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Quadro de depoimentos: CARLOG

Me chamo Gustavo Gomes e sou sócio-fundador da Carlog, uma empresa sediada em Contagem, Minas Gerais, que atua no mercado logístico mineiro especializada em transporte de cargas fechadas, fracionadas e perigosas. Contamos com uma equipe qualificada e atenta às necessidades de nossos clientes, e por esta razão estamos em constante aprimoramento de nossos processos operacionais.


Hoje em dia mais do que nunca, sabemos que uma das coisas mais importantes do processo logístico é posicionar corretamente nossos embarcadores acerca do status de suas cargas. Antigamente fazíamos esse procedimento através do preenchimento de planilhas no Excel, o que nos demandava muito tempo, além de ser um método pouco seguro.  


Tínhamos que alimentar as planilhas diariamente com as informações das cargas de cada cliente e para isso precisávamos ter um funcionário dedicado à essa atividade. Além de ser extremamente trabalhoso, ficávamos dependentes de um recurso pouco dinâmico e com eficácia limitada, pois se ocorresse um erro em alguma fórmula configurada, isso poderia apagá-la e acarretar na perda de informações essenciais.


Conhecemos o Hive.cloud TMS através da internet e logo nos encantamos pelas possibilidades que este software apresentava. O primeiro impacto positivo foi na rapidez que conseguimos nas emissões do CT-e e MDF-e, além de podermos fazer a averbação das cargas em poucos minutos. Isso foi um ganho de tempo considerável nas nossas operações.


Mas o que mais nos chamou atenção, foi justamente a forma como passamos a fornecer as informações do status das cargas aos nossos clientes. Com o Hive.cloud TMS temos acesso rápido e fácil aos relatórios e ao status de entrega das mercadorias, tudo de uma forma muito prática e fácil de usar. Podemos enviar as informações aos nossos clientes de uma forma muito mais organizada rápida e segura, sobretudo porque a plataforma é online, o que nos permite acessar os dados a qualquer momento e manter nossos embarcadores sempre atualizados do posicionamento da carga.

Isso nos trouxe mais agilidade em nossos processos operacionais e segurança sobre o armazenamento de nossos dados. Com o Hive.cloud TMS, passamos a ser referência para nossos clientes em qualidade de informações sobre o status de suas cargas.

Confira mais uma história de sucesso com o depoimento do Gerente Comercial da Belctrans!

Entenda os principais problemas de transporte de cargas no Brasil

Conheça as melhores soluções para grandes problemas do transporte de cargas no Brasil

Entenda os maiores problemas enfrentados pelos de transportadores de cargas no Brasil e saiba como resolvê-los sem dores de cabeça


A maioria das empresas que operam com transporte de cargas sofre com os mesmos problemas operacionais, que vão desde a dificuldade em cumprir os prazos determinados, mal atendimento dos prestadores de serviço, avaria nos produtos, contratempos para a emissão dos documentos fiscais eletrônicos ou certificados digitais, à escassez de informações sobre os procedimentos durante o deslocamento das encomendas.


Porém a maioria dos casos podem ser solucionados com medidas simples e eficazes, otimizando o tempo dos procedimentos, o que impacta diretamente na qualidade dos serviços prestados. Uma das maneiras de resolver a falta de informações acerca do trajeto das cargas, por exemplo, é o uso de softwares de gerenciamento como o TMS (Transportation Management System), que permitem o cliente controlar toda a operação de transporte de forma integrada ao sistema da empresa transportadora. Muitas vezes o próprio atendimento dos prestadores de serviço é deficiente, o que atrapalha mais ainda o cliente de acompanhar suas cargas durante o transporte, através deste software esse problema diminui consideravelmente.


O TMS pode utilizar o ERP (Enterprise Resource Planning) que agrega os sistemas funcionais e sistêmicos, que vão desde as finanças, contabilidade, ao processamento de transações fiscais, informações gerenciais da empresa etc, num mesmo ambiente virtual. Utilizando o software TMS integrado ao ERP, é possível por exemplo, emitir documentos fiscais eletrônicos através do sistema financeiro e fiscal, o que significa que ao emitir uma CT-e ou NFS-e tudo ficará registrado no software, dispensando a impressão em papel desses documentos.


Outro problema que aflige os transportadores é saber as condições em que se encontram as cargas durante as operações, e o passo-a-passo das atividades relacionadas a ela. O TMS também pode ajudar você transportador a resolver essa situação, pois através deste software, é possível verificar em tempo real via web o deslocamento da sua carga e com isso ficar atento aos possíveis atrasos e reportar imediatamente alternativas. Sistemas de roteirização podem ser grandes aliados na hora de cumprir os prazos das entregas e evitar transtornos imprevistos pois ele aponta as melhores rotas para o motorista percorrer em relação ao tempo gasto e o prazo de entrega.



Alguns sistemas de TMS, permitem inclusive que o trasportador reporte inconsistências e sinistros que ocorreram durante a operação de transporte tais como divergências entre cargas embarcadas e cargas entregues, quantidade de produtos avariados, problemas na estrada, nos postos fiscais etc. Desta forma o cliente terá um controle maior de suas operações e as condições para a chegada de suas encomendas no destino final.


Mais um contratempo que pode ser resolvido através do uso de software é conflito acerca das informações de armazenagem, quantidade de produtos, fluxo de produção, controle de pedidos, inventário e entrada/saída de mercadorias em armazéns de estocagem. Muitas vezes as empresas utilizam soluções pouco confiáveis para gerir dados tão essenciais na gestão do seu negócio, como planilhas e relatórios que agrupam uma quantidade sem fim de informações. Através do WMS (Warehouse Management), pode-se controlar tudo online através da integração dos sistemas utilizados pela empresa e seus clientes/fornecedores/parceiros.

Já imaginou conseguir resolver todos esses problemas de maneira rápida e eficaz para sua empresa? Experimente aqui nossas soluções simples, práticas e 100% online, e evite as dores de cabeça que insistem em aparecer na sua operação.

Por:Taísa Silveira

Tecnologia no Transporte de Cargas: Você pode estar ficando para trás

O transporte rodoviário de cargas é sem dúvidas uma das atividades fundamentais da cadeia de suprimentos nos dias atuais. Tanto destaque no setor agregou a implantação da Tecnologia de Informação como ferramenta primordial nas empresas de condutores. A tecnologia ajudou a quebrar paradigmas na maneira como os negócios são concebidos transformando radicalmente o campo de gestão, organização e distribuição de serviço ao cliente, nas empresas de transportes.

