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Quadro de depoimentos: LL Cerqueira Transportes


OIá, me chamo Wellington Cerqueira, sou diretor da LL Cerqueira Transportes, uma empresa referência no setor de transportes, com sede em Mogi das Cruzes-SP. Nossa transportadora atende clientes do Sudeste e Centro-oeste do país. Oferecemos serviços personalizados para cada cliente, sempre pensando nas necessidades individuais de cada um deles, e também oferecemos serviços especializados para construtoras, como o transporte de escoramento, bandejas, proteções, cubetas e andaimes.

Uma das primeiras dificuldades de nossa empresa foi antes mesmo do início das operações. Estávamos tentando decidir qual o software utilizaríamos para emissão dos documentos eletrônicos, o MDFe e CTe. Sabíamos que não seria uma tarefa fácil, afinal para manter serviços de alta qualidade, como nós propusemos a fazer, era preciso garantir um emissor de ponta, que não atrapalhasse e nem atrasasse o andamento de nossas operações.

Nossa primeira tentativa foi experimentar o da Sefaz, afinal, por ser gratuito talvez valesse a pena conhecer. Mas o resultado do teste foi simplesmente horrível. Logo no começo já percebemos, como o sistema era defasado, pois a interface era muito complicada não facilitava nossa digitação. Sinceramente não quis nem perder muito tempo continuando esse processo, pois precisávamos lançar logo os veículos para não comprometer a satisfação que lutamos para levar aos nossos clientes. A agilidade almejada para nossas operações simplesmente seria impossível com o da Sefaz.

Nesse tempo, recebi um e-mail apresentando os emissores de CTe e MDFe da Hive.cloud. Foi muito sorte e veio bem a calhar! Decidi experimentar os produtos e fiquei surpreso ao ver como é fácil emitir por eles! Os recursos de preenchimento automático das plataformas nos ajudam produzir documentos em pouquíssimos minutos, sem comprometer a pontualidade de nossas entregas. A importação de várias notas fiscais por .xml é outro recurso que nos garante uma economia de tempo enorme e não abrimos mão dessas facilidades. E não podia deixar de falar da exportação de CTes que, aliado ao recurso de importação no MDFe, nos ajuda a produzir mais rapidamente esse último documento.

O fato de utilizar um sistema em nuvem me deixa mais seguro, afinal no computador corremos sempre o risco de ter a máquina danificado ou perder os arquivos se ocorrer alguma pane do sistema. Com os produtos Hive.cloud sabemos que nossos dados estão seguros e bem cuidados nos servidores da empresa. Outro ponto positivo do sistema em nuvem é que ele possibilita o uso simultâneo de mais de um colaborador da empresa, e dessa forma evitamos demoras no andamento de nossas operações.

Com os produtos Hive.cloud CTe e Hive.cloud MDFe nós diminuímos em 80% o tempo de emissão de documentos fiscais de nossa empresa! O reflexo de nossa escolha hoje está na pontualidade e eficácia de nossas operações, e na satisfação de nossos clientes que recebem um serviço de qualidade.

Quer ler mais cases de nossa empresa? Clique aqui e descubra o que a L&T Transportes falou sobre nossos produtos!

4 erros comuns que os transportadores cometem com as obrigações fiscais

As obrigações fiscais são sempre assuntos muito discutidos dentro das empresas e para as transportadoras, este tema torna-se ainda mais importante, já que no transporte de cargas alguns erros podem impactar diretamente no bolso dos empresários, sejam em multas ou até mesmo em aumento de tarifas desnecessárias.

Veja os detalhes sobre o assunto a seguir e descubra como evitá-los.


4 deslizes que podem te prejudicar


1. Emissão de CTe em operações intramunicipais ao invés da NFSe ou vice-versa


Um dos erros mais comuns que as transportadoras comentem está em desconhecerem a ocasião em que se deve emitir o Conhecimento de Transporte Eletrônico e a Nota Fiscal de Serviços Eletrônicos. Neste caso, este erro pode representar um aumento de até 5% no valor do serviço de transporte. Para saber distinguir o uso de cada um dos documentos é preciso observar os seguintes pontos:
CTe: Deve ser utilizado sempre que houver o transporte de mercadorias de um município para outro, já que há a incidência de ICMS.
NFSe: Utilizada em operações intramunicipais (dentro do mesmo município), já que neste caso há a cobrança do ISS.

