios de qualquer empresa que deseja prosperar é garantir funcionários qualificados e engajados nas atividades do trabalho. Incentivar seus funcionários, principalmente os que estão iniciando na empresa, a aprimorarem seus conhecimentos profissionais é uma atitude que todo líder ou gestor deve ter, pois o crescimento de um negócio está intimamente ligado ao desenvolvimento das pessoas que trabalham nele.

A IMPORTÂNCIA DA QUALIFICAÇÃO
Quando uma transportadora – ou qualquer outra empresa – apresenta com bastante frequência pequenos deslizes na operação, como o envio de informações erradas aos embarcadores ou preenchimento inadequado dos documentos fiscais, é possível que entre as causas, esteja o desconhecimento dos funcionários acerca dos procedimentos operacionais e das tecnologias utilizadas na operação.

Além da expertise técnica, o profissional que trabalha com transportes precisa estar ciente de questões tributárias, legais, fiscais etc, que envolvem as atividades da transportadora. Sem um conhecimento básico da legislação que regula o setor de transportes, dos tributos e impostos envolvidos na operação, das multas aplicáveis ao setor, é certo que irão surgir dúvidas com relação às atividades a serem executadas, atrasando o andamento das operações subsequentes.

COMO INVESTIR NA QUALIFICAÇÃO?
Oferecer capacitações e treinamentos é um dos procedimentos mais comuns que as empresas adotam para melhorar o nível de qualificação do seu quadro de funcionários. Porém, sabemos que nem todas as transportadoras possuem uma realidade que permite esses investimentos extras, mesmo que os resultados sejam extremamente positivos. Além disso, no momento delicado em que a economia se encontra atualmente, é provável que essa seja a última escolha de empresas que estão começando suas atividades no mercado.

Porém, não é apenas oferecendo cursos de ponta que uma empresa consegue qualificar sua equipe. Confira algumas alternativas boas e que vão se encaixar no orçamento de sua empresa:

  • Realizar treinamentos com o apoio dos funcionários mais antigos da casa, que já possuem uma bagagem de experiências e expertise suficiente para transmitir aos funcionários mais recentes.
  • Outra opção é divulgar entre os funcionários cursos online gratuitos ou de baixo valor. Na internet você encontra vários sites que disponibilizam conteúdo de forma acessível para sua transportadora.
  • Buscar treinamentos com pacote para empresas e a preços acessíveis. Vale a pena pesquisas e analisar consultorias ou empresas de educação profissional que estão começando agora, pois o valor geralmente é mais acessível.
  • Tão importante quanto conhecer assuntos técnicos é conhecer as operações da transportadora. Faça reuniões para apresentar aos funcionários o trabalho da empresa: os serviços oferecidos, os clientes atendidos, as metas de crescimento, o perfil do seu negócio.

Não se esqueça que ao realizar ações que promovam o crescimento dos integrantes da transportadora você estará também investindo no desenvolvimento de sua empresa, portanto não isso para depois! A Hive.cloud possui a plataforma de educação Hive.cloud EDU, com cursos gratuitos de qualificação para transportadores. Acesso a página do Hive.cloud EDU e confira agora!

Dicionário do Transporte: DACTE


Decorar e lembrar siglas não é uma tarefa fácil, e quem trabalha numa transportadora convive diariamente com expressões como CTe, MDFe e outras. Pensando nisso, no Dicionário do Transporte dessa semana vamos explicar sobre a sigla DACTE. Se você tem alguma dúvida sobre o que é e para que serve, confira abaixo nosso post!


O DACTE é abreviação de Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico e é uma representação gráfica do CTe. Esse documento serve para acobertar a prestação de serviço de transportes, e não substituiu o Conhecimento de Transporte. São funções suas:


  • Acompanhar a carga durante o transporte, fornecendo informações básicas sobre o serviço em andamento (valores, destinatário, emitente)
  • Auxiliar na escritura de operações registradas no Conhecimento de Transporte Eletrônico, quando o tomador de serviço não for um contribuinte credenciado para emissão de documentos fiscais eletrônicos;
  • Guardar a chave numérica com 44 posições para eventual consulta de informações do CTe (chave de acesso do documento).