Em um cenário de grande competitividade no mercado, onde empresas buscam aperfeiçoar seus processos, é exigido aos donos de transportadoras que procurem alternativas para driblar a concorrência e se manterem ativos na qualidade de prestação de serviços. Umas das principais soluções encontradas é a implementação de softwares, criados pelas Tecnologias da Informação (TI) e Comunicação (TC) que vem crescendo em muitas condutoras, pois além de ajudar na economia de redução de custos, também garante ganhos de operação logística com agilidade dos serviços.

As principais ferramentas de tecnologia adotadas para as operações de condutores se aplicam no Sistema de gerenciamento de transportes (TMS), Sistemas de rastreamento e monitoração, Sistemas de roteirização de veículos e Sistemas de gerenciamento de armazéns (WMS).

Sistema de gerenciamento de transportes (TMS)

A principal função desta ferramenta é o controle e a medida de desempenho de cada operação, com fornecimento em tempo real através do GPS. O beneficio no gerenciamento de transportes se aplica à gestão de frotas e de fretes, permitindo ao usuário controlar as operações de custos de forma integrada. Desde o cadastro de documentações burocráticas como o controle de funcionários, estoque de peças, materiais de consumo, até o calculo de fretes, tabelas e emissão de relatórios de desempenho.

Sistemas de rastreamento e monitoração 

Este sistema permite a instalação de um rastreador por satélite onde cada caminhão é rastreado através de uma central da própria transportadora, por meio de software instalado no escritório. O objetivo é o acompanhamento da frota em tempo real com controle do tráfego, velocidade percorrida do motorista e também, evitar atraso de entregas.  Deste modo a média de entregas é mantida, garantindo assim segurança ao condutor em caso de roubos de cargas

Sistemas de roteirização de veículos

Possibilita alternativas de trajetos com mapas digitalizados, evitando rotas desnecessárias que podem acarretar prejuízos para a empresa e desgastes maiores aos caminhões. Auxilia também na redução da distância total percorrida para uma melhor precisão nos prazos de entrega.

Sistemas de gerenciamento de armazéns (WMS) 

Administram fluxos de entregas, recebimentos, armazenagem, separação e expedição de mercadorias, definindo facilidade de localização dentro do deposito.  É um sistema muito eficiente com softwares que melhoram as operações do armazenamento, com um alto nível de controle e rastreamento na movimentação das mercadorias.


Apesar de algumas empresas apresentarem dificuldades em implementar a inovação tecnológica pela falta de infraestrutura e planejamento de longo prazo por parte de alguns empresários, é importante destacarmos a evolução da logística neste processo de qualidade de produção no ramo da tecnologia de transportes. A eficiência e rapidez oferecida, auxilia na redução de custos e otimização do transporte rodoviário. Usar de ferramentas adequadas que atendam as necessidades de cada empresa é primordial para um melhor desempenho da funcionalidade nas operações no dia a dia das transportadoras.  Todas as ferramentas citadas na estratégia de operações promovem o controle de estoque com segurança nas restrições de circulação, horários e limite de peso
.


Para um melhor entendimento, a Hive.cloud possui plataformas que garantem as principais necessidades das transportadoras. Acesse nosso site e experimente grátis nossos produtos!

Cotação de fretes: como garantir o lucro na operação da sua transportadora

Em operações de e-commerce e de vendas remotas, como televendas, um dos maiores desafios é o cálculo adequado do valor a ser cobrado para o frete. Muitas empresas de logística, ao prestarem esses serviços, podem deixar de considerar uma série de critérios na determinação de seus preços, fazendo com que a operação possa até mesmo ser deficitária em relação a uma série de custos existentes.
A demora na cotação, ou um valor excessivo, podem resultar na perda da oportunidade de prestação do serviço de transporte. Por esse motivo, uma cotação rápida e precisa é essencial para o bom desempenho de uma empresa de logística.
Mas como saber se o valor a ser estabelecido para o frete de uma mercadoria está adequado? A primeira coisa a fazer é avaliar se todas as variáveis estão realmente sendo levadas em consideração.

Entenda a origem dos valores

Diferentes empresas de logística podem adotar diferentes critérios para o estabelecimento de valores de frete. Até certa medida, isso está correto, pois conforme o modelo de operação da empresa, alguns fatores serão mais determinantes do que outros na hora de estipular o valor do serviço.
De forma geral, entretanto, o valor do frete é estabelecido a partir dos seguintes elementos:
  • Peso e volume: tanto o peso da mercadoria a ser entregue como o seu volume (decorrente de suas três dimensões) são aspectos que devem ser levados em consideração na hora de formular o preço. O peso pode impor limites no tanto de carga a ser transportado, assim como o volume, devido aos limites físicos dos veículos. Uma técnica muito comum é a utilização do maior valor entre o peso bruto da carga  e o seu peso cubado (distribuído por seu volume). Por exemplo, se a carga pesa 10 kg e ocupa 2 m³, e as tarifas (hipotéticas) são, para um determinado percurso, R$ 10 por kg e R$ 30 por kg/m³, teríamos um valor de R$ 100,00 pelo critério do peso bruto (10 kg x R$ 10/kg) e R$ 150,00 pelo critério do peso cubado (10 kg / 2 m3 x R$ 30 kg/m³). Dentre os dois valores, prevaleceria o maior (R$ 150,00).
  • Valor da nota fiscal: o valor da mercadoria pode ter um impacto no valor do serviço prestado, pois as mercadorias não podem ser tratadas levando em conta apenas suas características físicas. O valor da mercadoria afeta valores de seguro de cargas, e por esse motivo devem ser uma das variáveis de entrada no cálculo do valor do frete.
  • Distancia percorrida para a entrega: a distância entre o local de origem e o de destino é mais uma das variáveis que devem ser consideradas para o cálculo do valor de frete, pois para muitas empresas, o valor é estabelecido a partir de uma tabela que considera a quantidade de quilômetros percorridos. De fato, a distância tem um impacto no número de pedidos que a empresa irá conseguir realizar com uma mesma quantidade de veículos e, portanto, deve ser considerada na formulação do valor do frete.