2. Não emitir o MDFe em operações intermunicipais dentro do mesmo estado


Quando o assunto é emissão de MDFe, muitas transportadoras acabam se limitando a emiti-los somente para casos onde existe mais de um CTe no transporte interestadual. Porém, conforme estabelecido pela Portaria CAT 08/2014, a partir de  01/10/2014 a emissão do MDFe passou a ser obrigatória também para o transporte intermunicipal.
Desta forma, a não emissão deste documento poderá implicar na retenção do veículo, multa à transportadora e ao cliente da empresa.

3. Erros na indicação da situação tributária e CFOP do conhecimento eletrônico


No preenchimento de documentos fiscais, é comum muitas transportadoras cometerem erros na indicação tributária e no CFOP do serviço prestado. Para este último, é comum o equívoco de códigos de identificação para prestação de serviços dentro ou fora do estado, pessoas físicas ou jurídicas e entre outros.
Para casos onde existam erros nestas informações, é possível efetuar o cancelamento do CTe em até 7 dias úteis, caso a mercadoria ainda não esteja em circulação. Este prazo poderá variar conforme o SEFAZ de cada estado. Outra opção é emitir uma carta de correção para reverter o erro cometido no documento.
Vale destacar que a não correção destes erros, poderá acarretar em multas para a transportadora.

4. Não realizar o pagamento eletrônico de frete


Outro erro muito cometido por parte das transportadoras está em não efetuar o pagamento do frete para autônomos, utilizando meios eletrônicos conforme estabelecido pela ANTT.
Além disso, é preciso estar atento aos seguintes pontos:
  • É proibida a utilização da carta-frete;
  • Os pagamentos devem ser realizados somente via depósito bancário (sendo o transportador o titular da conta) ou via administradoras de meios de pagamentos eletrônicos habilitadas pela ANTT.
O descumprimento deste regulamento tende a acarretar multas às transportadoras (contratantes) equivalente a 100% do valor do frete, sendo no mínimo de R$550,00 e no máximo de R$10.500,00. Para os autônomos que receberem fretes fora do regulamento estarão sujeitos a multas de R$550,00 e perda do RNTRC. 


Conhecer cada obrigação fiscal dentro do segmento de transporte de cargas, é essencial para que as transportadoras possam evitar punições fiscais, aumento de tarifas, entre outros fatores negativos.
Vale destacar também a necessidade da transportadora consultar o regulamento de cada estado, para se certificar de estar cumprindo com todos os quesitos obrigatórios em cada região de atuação. Desta forma, ao evitar tais erros é possível se prevenir de multas e punições que possam afetar diretamente o progresso da empresa.


E você, tem dúvidas sobre cumprimento das obrigações fiscais no transporte de cargas? Deixe seu comentário abaixo:

5 dicas para impulsionar as vendas de sua transportadora

Aumentar as vendas é sempre o desejo de qualquer empresa e para uma transportadora, também não é diferente. Isto porque com o aumento no número de negociações e possível aumentar também o faturamento e obter projeções para o avanço da companhia.

Mas como é possível impulsionar as vendas de sua transportadora e fazê-la ter melhores resultados no mercado? Pensando neste assunto, separamos algumas dicas para que você possa obter maior destaque e aumentar suas negociações de maneira prática. Acompanhe!

Como aumentar as vendas em 5 passos


1. Use ferramentas de cotação online

Esta é uma excelente dica para as transportadoras que desejam aumentar o número de cotações e consequentemente impulsionar as vendas. Consiste basicamente em afiliar-se a uma plataforma online onde os clientes (embarcadores) irão solicitar cotações de fretes e o site por sua vez, irá cruzar as informações fornecidas pelos usuários com os dados das transportadoras cadastradas.
Com isso, este recurso pode trazer vantagens aos transportador como: diversificação de clientes, redução de gastos com marketing, velocidade para cotação de fretes e maior fechamento de negociações. Alguns exemplos de plataformas são:
  • www.cargobr.com.br
  • www.fretecenter.com.br
  • www.multicarreto.com.br
  • www.olhaofrete.com.br