O DACTE deve ser impresso em papel comum pelo emitente do CTe antes de iniciar o trânsito da carga.Todo serviço de transporte documentado por um CTe precisa sempre estar acompanhado do DACTE correspondente.


A parte mais importante desse documento é o código número da chave de acesso, que possui 44 posições, e o código de barras correspondente. Após a emissão é importante verificar se ambas as partes estão com a impressão em perfeito estado para evitar futuros problemas com postos de fiscalização.


Quanto ao sistema emissor do DACTE, a recomendação da Sefaz é que seja emitido a partir do mesmo sistema que gerou o CTe para evitar divergências entre o Conhecimento e sua representação gráfica.

A explicação ficou clara? Tem ainda alguma dúvida sobre essa expressão ou outras? Deixe sua resposta e sugestões nos comentários abaixo!



E-book - Como Gerenciar uma Transportadora?

Você tem um bom conhecimento sobre gerenciamento de transportadoras? Trabalha em uma e está querendo mais informações para melhorar sua performance e a de sua transportadora? 

Para garantir realizar uma boa gestão de sua transportadora e garantir sempre melhores resultados é preciso sempre aumentar o conhecimento sobre as atividades principais de sua operação. 

É com o objetivo de melhorar a performance de sua empresa que produzimos esse e-book, onde vamos falar sobre: 

  • Documentos Fiscais;
  • Gestão de Taxas de Frete;
  • Gestão da Informação
  • Monitoramento de desempenho;
  • Tecnologia da Informação
  • e mais assuntos relevantes para a gestão de sua transportadora!

Dicionário do Transporte – Expedidor

O ramo dos transportes exige dos profissionais um conhecimento bastante afiado dos conceitos que estão presentes no dia a dia da transportadora. Por exemplo, durante a digitação do CTe, não saber exatamente o que cada campo de preenchimento significa pode gerar complicações fiscais e atrasos de entrega prejudiciais para o funcionamento da empresa.

Uma das expressões que deixam dúvidas nos que estão adentrando numa transportadora e vão trabalhar com emissões de documentos é o Expedidor, e pensando nisso, hoje vamos explicar nesse texto quem ele é como identifica-lo no serviço de transporte.

Em linhas gerais, o expedidor é quem fica responsável por entregar uma carga a uma transportadora para que esta inicie o transporte, e quase sempre isso é feito por uma outra transportadora. Não são todos os tipos de transporte que admitem um expedidor no CTe, apenas os serviços do tipo Redespacho, Redespacho intermediário ou Serviço vinculado a multimodal.

Nos casos de redespacho, em que dois ou mais transportadores dividem o transporte, apenas o segundo, ao emitir o Conhecimento deve informar quem é o expedidor. Ex.: O transporte de uma carga de medicamentos vai ser realizado entre São Paulo e Rio de Janeiro por duas transportadoras. A empresa 1 vai levar a mercadoria da capital até Campinas, onde uma transportadora 2 irá receber para entregar no Rio de Janeiro. O CTe desse primeiro transporte não terá o campo expedidor preenchido. Quando a transportadora 2 for emitir outro conhecimento para efetuar seu transporte, aí sim o campo Expedidor deve ser preenchido com nome da transportadora 1, a responsável por expedir a carga.

Na situação de redespacho intermediário, em que três empresas estão presentes, a segunda e última transportadoras envolvidas no transporte são obrigadas a informar o expedidor, que nesse caso é primeira empresa, pois é ela de fato quem expediu a carga.  

Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Tem alguma sugestão para a série Dicionário do Transporte? Então deixe aqui embaixo nos comentários, e fique de olho nas próximas postagens!

Descubra como eliminar os erros no cálculo do frete

Numa transportadora, qualquer erro é bastante prejudicial para o funcionamento do negócio, afinal o serviço de transportes é bastante complexo e requer o uso de recursos de alto investimento, como combustíveis, caminhões, caminhonetes, manutenção de veículos etc. Por isso, essas falhas precisam ser constantemente monitoradas para evitar prejuízos ao seu negócio.