Incidências

Além dos fatores considerados na formulação do preço, é preciso levar em conta a possibilidade de algumas taxas adicionais incidirem sobe o valor do frete. Vejamos algumas delas:
  • GRIS (Gerenciamento de riscos): essa incidência está associada às medidas de combate ao roubo de cargas e, portanto, relaciona-se ao valor dos itens em transporte. Pode compreender também o custo do seguro facultativo de desvio de cargas.
  • Ad valorem: também conhecido como frete-valor, é uma taxa sobre o valor da mercadoria, associado aos riscos de avarias durante o transporte ou transferência das mercadorias. Essa taxa costuma também ser proporcional ao tempo em que os bens permanecem sob os cuidados da transportadora.
  • Pedágio: o pedágio é um custo da transportadora, uma vez que a lei 10.209 tornou obrigatório o fornecimento de vale-pedágio ao carreteiro, tornando essa despesa de responsabilidade do embarcador. Por esse motivo, deve integrar o custo do frete, que pode ser fracionado entre as diversas mercadorias que integram uma carga.

Cálculos precisos

Com tantas variáveis a serem consideradas de tantas formas diferentes, a automação dos cálculos é uma necessidade para a vasta maioria das empresas de logística. Poder contar com um sistema para a execução dessas tarefas traz segurança aos cálculos e evita possíveis prejuízos decorrentes de uma má formulação de preços de frete.

O Hive.cloud TMS, ao automatizar esses cálculos a partir das variáveis de entrada, permite que o preço formulado esteja adequado e proporciona aumento da rentabilidade da transportadora, ao mesmo tempo em que otimiza as suas operações.

Como a sua transportadora realiza os cálculos dos valores de frete? Eles são confiáveis ou existem deficiências já detectadas? Compartilhe suas experiências ou dúvidas conosco!

As 6 habilidades essenciais do gestor de transportadora

Pelos empresários, já é sabido que desenvolver uma carreira sólida no setor de transporte de cargas envolve bastante dedicação, uma formação extensa e cursos complementares para atualização constante. Mas, no cenário competitivo atual, isto não basta. O gestor também precisa possuir habilidades e competências específicas para gerir estratégias que promovam o crescimento da empresa, ter paixão por novos desafios, motivar sua equipe, promover a comunicação entre ela e, acima de tudo, ter jogo de cintura para driblar as dificuldades impostas pelo mercado.
A seguir, confira as 6 habilidades essenciais que você precisará ter caso deseje se tornar um bom gestor de uma transportadora ou esteja dando seus primeiros passos nesta notória carreira. Acompanhe:

1. Ser organizado

Por muitos, esta habilidade é considerada um clichê, pois deve ser seguida em qualquer profissão. No entanto, os gestores de transportadora não devem desconsidera-la, pois talvez ela seja a principal na nossa lista. Isso porque, na maioria das vezes, você terá que gerenciar inúmeras atividades ao mesmo tempo, como embarques, entregas, ocorrências, movimentações internas e emissão de documentos. E caso haja uma sobrecarga de informações relacionadas a elas, e você não conseguir organiza-las de maneira eficiente, o seu trabalho ficará muito mais complicado, ineficiente e frustrante, o que pode aumentar as suas chances de cometer falhas e tomar decisões erradas. Mas se este for seu caso, não se preocupe, pois não é muito complicado desenvolver este tipo de habilidade. Basta contar com ferramentas tecnológicas modernas que auxiliem nestas tarefas.

2. Garantir a comunicação

Um problema mais do que comum em transportadoras é a dificuldade de comunicação entre gestores e demais funcionários. Além de dificultar o trabalho de todos, a falta de comunicação impede os responsáveis de descobrirem quaisquer falhas nos processos e o repasse adequado das informações relacionadas às entregas, o que pode contribuir para o fracasso das atividades da transportadora. Neste caso, tornar os processos logísticos transparentes e garantir uma boa comunicação entre toda a equipe, com incentivo à troca de ideias e opiniões, é fundamental. Se o gestor quiser melhorar a produtividade dos seus colaboradores, então ele deve trabalhar para melhorar a comunicação e a troca de informações em toda a sua equipe.

3. Saber liderar

Em uma companhia, o gestor atua como um agente de mudança, engajando e inspirando a sua equipe a ir junto com ele. Além de manter o equilíbrio diante das situações difíceis, o gestor precisa reorientar equipes para trabalharem melhor e reconhecer pedidos, reclamações e sugestões dos seus colaboradores quando são oportunos, de modo a garantir um ambiente de trabalho mais saudável, em que os funcionários trabalham mais motivados. É importante ressaltar que nem todos nascem sabendo liderar, mas, com o tempo, qualquer profissional pode desenvolver a liderança.

4. Lidar com crises

Já diziam nossos ancestrais que prevenir é melhor do que remediar. O gestor, por sua vez, deve levar este clássico ensinamento a sério. Mapear os possíveis riscos de uma crise e gerencia-la no seu decorrer são tarefas primordiais que todo gestor deve realizar, visando reduzir os impactos da “turbulência” sobre a companhia de transportes, manter o seu faturamento e sustentar uma vantagem competitiva no mercado. Caso contrário, ela prejudicará o andamento dos processos e trará consequências negativas para a organização. A habilidade número 2 será fundamental para lidar com a crise, já que fortalecer a comunicação e garantir a troca de informações precisas e confiáveis pode ajudar a reduzir falhas e evitar desperdícios de tempo e recursos financeiros.

5. Tomar decisões assertivas

Tomar decisões não é uma tarefa fácil. Se fosse, os gestores de transportadoras não teriam tanta notoriedade como têm atualmente. Quando incorretas, as decisões podem gerar diversos prejuízos para a empresa, seja na diminuição da eficácia de seus processos logísticos, seja na perda de oportunidades valiosas para os negócios. O bom gestor não desiste frente às dificuldades e identifica os problemas, toma atitudes diante do risco e propõe soluções para soluciona-los. Procure ter confiança suficiente para tomar decisões assertivas, que estimulem sua equipe e direcionem a empresa para um novo patamar.

6. Ser um "seguidor fiel" da tecnologia

Nos últimos anos, muito se tem falado sobre os softwares de gestão logística. Esta popularidade surgiu devido à verdadeira revolução causada pela cloud computing (computação em nuvem) e pelas evoluções recentes das ferramentas de gestão, que estão tornando o custo, tanto de desenvolvimento como de implementação de soluções logísticas, cada vez mais baixo. Sem o uso da tecnologia, muitas transportadoras ainda estariam registrando informações de forma manual e lidando com os problemas gerados pela falta de dados imprecisos e não confiáveis. Neste cenário, é imprescindível que os gestores se tornem "seguidores fieis" da tecnologia, já que somente com ela conseguirão alinhar processos e negócios para alcançar melhores resultados.