2. Cadastre-se em uma plataforma para contratação de autônomos


Assim como as plataformas de cotação de frete online, existem também ferramentas para que o embarcador possa encontrar facilmente transportadores autônomos. Neste caso, o embarcador cadastra seu frete, e a plataforma se encarregará de disponibilizar propostas aos transportadores mais viáveis para efetuar o transporte.
Este tipo de plataforma também é útil para frete de retorno, já que possibilita que os caminhões não voltem vazios para seus pontos de partida. Além disso, este recurso também é muito indicado para transportadoras que desejam terceirizar seus serviços, optando pela contratação de transportadores autônomos. Alguns exemplos são:
  • www.fretebras.com.br
  • www.fretenamao.com.br
  • www.truckpad.com.br
  • www.sontracargo.com.br
  • www.uship.com/br
  • www.smsfretes.com.br
  • www.tepegonavolta.com.br

3. Anuncie em catálogo de transportadores


Semelhante às listas telefônicas ou revistas comerciais, onde as empresas anunciam seus produtos e serviços, os catálogos de transportadores também são ótimos recursos para aumentar a visibilidade da empresa.
Além de edições impressas, atualmente este recurso é muito difundido online, onde as transportadoras podem divulgar seus serviços junto a outras empresas do ramo logístico em páginas semelhantes a murais de anúncios. Alguns exemplos deste recurso são:
  • www.transvias.com.br
  • www.temfrete.com
  • www.guiabrasileirodetransporte.com

4. Invista em marketing digital


Outra maneira de impulsionar as vendas de uma transportadora é investir em estratégias de marketing digital. Neste caso, para conquistar mais vendas, é preciso ir além do tradicional site que a empresa possua. Desta forma, alguns recursos são recomendados:
  • Desenvolva opções para cotação online em tempo real no website da transportadora;
  • Invista em publicidade segmentada optando pelo Google Adwords ou Facebook Ads;
  • Promova o marketing da empresa por meio das redes sociais;
  • Utilize campanhas de e-mail marketing;

5. Amplie o networking


Quem deseja impulsionar as vendas de uma transportadora, sabe que esperar pelos clientes pode ser um grande erro. Neste caso, outra maneira eficiente para aumentar as vendas é simplesmente buscar a expansão do network da empresa. Para esta dica, é possível adotar as seguintes práticas:
  • Esteja presente em eventos feiras de comerciantes e potenciais clientes;
  • Tenha algo a oferecer ao seu público-alvo (brindes, informativos, descontos especiais, entre outros atrativos);
  • Desenvolva parcerias;
  • Estabeleça troca de contato com seus atuais clientes que também possuem empresas; 

Aumentar as vendas pode ser um dos grandes desafios para as empresas de transporte de cargas, já que em meio a um mercado competitivo, existe ainda a necessidade de investir no marketing para ampliar a marca da empresa e conquistar novos clientes.

Mas como foi visto, é possível contar com recursos práticos, baratos ou até mesmo gratuitos, para promover a marca da transportadora, atrair novos clientes e consequentemente aumentar as negociações.

Portanto, seja para quem já atua no segmento de transporte de cargas ou para quem deseja ingressar neste setor, vale a pena ficar atento a estas dicas que poderão promover grandes diferenciais para a sua transportadora.


Gostou das ferramentas? E você, o que faz para impulsionar as vendas em sua transportadora? Compartilhe conosco nos comentários:

Saiba analisar a relação Frete x Valor de Mercadoria no transporte de cargas

Para a formação de preços de produtos, as empresas adotam diversos parâmetros para chegar a um valor final a ser disponibilizado aos consumidores. Dentre estes parâmetros é possível destacar os custos logísticos, sendo que estes representam uma parcela significativa do preço final do produto.
Desta forma, as transportadoras devem identificar a necessidade de seus embarcadores a fim de saber avaliar a relação entre o frete e valor da mercadoria no transporte de cargas já que este é essencial para precificar produtos da maneira adequada, mantendo a lucratividade e competitividade da empresa.