Não raro as transportadoras vivem tendo problemas com o cálculo de frete, e poucos erros podem ser suficientes para sua transportadora ficar no vermelho. As causas desses deslizes são muitas, e trazem consequências desastrosas. Se o transportador constantemente cobrar o preço errado de seus clientes, vai chegar num momento em que a empresa não terá receita suficiente para pagar em dia seus recursos, como funcionários, combustíveis, veículos etc. A situação pode ficar tão complicada, chegando até na falência do negócio. Uma situação drástica e que poderia ser evitada se o transportador cuidar dos problemas antes que eles virem uma bola de neve.


Automatização de cálculos das tarifas e impostos do transporte

São muitas as causas dos deslizes no cálculo do frete. Realizar essa atividade manualmente, por exemplo, é uma ação que, sem dúvida, faz o transportador fornecer um preço errado pelo seu serviço. Se ele utiliza muitas tarifas na sua tabela de frete, as chances de obter um valor errado aumentam. A solução nesse caso é automatizar o cálculo de fretes, evitando falhas decorrentes de distrações do transportador

Porém, além de automatizar o cálculo das tarifas do frete, é preciso automatizar o cálculo dos tributos, alíquotas e outras particularidades dos impostos que incidem no serviço, como o ICMS. Se o transportador não tiver um bom domínio sobre parâmetros fiscais que incidem em sua operação, sem dúvida vai falhar nesse cálculo, consequentemente gerando um preço final incorreto, tendo prejuízo da mesma forma, porém dessa vez com os impostos.


Elimine a digitação dos valores do frete

Mesmo fazendo a automatização através de planilhas ou outros sistemas de cálculo, ainda assim ainda há possibilidade do transportador errar no frete se, por exemplo, digitar incorretamente os valores das tarifas. Para reduzir as chances de erros decorrentes do preenchimento manual, é possível fazer a importação automática dos valores das tarifas usando tecnologia EDI.


Faça simulações, revisões e validações dos preços

Além de ajustar as partes operacionais do cálculo, o transportador também pode eliminar os erros fazendo simulações e revisões dos preços. Por ser um procedimento bastante simples, algumas transportadoras podem até ignorar, mas é uma ação bastante eficaz para evitar prejuízos a longo prazo. Realizar a simulação de transportes estaduais, interestaduais, nacionais, com cargas diferentes etc. vai ajudar a perceber se as configurações de cálculo em seu sistema estão corretas. E para garantir máxima certeza dos valores, faça valide as simulações internamente na empresa, e também externamente, com os clientes.


Pensar em soluções que evitem dores de cabeça desnecessárias no frete uma atitude que toda transportadora em busca do sucesso deve adotar. A adoção de ferramentas de gestão com recursos de calculo automático de frete é uma das melhores saídas para evitar

Como montar uma tabela de fretes?


Uma parte muito importante do serviço e que todo transportador precisa ter bem estruturada é a Tabela de Frete. Para conseguir arcar com as despesas de seu negócio, é preciso saber o que é essa tabela, qual sua função e como ela deve ser construída. Portanto, confira nosso texto elaborado para você tirar essas dúvidas.

Entendendo a Tabela de Frete

A Tabela de Fretes é a parte do contrato que indica quais os valores a serem cobrado por cada serviço que você oferece. Esses valores vão variar de acordo com as tarifas que sua transportadora utiliza.
Por exemplo, você pode cobrar o serviço pelo tipo de veículo e quilometragem, independentemente do peso da carga que você irá transportar. Ou você pode levar em consideração apenas a quilometragem a ser realizada. Enfim, essas escolhas vão variar conforme os tipos de serviço que você presta e as especificidades de cada um deles. É importante ressaltar que essas tarifas não são os valores do serviço, elas estão embutidas no preço do serviço que você oferece ao cliente.

Exemplos de tarifa da tabela de fretes

       Quilometragem rodada: nessa tarifa você cobrará um preço por cada quilometro feito ou conjunto de quilômetros feito. 
Ex: Se você precisa levar uma carga assegurada no valor de R$80,00 de Recife até João Pessoa, e cobra uma tarifa de R$0,75 por quilômetro rodado, vamos supor que a distância percorrida pelo caminhão será de 120km, o seguro da carga é 1% o valor dela, então o valor do frete vai ser de R$90,80 (R$90 da distância percorrida + R$0,80 do seguro)

             Peso e volume da carga: você pode calcular uma tarifa variando de acordo com o peso e volume da carga de seu cliente
Ex: Cobrando uma tarifa de R$0,60 por cada kg transportado, imagine que você vai levar uma carga de 150kg, e precise cobrar também uma Taxa de Dificuldade de Entrega (TDE) devido ao local de destino no valor de 3% do frete. O cálculo desse frete fica R$90 + R$2,70 (TDE) = R$92,70.