Agora que você já sabe quais são as habilidades que precisa ter ou desenvolver para se tornar um bom gestor de transportadora, é hora de coloca-las em prática e se destacar no mercado! Aproveite para nos contar sua experiência no mercado de transporte e listar outras habilidades que acredita ser importante.

4 erros comuns que os transportadores cometem com as obrigações fiscais

As obrigações fiscais são sempre assuntos muito discutidos dentro das empresas e para as transportadoras, este tema torna-se ainda mais importante, já que no transporte de cargas alguns erros podem impactar diretamente no bolso dos empresários, sejam em multas ou até mesmo em aumento de tarifas desnecessárias.

Veja os detalhes sobre o assunto a seguir e descubra como evitá-los.


4 deslizes que podem te prejudicar


1. Emissão de CTe em operações intramunicipais ao invés da NFSe ou vice-versa


Um dos erros mais comuns que as transportadoras comentem está em desconhecerem a ocasião em que se deve emitir o Conhecimento de Transporte Eletrônico e a Nota Fiscal de Serviços Eletrônicos. Neste caso, este erro pode representar um aumento de até 5% no valor do serviço de transporte. Para saber distinguir o uso de cada um dos documentos é preciso observar os seguintes pontos:
CTe: Deve ser utilizado sempre que houver o transporte de mercadorias de um município para outro, já que há a incidência de ICMS.
NFSe: Utilizada em operações intramunicipais (dentro do mesmo município), já que neste caso há a cobrança do ISS.

2. Não emitir o MDFe em operações intermunicipais dentro do mesmo estado


Quando o assunto é emissão de MDFe, muitas transportadoras acabam se limitando a emiti-los somente para casos onde existe mais de um CTe no transporte interestadual. Porém, conforme estabelecido pela Portaria CAT 08/2014, a partir de  01/10/2014 a emissão do MDFe passou a ser obrigatória também para o transporte intermunicipal.
Desta forma, a não emissão deste documento poderá implicar na retenção do veículo, multa à transportadora e ao cliente da empresa.

3. Erros na indicação da situação tributária e CFOP do conhecimento eletrônico


No preenchimento de documentos fiscais, é comum muitas transportadoras cometerem erros na indicação tributária e no CFOP do serviço prestado. Para este último, é comum o equívoco de códigos de identificação para prestação de serviços dentro ou fora do estado, pessoas físicas ou jurídicas e entre outros.
Para casos onde existam erros nestas informações, é possível efetuar o cancelamento do CTe em até 7 dias úteis, caso a mercadoria ainda não esteja em circulação. Este prazo poderá variar conforme o SEFAZ de cada estado. Outra opção é emitir uma carta de correção para reverter o erro cometido no documento.
Vale destacar que a não correção destes erros, poderá acarretar em multas para a transportadora.

4. Não realizar o pagamento eletrônico de frete


Outro erro muito cometido por parte das transportadoras está em não efetuar o pagamento do frete para autônomos, utilizando meios eletrônicos conforme estabelecido pela ANTT.
Além disso, é preciso estar atento aos seguintes pontos:
  • É proibida a utilização da carta-frete;
  • Os pagamentos devem ser realizados somente via depósito bancário (sendo o transportador o titular da conta) ou via administradoras de meios de pagamentos eletrônicos habilitadas pela ANTT.
O descumprimento deste regulamento tende a acarretar multas às transportadoras (contratantes) equivalente a 100% do valor do frete, sendo no mínimo de R$550,00 e no máximo de R$10.500,00. Para os autônomos que receberem fretes fora do regulamento estarão sujeitos a multas de R$550,00 e perda do RNTRC. 


Conhecer cada obrigação fiscal dentro do segmento de transporte de cargas, é essencial para que as transportadoras possam evitar punições fiscais, aumento de tarifas, entre outros fatores negativos.
Vale destacar também a necessidade da transportadora consultar o regulamento de cada estado, para se certificar de estar cumprindo com todos os quesitos obrigatórios em cada região de atuação. Desta forma, ao evitar tais erros é possível se prevenir de multas e punições que possam afetar diretamente o progresso da empresa.


E você, tem dúvidas sobre cumprimento das obrigações fiscais no transporte de cargas? Deixe seu comentário abaixo:

5 dicas para impulsionar as vendas de sua transportadora

Aumentar as vendas é sempre o desejo de qualquer empresa e para uma transportadora, também não é diferente. Isto porque com o aumento no número de negociações e possível aumentar também o faturamento e obter projeções para o avanço da companhia.

Mas como é possível impulsionar as vendas de sua transportadora e fazê-la ter melhores resultados no mercado? Pensando neste assunto, separamos algumas dicas para que você possa obter maior destaque e aumentar suas negociações de maneira prática. Acompanhe!

Como aumentar as vendas em 5 passos


1. Use ferramentas de cotação online

Esta é uma excelente dica para as transportadoras que desejam aumentar o número de cotações e consequentemente impulsionar as vendas. Consiste basicamente em afiliar-se a uma plataforma online onde os clientes (embarcadores) irão solicitar cotações de fretes e o site por sua vez, irá cruzar as informações fornecidas pelos usuários com os dados das transportadoras cadastradas.
Com isso, este recurso pode trazer vantagens aos transportador como: diversificação de clientes, redução de gastos com marketing, velocidade para cotação de fretes e maior fechamento de negociações. Alguns exemplos de plataformas são:
  • www.cargobr.com.br
  • www.fretecenter.com.br
  • www.multicarreto.com.br
  • www.olhaofrete.com.br

2. Cadastre-se em uma plataforma para contratação de autônomos


Assim como as plataformas de cotação de frete online, existem também ferramentas para que o embarcador possa encontrar facilmente transportadores autônomos. Neste caso, o embarcador cadastra seu frete, e a plataforma se encarregará de disponibilizar propostas aos transportadores mais viáveis para efetuar o transporte.
Este tipo de plataforma também é útil para frete de retorno, já que possibilita que os caminhões não voltem vazios para seus pontos de partida. Além disso, este recurso também é muito indicado para transportadoras que desejam terceirizar seus serviços, optando pela contratação de transportadores autônomos. Alguns exemplos são:
  • www.fretebras.com.br
  • www.fretenamao.com.br
  • www.truckpad.com.br
  • www.sontracargo.com.br
  • www.uship.com/br
  • www.smsfretes.com.br
  • www.tepegonavolta.com.br