Custos Logísticos x Preço do Produto

Os custos logísticos são representados por todas as despesas relacionadas à logística da empresa, como por exemplo: armazenagem, transporte, embalagem, inventário, controle operacional, entre outros.
Dentre os custos logísticos é possível destacar o custo de transporte como sendo o principal deles, já que representa mais da metade de todo o custo. Para ter uma ideia da importância destes custos, basta observamos as empresas de distribuição de combustíveis, onde somente o valor do transporte pode representar cerca de duas ou três vezes o seu lucro.
Com isso, é preciso avaliar a importância que os custos logísticos representam para a precificação final dos produtos. Desta forma, cabe às transportadoras, analisarem o perfil de seus clientes, observando a importância que o frete possuirá para o valor final dos produtos bem como a sua competitividade.

Competitividade e Transporte

A competitividade é comumente vista como uma simples concorrência de preços, porém, também deve ser medida pelo nível de qualidade de serviço. Empresas que comercializam produtos de baixo valor desejam que as transportadoras ofereçam fretes mais baixos, já que a competitividade no produto seria significativamente afetada com um frete elevado. Desta forma, o valor do frete tende a ser mais valorizado.
Por outro lado, quando as empresas comercializam produtos de valor elevado, como é o caso da indústria de eletroeletrônicos, o valor do frete no geral deve ter uma participação pequena no valor do produto, ou seja, a qualidade do serviço tende a ser mais valorizada pelos embarcadores.
Em outras palavras, é possível destacar que produtos de baixo valor no geral devem possuir um frete baixo (alta participação do frete) para obter maior competitividade e produtos de alto valor terão como maior relevância, a qualidade do serviço de frete (baixa participação do frete).
Um simples exemplo a ser citado, seria uma loja virtual que comercializa camisetas, logo, se o frete for alto, o produto tende a ser desvalorizado. Em outro cenário temos, por exemplo, uma loja de móveis e eletrodomésticos. Neste caso, o preço de frete não possui tanta relevância, já que o maior interesse do embarcador é que a mercadoria seja entregue com agilidade, segurança e qualidade.

Papel dos transportadores

Em meio a um cenário onde os custos logísticos possuem grande relevância para a precificação dos produtos em diversos setores, cabe às transportadoras também avaliar as características de seus clientes para atender as suas necessidades e demandas, de modo a apresentar preços e condições adequadas a cada tipo de produto transportado, para garantir uma melhor competitividade de seus clientes.
Sendo assim, é importante que o transportador conheça o tipo de segmento de seus clientes, a fim de avaliar o nível de relevância que o preço do frete terá para o preço final do produto.

E você, ainda tem dúvidas sobre a análise da relação frete x valor da mercadoria no transporte de cargas? Deixe seu comentário abaixo!

Veja também nosso post com os tipos de tarifa que sua transportadora pode usar para cobrar pelo serviço!

9 fontes de vantagem competitiva para os transportadores de carga

Crescer, lucrar e se destacar no mercado são apenas alguns dos principais objetivos que devem ser perseguidos o tempo todo por qualquer transportadora. Afinal, a concorrência também está atrás deles. Hoje, existem inúmeras maneiras de alcança-los. Seja através de ferramentas ou ações internas externas, a regra é apenas uma: ganhar vantagens competitivas. E embora seja uma premissa simples, muitos gestores ainda encontram dificuldades para reconhece-las. Para ajudá-lo nesta importante tarefa, separamos as principais fontes de vantagens competitivas dos operadores logísticos:


9 fontes de vantagens competitivas

1. Inovação tecnológica

Ao agregar tecnologias inovadoras em seus serviços de transporte, a empresa conseguirá eliminar o uso de métodos manuais, otimizar o fluxo de informações, reduzir custos operacionais, obter resultados mais satisfatórios e minimizar os limites de tempo de resposta ao mercado.
E uma dessas tecnologias é o sistema de monitoramento de embarques e entregas via web ou celular, que dá ao cliente a possibilidade de verificar o status da entrega do seus pedidos em tempo real, sem precisar contatar o fornecedor ou a transportadora. Com essa transparência, a empresa ganhará uma maior credibilidade com seus clientes, que certamente voltarão a fazer negócios.