       Tipo de veículo do transporte: se você possui mais de um modelo veículo disponível para transporte pode cobrar tarifas diferentes para cada um.

Modelo de tabela de frete

Agora que você sabe o que é a tabela e como os valores do fretes são montados, veja um exemplo de tabela com os preços de um serviço de transporte por modal rodoviário:

Os preços dessa tabela de frete variam conforme o destino da entrega e o peso da carga, e possui ainda o valor de taxas extras como a do seguro da carga (Ad Valorem) e a taxa de GRIS (contratação de gerenciadoras de risco para a entrega).



Com uma tabela de fretes bem estruturada será mais difícil você ter prejuízos na receita de sua transportadora, pois ela é quem vai pagar toda ou grande parte dos recursos que sua empresa precisa para se manter e oferecer o serviço. Se você tem outras dúvidas sobre tabela de frete, deixe aqui nos comentários!

Como as generalidades do contrato de transporte afetam sua rentabilidade?

Todo contrato de prestação de serviço possui um conjunto de termos gerais chamado de generalidades. Por desatenção ou por achar que não são importantes, muitas transportadoras não dão a devida importância na hora de elaborar essas partes do contrato. Com esse texto você vai perceber como é fundamental estar pode dentro desses tópicos para não ter prejuízo na rentabilidade de sua empresa.

Essas partes são:
  •        Reentrega e devolução;
  •        Armazenamento ou fiel depositário;
  •        Valor da diária;
  •        Cobrança de tributos
REENTREGA E DEVOLUÇÃO
Quando o transportador não deixa claro quando um procedimento é caracterizado como reentrega ou como devolução, o cliente pode não querer pagar pelo transporte. Ex.: se você definir que a reentrega só pode ser feito após autorização por e-mail, caso você envie a carga com uma autorização por telefone, o cliente pode alegar que não foi feito conforme o combinado. Descubra a melhor forma de definir esses procedimentos tão corriqueiros no dia a dia da transportadora para evitar esforços improdutivos e pouco rentáveis.
ARMAZENAMENTO OU FIEL DEPOSITÁRIO
No contrato deve ficar claro quem será o fiel depositário, ou seja, aquele responsável por armazenar a carga quando ela estiver prestes a ser transportada. Defina também se pessoa que fará esse armazenamento ficará responsável por qualquer sinistro que ocorra com a mercadoria, pois nesse caso ela deve arcar com as eventuais indenizações que possam ocorrer. Em geral, o fiel depositário acaba sendo a própria empresa transportadora.
VALOR DA DIÁRIA
É possível que, em alguma entrega, o seu cliente solicite que o veículo possa aguardar até o dia seguinte para que seja efetuada a retirada das mercadorias. Nessas situações em que você precise oferecer um “recurso extra” de seu serviço, é preciso estipular um valor para o período desse trabalho. Essa cobrança geralmente é feita definindo o valor de uma diária que seu veículo ou outro recurso seu ficará retido para um cliente específico.


COBRANÇA DE TRIBUTOS
É ideal que o transportador tenha um planejamento tributário em sua empresa para evitar ônus fiscais desnecessários que comprometam a margem de lucro de seus contratos. O planejamento vai ajudar o empresário a saber quais responsabilidades fiscais deve cumprir, evitando gastos desnecessários com outras que não tem obrigações de cumprir perante a lei, além de gerenciar quando e como pagá-las. A tributação adequada no contrato gera um preço mais competitivo e menor risco de questionamento pelo fisco.
Com a atenção necessária a cada uma dessas particularidades, sua empresa pode ter um crescimento progressivo na qualidade do serviço e na margem de lucro no fim do mês. Se você tem alguma dúvida ou sugestão, deixe aqui nos comentários do blog!