3. Anuncie em catálogo de transportadores


Semelhante às listas telefônicas ou revistas comerciais, onde as empresas anunciam seus produtos e serviços, os catálogos de transportadores também são ótimos recursos para aumentar a visibilidade da empresa.
Além de edições impressas, atualmente este recurso é muito difundido online, onde as transportadoras podem divulgar seus serviços junto a outras empresas do ramo logístico em páginas semelhantes a murais de anúncios. Alguns exemplos deste recurso são:
  • www.transvias.com.br
  • www.temfrete.com
  • www.guiabrasileirodetransporte.com

4. Invista em marketing digital


Outra maneira de impulsionar as vendas de uma transportadora é investir em estratégias de marketing digital. Neste caso, para conquistar mais vendas, é preciso ir além do tradicional site que a empresa possua. Desta forma, alguns recursos são recomendados:
  • Desenvolva opções para cotação online em tempo real no website da transportadora;
  • Invista em publicidade segmentada optando pelo Google Adwords ou Facebook Ads;
  • Promova o marketing da empresa por meio das redes sociais;
  • Utilize campanhas de e-mail marketing;

5. Amplie o networking


Quem deseja impulsionar as vendas de uma transportadora, sabe que esperar pelos clientes pode ser um grande erro. Neste caso, outra maneira eficiente para aumentar as vendas é simplesmente buscar a expansão do network da empresa. Para esta dica, é possível adotar as seguintes práticas:
  • Esteja presente em eventos feiras de comerciantes e potenciais clientes;
  • Tenha algo a oferecer ao seu público-alvo (brindes, informativos, descontos especiais, entre outros atrativos);
  • Desenvolva parcerias;
  • Estabeleça troca de contato com seus atuais clientes que também possuem empresas; 

Aumentar as vendas pode ser um dos grandes desafios para as empresas de transporte de cargas, já que em meio a um mercado competitivo, existe ainda a necessidade de investir no marketing para ampliar a marca da empresa e conquistar novos clientes.

Mas como foi visto, é possível contar com recursos práticos, baratos ou até mesmo gratuitos, para promover a marca da transportadora, atrair novos clientes e consequentemente aumentar as negociações.

Portanto, seja para quem já atua no segmento de transporte de cargas ou para quem deseja ingressar neste setor, vale a pena ficar atento a estas dicas que poderão promover grandes diferenciais para a sua transportadora.


Gostou das ferramentas? E você, o que faz para impulsionar as vendas em sua transportadora? Compartilhe conosco nos comentários:

Conheça principais custos do transporte rodoviário de cargas

Para qualquer empresa, entender e conhecer os seus custos são tarefas essenciais para auxiliar na tomada de decisões e na formação do preço de seus produtos/serviços. Para as transportadoras isto não é diferente, já que conhecer os custos do transporte rodoviário de cargas, irá auxiliá-los na formação de preços de fretes que sejam adequados para pagar as despesas e obter um percentual de lucro desejado.
Desta forma, conheça a seguir os principais custos no transporte de cargas.


Custo de coleta, entrega e transferência

Os custos de coleta, entrega e transferência, são os custos diretamente relacionados com as atividades do transporte de cargas e são divididos em custos fixos e variáveis.

Custos Fixos

Representam custos que não variam conforme a distância percorrida dos veículos, ou seja, são custos que existem mesmo com o veículo parado e são geralmente calculados mensalmente.
Os custos fixos são compostos por alguns dos seguintes componentes:
  • Salário do motorista;
  • Salário da oficina;
  • Licenciamento;
  • Reposição do veículo;
  • Reposição do equipamento;
  • Seguro do equipamento;
  • Remuneração do capital empatado, entre outros.

Custos variáveis

Ao contrário dos custos fixos, os custos variáveis variam de acordo com a quilometragem rodada dos veículos.
Os custos variáveis são compostos por alguns dos seguintes componentes:
  • Peças e demais acessórios de manutenção;
  • Combustível e lubrificantes;
  • Pneus, recauchutagens, entre outros.

Despesas indiretas

Conhecidas como despesas administrativas, as despesas indiretas são aquelas que estão indiretamente relacionadas à operação do veículo. Neste caso, variam conforme o volume de carga movimentada e não com a quilometragem rodada dos veículos.
As despesas indiretas estão divididas da seguinte maneira:
  • Salários e encargos de pessoas não envolvidas diretamente com a operação do veículo (ex.: administrativo, vendas, comercial, entre outros);
  • Despesas necessárias para o funcionamento da empresa (ex.: aluguel, impostos, comunicação, entre outros)

Custos relacionados com o valor

Os custos relacionados com o valor são aqueles referentes à gestão do risco de acidentes, avarias e o gerenciamento de riscos de roubos. Estes custos podem ser divididos em dois grupos:


Custos de gestão de riscos de acidentes e avarias (frete-valor)

O frete valor tem como objetivo agregar um valor para o transporte de mercadorias, sendo composto pelos seguintes itens:
  • Indenização por extravios, perdas, danos e riscos não cobertos pelo seguro;
  • Administração de seguros;
  • Prêmios de RCTRC;
  • Segurança interna;
  • Seguros de instalações, entre outros seguros.

Custos de gerenciamento de riscos de roubos (GRIS)

Os custos com o GRIS estão relacionados com a segurança da carga (roubo de cargas), e nestes custos estão inclusos:
  • Seguros facultativos de desvios de cargas (RCF-DC);
  • Salários (ex: horas extras; monitores de equipamentos de rastreamentos e segurança, entre outros);
  • Investimentos (ex: sistemas de rastreamentos; reposição de equipamentos, entre outros);
  • Custos operacionais de gerenciamento de risco (ex.: bilhetagem, taxas Do FISTEL, escoltas; entre outros)


Outros Custos

Representam todos os custos que não estão relacionados com o volume ou o peso do bem transportado. Alguns destes custos podem ser:
  • Custo de permanência de carga (armazenagem): Ocorre quando existe a necessidade da armazenagem de cargas após o quinto dia útil de permanência desta;
  • Custo de cubagem: Ocorre quando as cargas possuem baixo peso e lotam os veículos antes de completar o limite de peso das carrocerias;
  • Custo de devolução de mercadorias: Este custo ocorre em casos onde a mercadoria acaba sendo devolvida ao destinatário;
  • Reentrega, segunda e terceira entregas: São custos adicionais para cada tentativa de entrega da mercadoria;
  • Custo de estadia do veículo: São custos gerados quando o veículo permanece parado além de seu tempo limite;
  • Custo de Administração das Secretarias da Fazenda: São custos "invisíveis" gerados pelos procedimentos adotados pelas Secretarias de Fazenda dos Estados. Desta forma, existe a Taxa de Administração das Secretarias da Fazenda (TAS) para ressarcir os transportadores.
  • Custo de Dificuldade de Entrega: São custos adicionais para entregas que apresentam dificuldades;
  • Custos de Restrição ao Trânsito:  São os custos existentes em casos de restrição à circulação de veículos de transporte de carga e/ou à própria atividade de carga e descarga em determinados municípios.