2. Serviços de baixo custo

A melhor organização da estrutura interna da empresa, bem como a maior flexibilidade das atividades, a integração vertical para a frente ou para trás e a utilização de técnicas modernas nos processos de serviço, garantem à ela serviços mais baratos e de qualidade, que certamente manterão sua competitividade.
Em trechos de longa distância, a transportadora pode contratar outra para realizar o percurso inicial, intermediário ou final do transporte. Também é possível incluir uma terceira empresa para realizar um trecho intermediário ou contratar apenas uma para realizar o transporte da carga desde a origem até o destino. Dessa forma, os custos são reduzidos e maiores lotes são transportados em viagens unificadas e em menos veículos.

3. Maior atuação

Atuando em várias regiões, a transportadora consegue disponibilizar serviços melhores e mais rápidos à seus clientes, evitar prejuízos com transportes “congelados” e manter um fluxo de caixa sempre positivo em qualquer época do ano.
Através de uma parceria com uma ou mais empresa, a transportadora consegue expandir sua área de atendimento sem ter que ampliar sua área de rodagem, além de reduzir o valor dos preços praticados e garantir a efetividade do serviço.

4. Marketing eficaz

Através do reconhecimento das necessidades do mercado e do fornecimento de serviços adequados ao perfil dos seus clientes, a empresa manterá uma vantagem competitiva. Ações de marketing para promover os serviços logísticos e uma central de atendimento ao cliente para reclamações também são necessárias para que ela aumente sua visibilidade no mercado.
Ao concentrar seus esforços de marketing no reforço da fidelidade dos clientes, por meio de estratégias de retenção, a transportadora fará com que seus clientes apreciem seus serviços e relacionamento, aumentando assim a lucratividade das operações.

5. Reputação da marca

Quando uma marca é consolidada, ela não requer caras ações de marketing, pois já possui clientes fidelizados. Além disso, ela distingue os seus serviços daqueles prestados por outras transportadoras, os tornando únicos no mercado.
Ao oferecer ao cliente um aplicativo móvel que mostra informações instantâneas sobre o transporte de sua carga com a transmissão automática das informações, bem como a foto da situação da mercadoria, a transportadora consegue fideliza-lo e torna-lo fiel à marca, aumentando assim a sua reputação.

6. Prestação de serviços diferenciados

Para se destacar entre as demais, a empresa precisa oferecer serviços diferenciados que vão além do transporte de cargas e manter esforços em nichos de mercado ou canais de distribuição particulares.
Ao garantir entregas mais frequentes, com lotes reduzidos e qualidade superior, por exemplo, ela criará uma atividade diferenciada de seus concorrentes. Assim, terá um posicionamento único e valioso para seus clientes.

7. Gestão de talentos

Para a companhia ganhar vantagens competitivas, ela precisa montar um banco de talentos com ótimos colaboradores que sejam capacitados, motivados e bem treinados e estejam alinhados com os propósitos da empresa e engajados para o cumprimento de metas.
Logo, o modelo Service Profit Chain é o “ponto de partida” para o aumento da produtividade e dos resultados gerais da transportadora. Através de treinamentos intensivos, recompensas adequadas, disponibilização de melhores ferramentas de trabalho, remunerações atraentes e reconhecimento frequente, ela conseguirá fazer com que seus colaboradores melhorem a qualidade dos serviços internos e cumpram objetivos.

8. Conhecimento sobre o mercado

A obtenção de informações sobre o mercado, bem como de empresas concorrentes e clientes, é essencial para que os gestores compreendam as necessidades e características dos mesmos e elaborem uma vantagem competitiva para a empresa.

9. Menor tempo de reação

Para aumentar a sua competitividade, a transportadora precisa ter a capacidade de reagir rapidamente às mudanças impostas pelo mercado e assegurar a sua flexibilidade e reputação através de sua atuação em longo prazo.
Mas para se manterem no mercado, elas precisam seguir os avanços tecnológicos, eliminar investimentos dispendiosos e disponibilizar serviços mais seguros, continuados e integrados por meio da cloud computing e da modalidade de serviço SaaS (Software as a Service).


Quais dessas fontes de vantagens competitivas você já utiliza em sua transportadora? Conte para a gente nos comentários!