Conhecer os principais custos do transporte rodoviário de cargas é fundamental para que a companhia possa administrar seu capital, realizar cobranças adequadas e até mesmo competir em seu mercado com eficiência. Portanto, vale a pena estar sempre atento a este assunto e acompanhar de perto os custos, já que alguns deles estão sempre em processo de reajustes.

Gostou da dica? Tem dúvidas sobre custos do transporte rodoviário de cargas? Deixe seu comentário abaixo:

Por que conquistar mais clientes pode levar a sua transportadora a falência?

Diariamente, pequenas e grandes transportadoras focam na conquista de novos clientes como forma aumentar seus lucros e consequentemente crescerem neste setor. Mas será que este é realmente o melhor caminho para aumentar a lucratividade da empresa?
Neste cenário, a retenção de clientes pode ser muito mais vantajosa para a transportadora do que investir em novos. Acompanhe os detalhes a seguir e entenda por que:



Economia de Serviços

Quem já atua no segmento de transporte de cargas ou está ingressando neste setor, sabe que para iniciar as operações é necessário realizar investimentos na contratação e treinamento de equipe, compra de ativos, aquisição de sistemas de gestão de transporte, entre outros.
Para conquistar novos clientes também não é diferente, já que é necessário investir no setor comercial (marketing, publicidades, entre outros) e no setor operacional para adaptar seu atendimento às necessidades dos clientes. Mas como todo investimento, é preciso de tempo para que o capital seja recuperado e as operações passem a dar lucros.
Desta forma, sempre que a empresa buscar um novo cliente, passará por um período sem lucratividade, ou seja, irá atuar somente para pagar o investimento da conquista de novos consumidores.

O segredo da lucratividade

Sendo assim, o segredo é simplesmente reter os clientes que já possui, afinal, uma transportadora obtém bons lucros quando passa a focar na Gestão de Relacionamento com o cliente, a ponto que estes passem à adquirir mais serviços e encorajem outros consumidores a fazerem negócios com a empresa. Deste modo, os clientes de longa data tornam-se parte do marketing da empresa, aumentando seus próprios consumos e fornecendo recomendações.
No mercado de serviços, existe um gráfico muito comum para expressar a lucratividade das empresas quando estas optam pela retenção de seus clientes. Logo, como é possível observar na imagem a seguir, os custos para a aquisição de novos clientes ocorrem apenas no primeiro ano, fazendo com que ao longo do relacionamento, a empresa recupere tais investimentos e passe a lucrar cada vez mais com seus clientes de longa data. Confira aqui:





Portanto, para aumentar a lucratividade de sua transportadora, trabalhe para reter seus clientes, pois uma vez que os investimentos já foram pagos, a empresa começa a lucrar.


Reter para lucrar

Além de economizar com custos de aquisição de clientes, a retenção traz diversos fatores que fazem com que um cliente antigo proporcione maior rentabilidade. Alguns motivos são:
  • Um cliente fiel possui alta satisfação e confiança na empresa e desta forma, promove o marketing gratuito para a transportadora;
  • Clientes antigos ampliam seus relacionamentos e adquirem mais serviços ao longo do tempo por confiarem cada vez mais na empresa;
  • Clientes de longa data se tornam mais experientes, e além das margens de compras aumentarem, eles passam a exigir menos esforços da transportadora, que por sua vez reduzirá custos operacionais;
  • As transportadoras passam a entender melhor seus clientes ao longo do tempo e com isso, podem prestar serviços de maneira mais assertiva e vender mais;
  • Manter um cliente possui um custo relativamente fixo, ou seja, os gastos para manter clientes reduzem percentualmente em relação ao faturamento da empresa; 

Conclusão

Em meio a um mercado competitivo, muitos empresários acabam se preocupando em conquistar novos clientes para aumentar sua lucratividade. Porém, quando existem grandes investimentos somente na conquista de clientes, a qualidade do serviço prestado tende a cair e neste caso, os clientes acabam abandonando a empresa.
Como resultado, é possível observar uma empresa que investiu alto na conquista de seus clientes mas que pode entrar em falência, já que não conseguiu ir além de pagar os investimentos iniciais.
Portanto a dica é:ao conquistar novos consumidores para sua transportadora, busque sempre o foco na Gestão de Relacionamento com Cliente, a fim de retê-los com serviços de qualidade para poder conseguir pagar os investimentos e posteriormente, lucrar com a prestação dos serviços ao longo do tempo.

Gostou do post? E você, tem focado na retenção de clientes para sua transportadora? Deixe seu comentário abaixo:

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Infográfico - Tabela de ICMS no Transporte Rodoviário de Cargas

Tabela de ICMS no Transporte Rodoviário de Cargas

Uma das principais dúvidas dos transportadores é sobre as alíquotas de ICMS, principalmente em operações intraestaduais. Tentamos consolidar as regras gerais da legislação de cada um dos estados em uma única tabela que possa servir de referência para a emissão do CTe. Para ter acesso à tabela basta acessar o link abaixo.

Neste material, você irá encontrar: 
  • Alíquotas interestaduais de ICMS para todos os estados
  • Alíquotas internas para as operações de transporte nos 27 estados brasileiros.
  • Não perca tempo para se cadastrar e ter acesso ao material. Espero que goste! 


Download do Infográfico: Tabela de ICMS no Transporte Rodoviário de Cargas [Clique aqui para baixar]

O comprovante de entrega em papel está com os dias contados

Atualmente tem sido comum as empresas optarem pela tecnologia, visando obter melhores resultados com a otimização de processos, minimização de gastos e redução de tempo na execução de diversas atividades.
Dentro do setor de logística, este envolvimento da tecnologia também tem sido muito utilizado pelas empresas de transporte de cargas na busca pela maior eficiência e satisfação de seus clientes. Deste modo, um exemplo comum está na troca dos tradicionais comprovantes de entrega em papel, por sistemas automatizados que gerenciam baixas realizadas por motoristas com o uso do celular.
Veja a seguir maiores detalhes sobre esta inovação e saiba como esta tecnologia pode ser vantajosa para sua transportadora.

Comprovantes de Papel

Ainda muito utilizado pelas transportadoras, os comprovantes de papel possuem uma alta taxa e inconfiabilidade. Além disso, a grande dificuldade das transportadoras que ainda trabalham com este recurso, está na falta de controle sobre as entregas, não sendo possível monitora-las em tempo real.
Abaixo listamos algumas das principais desvantagens nestes tipos de comprovantes:
  • Custos com papel, impressão e mão de obra;
  • Requer disponibilidade de local para armazenagem dos documentos de comprovação de entrega;
  • Facilidade de extravio;
  • Possibilita ocorrências de avarias (rasgar, molhar, manchar, entre outros);
  • Baixa produtividade com a inserção manual de dados;
  • Baixa confiabilidade das entregas de cargas, pela possibilidade de fraudes em canhotos de Nota Fiscal;
  • Complexidade para gerar relatórios mensais de entregas realizadas;
  • Falta de precisão para registrar data e hora da entrega.

Soluções inovadoras

Em meio às diversas desvantagens e dificuldades de gestão com os comprovantes em papel, a tecnologia tem trazido cada vez mais soluções para melhorar a eficiência e controle dos processos logísticos.
Para a gestão de entregas, atualmente é possível contar com sistemas automatizados de registros, onde a transportadora poderá optar por aplicativos que possibilitam aos motoristas visualizarem os embarques e entregas e até mesmo buscar entregas por meio de códigos de barras em documentos fiscais. Outro recurso relevante nestes aplicativos está na possibilidade de confirmar as entregas por meio do envio de fotos, áudios e localização via GPS no ato da entrega, além de oferecer uma comunicação entre a transportadora e o motorista em todo o percurso.
Para quem pretende implementar esta tecnologia em sua transportadora, vale a pena conhecer algumas das principais vantagens que poderão ser desfrutadas com este recurso.

Vantagens
  • Facilidade de gestão de entregas;
  • Controle de data e hora exatas em que a entrega foi realizada;
  • Maior produtividade e confiabilidade nas entregas;
  • Isenção de custos com suprimentos (papel, impressão e armazenamento);
  • Monitoramento em tempo real;
  • Facilidade para registro de ocorrências;
  • Otimização de tempo;
  • Comunicação entre empresa e motorista;
  • Registros de entrega por meio de fotos, áudios e coordenadas de GPS, evitando fraudes e demais problemas da entrega;
  • Possibilidade de importação automática de arquivos no sistema.

Softwares para monitoramento de entregas

Como o setor logístico possui grande concorrência, as transportadoras que pretendem reduzir custos e tornar seus processos mais eficientes, devem avaliar a possibilidade de implementar softwares de gestão e controle operacional de acordo com cada atividade desempenhada.
Atualmente é possível contar com diversos sistemas para automatização de cada área da logística, porém destacam-se aqui os softwares para o controle e monitoramento de entregas como sendo um dos principais a serem adquiridos por novas transportadoras ou até por empresas já atuantes no mercado logístico. Deste modo, se você busca praticidade e maior controle das entregas de sua transportadora, vale a pena conhecer e adquirir esta tecnologia.
No texto de hoje foi possível conhecer as vantagens em automatizar os processos de gestão de entregas, optando pela substituição dos comprovantes de entrega em papel por aplicativos.
Com isso, as transportadoras que desejam ampliar a eficiência de gestão e obter um melhor controle de suas entregas, devem avaliar a possibilidade de adquirir este tipo de tecnologia que garantirá também um melhor custo-benefício comparado aos tradicionais comprovantes em papel.

E você? Como gerencia as entregas de sua transportadora? Deixe seu comentário abaixo!

Série "Como criar uma empresa de Transporte de Cargas?": Gestão Operacional

Para quem deseja atuar no ramo de transporte de cargas, é essencial compreender como é realizada a gestão operacional do transporte para que os diversos processos envolvidos sejam realizados de maneira eficiente.
Deste modo, o transportador precisa conhecer e saber realizar todas as etapas que integram a gestão operacional, que vão desde a gestão dos fluxos da operação até o controle dos custos operacionais. Acompanhe a seguir as etapas que devem ser seguidas.


Fluxo Operacional

Toda empresa possui processos, e dentro do setor logístico também não é diferente, já que as transportadoras possuem um conjunto de processos que devem ser executados no transporte de mercadorias. Dentre os principais pode-se destacar:
  • Vendas e Negociação: Etapa inicial, onde a transportadora negocia com seus clientes o valor do frete para o transporte e firmação de contrato de prestação de serviço, além dos parâmetros de qualidade como índices de avarias, prazos de entregas, entre outros.
  • Cotação de Frete: Esta etapa ocorre quando a operação de transporte é do tipo spot. Para esta fase a transportadora deve manter registros de frete para operações deste tipo, além de controlar os orçamentos e realizar cálculos automáticos, a fim de agilizar o processo de cotação.
  • Coleta: Na fase de coleta da mercadoria, é essencial que a transportadora faça a gestão de todo o trajeto a ser percorrido, acompanhando o status das coletas, além de monitorar os custos operacionais, emitir os documentos fiscais (NF-e ou MDF-e) e realizar a averbação da carga coletada.
  • Transferência: A transferência é realizada após a coleta da mercadoria, sendo uma fase onde é importante acompanhar seu status, monitorar custos operacionais, custos com contratação de mão de obra adicional (quando houver) e emissão dos documentos fiscais exigidos.
  • Agendamento de entrega: Etapa onde deve ser realizado contato com o destinatário para marcar data e horário da entrega, além do monitoramento de reagendamentos ou cancelamentos.
  • Entrega: Nesta fase, o transportador realiza diversas entregas em caso de transporte fracionado, ou casos de carga fechada/lotação em que o veículo que realiza a coleta e segue diretamente para a entrega da carga. Nesta etapa deve haver controle das entregas efetuadas e canceladas, monitoramento de ocorrências, entre outros.
  • Redespacho e/ou Redespacho Intermediário: Ocorre quando as atividades de entrega e/ou transferência são terceirizadas para outro transportador, sendo comum em operações destinadas ao interior dos estados ou operações com trechos aéreos, aquaviários ou ferroviários. Nesta fase deve haver o acompanhamento dos status dos redespachos, monitoramento de custos a serem rateados, entre outros.
  • Faturamento: O faturamento representa a etapa final do fluxo operacional, sendo levantadas as entregas efetuadas em um determinado período e realizadoa a cobrança e recebimento do serviço prestado. Nesta fase deve haver o controle dos recebimentos, entregas faturadas e não faturadas, controle da inadimplência, entre outros.