Série: Como criar uma empresa de Transporte de Cargas - Estratégias


Assim como em qualquer outra área de atuação, quem pretende ingressar no mercado logístico deve estar preparado para as principais exigências, custos e operações necessárias neste setor.
Desta forma, quando se deseja montar uma empresa de transportes de cargas, é preciso definir estratégias que vão desde conhecer o mercado de atuação e até mesmo saber os custos de investimentos necessários. Pensando neste assunto, separamos a seguir alguns fatores essenciais referentes às definições estratégicas, para serem avaliados na criação de uma transportadora. Acompanhe!

Definições Estratégicas para abrir uma empresa de Transporte de Cargas

Foco de mercado

O primeiro passo para quem deseja montar uma transportadora, é avaliar o seu foco de mercado. Em outras palavras, é preciso saber como será o tipo de serviço a ser disponibilizado ao público-alvo. Neste caso, alguns exemplo são:
  • Foco no mercado Nacional;
  • Foco no mercado Internacional;
  • Transporte de produtos perecíveis;
  • Encomendas expressas, entre outros.
  • Mudanças residências;

Área de atuação

Outro fator essencial para se montar uma empresa de transporte de cargas, está em definir a área de atuação, ou seja, a área geográfica onde a transportadora irá atuar.
Para esta escolha, é preciso avaliar não só as oportunidades de cada região, mas também as condições de investimentos em frotas, armazéns e demais fatores necessários para abranger uma determinada área.

Perfil de operação

A escolha do perfil de atuação também é um fator muito importante para quem deseja montar uma transportadora, já que por meio desta definição é possível dar continuidade com os demais fatores necessários.
Nesta fase é preciso definir se a transportadora irá realizar transporte rodoviário carga fechada, transporte rodoviário carga fracionada, transporte de containers, cargas expressas, carga líquida, carga química, grãos, entre outros. Desta forma esta decisão auxiliará na escolha de frotas e demais fatores estratégicos.

Perfil da carga

Uma vez conhecendo o foco de mercado e o perfil das operações de transporte, é necessário avaliar o tipo de carga a ser transportada, já que por meio desta avaliação será possível conhecer o tipo de frota adequada para as operações, os tipos de seguros mais comuns a serem contratados e até mesmo o perfil da equipe a ser criada para gerenciar os processos do transporte.
Para esta fase, é necessário listar os tipos de cargas que a empresa estará apta a transportar como, por exemplo: eletro eletrônico, insumos para indústria, agronegócio, alvenaria, produtos químicos, cargas de alto valor, entre outros.

Pacote de Serviços

Outro fator importante a ser decidido, é o pacote de serviços que serão disponibilizados aos clientes. Com isso, além do transporte de cargas, o empresário poderá disponibilizar outros serviços como:
  • Armazenagem
  • Paletização
  • Crossdocking
  • Descarga de mercadorias
  • Operação in house (na sede do cliente),
  • Armazenagem estática (com níveis de temperatura, conforme a necessidade do cliente);

Frota própria ou transportadores autônomos

Após definir o foco de mercado e conhecer o perfil dos produtos a serem transportados, o empresário deve definir se irá adquirir uma frota própria ou se irá terceirizar o serviços por meio de transportadores autônomos.
Nesta fase é preciso avaliar o custo-benefício de cada opção, já que ambas possuem suas vantagens e desvantagens. Se por um lado é possível manter a padronização e controle de equipe por meio de uma frota própria, por outro lado existe o quesito financeiro, já que obter uma frota própria tende a gerar custos para a aquisição e manutenção.
De qualquer forma, quem pretende atuar com a mão de obra autônoma, é preciso avaliar que existirão algumas vantagem como diminuir custos com a estrutura organizacional e ativos fixos, porém também haverá desvantagens como perda de autonomia e baixo controle sobre os transportadores contratados.