Indicadores de acompanhamento

Tão importante quanto acompanhar todo o fluxo operacional da transportara, é acompanhar os indicadores das operações, que visam auxiliar nas tomadas de decisões, acompanhamento das ocorrências e melhoria dos serviços prestados. Para realizar o monitoramento das atividades de uma empresa de transporte de cargas, é comum o uso dos seguintes relatórios:

Relatório de Performance

Possibilita ao transportador avaliar e mensurar os resultados gerais da empresa. Neste caso, o uso de sistemas facilitadores como, por exemplo, o TMS (Transportation Management System), irá possibilitar o acompanhamento das áreas operacionais, comerciais e financeiras, calculando também as despesas com a manutenção de frota, mão-de-obra e mensuração dos índices de estregas.
Os Indicadores de Performance (KPIs- Key Performance Indicators), também são essenciais para uma melhor análise. Na área de transportes de cargas, o indicador OTIF (On Time In Full) possibilita o monitoramento da qualidade das entregas, para promover melhorias constantes.

Relatório de Análise de Rentabilidade

Este relatório demonstra a lucratividade da empresa, sendo possível se programar para investimentos ou cortes de gastos.
Além de possibilitar às transportadoras adotarem uma rigorosa análise de suas rentabilidades, este acompanhamento demonstra se cada frete realizado está contribuindo efetivamente para o pagamento das despesas fixas, possibilitando também a sobra de um percentual adequado de lucro.

Monitoramento de Ocorrência

O monitoramento de ocorrências possibilita a transportadora acompanhar de forma rápida e eficaz quaisquer eventos que venham ocorrer durante o transporte da carga. Para auxiliar no monitoramento, a empresa poderá contar com o uso da tecnologia como aplicativos para celular e o uso de GPS.

Monitoramento de Markup da Operação

O monitoramento de MarkUp possibilita analisar se o preço do frete está sendo calculado de maneira correta baseando-se nos custos da empresa. O cálculo consiste em somar todas as despesas do serviço junto com uma margem de lucro para obter-se o preço final.
Conforme demonstrado, foi possível conhecer os principais processos operacionais e os relatórios de desempenho mais utilizados para o acompanhamento e monitoramento do transporte de cargas.
Deste modo, quem deseja montar uma transportadora, deve conhecer todo o fluxo operacional bem como saber monitorar todas as operações além de acompanhar o desempenho da empresa com o uso das ferramentas adequadas.


Gostou da dica? Confira outros artigos da série: Como criar uma empresa de Transporte de Cargas!

Entenda o conceito de Custo Total de Propriedade e sua importância na TI

O custo total de propriedade (CTP), ou em inglês Total Cost of Ownership (TCO) é um conceito utilizado em negócios de todas as áreas e remete à avaliação dos custos de aquisição de um produto além do preço inicial de compra.

Sabemos o que a análise de TCO faz, mas convém saber o que ela não faz. Esse método avalia apenas a questão financeira relacionada a um negócio. Não avalia os riscos envolvidos na utilização de uma nova tecnologia a ser aplicada em uma companhia, tampouco seu impacto e benefícios sociais ou ambientais.
O Custo Total de Propriedade acaba sendo mais influenciado por alguns custos que por outros. A seguir veremos quais são os fatores pesam mais na elaboração do TCO.

Principais custos envolvidos na aquisição de um software

Um produto pode ser associado a um iceberg. Na ponta deste aparece apenas o custo inicial de compra ou licenciamento. Abaixo da linha do mar, oculto, estão os demais custos que vão desde o treinamento até comunicação.
Os custos podem ser diretos ou indiretos: diretos quando envolvem a implementação do produto/serviço e os indiretos os que surgem em decorrência da instalação completa do serviço para seu uso pleno e correto. Vejamos quais são os principais custos na aquisição de um software proprietário.
Compra e/ou licenciamento: a maioria dos softwares são vendidos com licenças percentuais e demandam um pagamento anual para o recebimento dos últimos updates e acesso ao suporte. Além disso, conforme a necessidade da empresa aumenta, podem ser necessárias licenças extras para novos usuários.
Instalação e infraestrutura: por vezes um setup inicial é requerido, mesmo que não seja desejado customizar ou integrar o software com outros sistemas. No geral, este custo envolve a instalação de um melhor hardware, a configuração da base de dados e a garantia que todos os usuários terão o software funcionando perfeitamente.
Customização e integração: softwares proprietários tendem a ser mais customizáveis. Essa característica faz com que compradores desse tipo de serviço gastem mais com customização e integração. Como consequência disso, quanto mais customizado é um programa, mais complementos e upgrades serão necessários.
Migração e treinamento: estes custos estão presentes em praticamente toda aquisição de novas ferramentas e tecnologias. Uma correta migração inibe problemas futuros e colaboradores bem treinados extrairão o melhor do novo software.
Manutenção e suporte: pacotes podem ser negociados já na aquisição e representam entre 15% a 22% do preço de licenciamento inicial. Nesses pacotes estão: a manutenção anual, melhorias e correções de falhas.


A importância da análise comparativa entre o preço de compra e o TCO

A análise comparativa completa desses dois itens é crítica na escolha do negócio mais rentável. Segundo a Gartner, a organização que criou esse método, custos indiretos tendem a ser sete vezes maiores que os diretos. Contudo, a flexibilidade da solução e os riscos associados também devem fazer parte dessa análise e integrados ao cálculo de ROI (Retorno sobre Investimento).
A principal vantagem da utilização do TCO é que ele cria um modelo que pode ser extrapolado para anos seguintes, possibilitando o corte e ajuste de recursos. Isso acaba por gerar uma vantagem competitiva, pois permite a comparação de dois ou mais produtos, que apenas é possível quando observada em termos comuns.
Então, antes de adquirir um produto ou serviço, pense bem e vá além do simples balanço de preços de compra. Isso levará sua organização a um melhor planejamento e certamente evitará surpresas desagradáveis.

Caso tenha alguma dúvida ou queira conhecer nossas soluções entre em contato conosco! Leia também nosso comparativo sobre os custos totais de propriedade com Software local e com Software as a Service (Saas)