Investimento/infra-estrutura necessária

Ao conhecer as premissas necessárias para montar uma transportadora, o empresário deverá listar todos os investimentos essenciais para a formalização da empresa. Nesta fase, alguns itens serão indispensáveis como, por exemplo:
  • Investimento em frota (caso decida por ter uma frota própria);
  • Área para armazenar mercadorias e consolidar cargas, podendo ser locadas ou compradas pela empresa;
  • Contratações de profissionais para os diversos setores da empresa (motoristas, gestores, vendedores, assistentes administrativos, entre outros);
  • Infraestrutura (mobília, computadores, balanças e demais itens);
  • Sistemas de gerenciamento da transportadora (Acompanhamento em tempo real, TMS, WMS, Sistema de Roteirização, entre outros).

Através das dicas de hoje foi possível conhecer os principais quesitos a serem analisados por quem pretende montar uma empresa de transporte de cargas.
Deste modo, assim como em qualquer outro segmento, é preciso conhecer inicialmente a área de atuação, o público da empresa e os tipos de serviços a serem prestados. Após definir estes fatores, é essencial realizar o levantamento dos custos necessários para a abertura e manutenção da empresa, para que o empresário conheça as suas condições de investimento.

Gostou da dica? Continue acompanhando a série: "Como criar uma empresa de Transporte de Cargas?"
Confira também nosso post explicando a importância da pesquisar e planejar bem antes de abrir uma empresa de transportes!

Sistema de Otimização de Carregamento: como ele ajuda sua transportadora?



Sendo uma frota privada ou dedicada, o objetivo é sempre o mesmo: entregar os produtos no tempo hábil e com um custo mínimo. Para isso, é preciso criar planos operacionais que ajudem na otimização de carga, janelas de tempo de entrega, planejamento de rotas etc. É aí que um bom sistema de otimização de carregamento entra: uma ferramenta que permite melhorar os resultados com transporte e distribuição e que pode ajudar muito sua empresa.

O software torna o processo mais automatizado e assertivo, na medida que libera os gestores para se dedicar ao planejamento. Já que as atividades táticas estão parametrizadas, o processo está desenhado. Em resumo, um Sistema de Otimização de Carregamento é uma solução tecnológica utilizada para carregar as caixas, palets ou fardos de produtos dentro de um veículo ou de um container de forma a maximizar a utilização do espaço.

As principais funcionalidades de um sistema de otimização de carregamento

A seguir, veja as principais funcionalidades que um bom sistema de otimização de carregamento deve contemplar:

Cálculos para planejamento da carga

Ao informar quantidades, pesos, centimetragem etc., o sistema ajuda a fazer o planejamento do espaço utilizado. Com isso, fica mais fácil decidir, por exemplo, em qual veículo a carga deve ser alocada.

Cálculos de custeio

Ao parametrizar os custos médios cobrados por transportadoras parceiras, é possível verificar por meio do sistema quanto custará a carga que deve ser expedida antes mesmo de fazer a contratação.  A partir daí, o transportador consegue ser mais assertivo na negociação.

Visualização 3D do plano de carga

Há soluções que oferecem uma visualização em 3 dimensões da carga dentro do caminhão. É como se fosse um simulador gráfico, onde o gestor pode simular a disponibilização das cargas. Uma funcionalidade eficiente na hora de pensar o que deve entrar primeiro no caminhão, por exemplo, considerando o que deve ser entregue antes nas várias paradas planejadas (diferentes clientes ou centros de distribuição, entre outras).

Relatórios gerenciais

Com base nos dados incorporados na solução, é possível acessar o histórico, gerar e visualizar relatórios referentes aos carregamentos para conferências, planejamento e tomadas de decisão.

Benefícios que os sistemas de otimização de carregamento oferecem aos transportadores


À medida que tornam o planejamento e a execução dos carregamentos mais estratégicos e previsíveis, os sistemas de otimização de carregamento oferecem mais competitividade às transportadoras. Há ainda alguns benefícios que podem ser listados:

Controle de custos

Ao saber exatamente quais veículos devem ser utilizados, bem como as melhores opções de recipientes, o gestor de transporte consegue ter previsibilidade e planejamento em seus custos. Além disso, ganha tempo e otimiza a operação, o que traz retornos financeiros.

Economia de tempo

Boa parte da demora ao fazer um carregamento se deve pela falta de planejamento prévio. Com um bom software de otimização de carregamento, além deste planejamento ser mais rápido, na hora de subir a mercadoria para o veículo, a equipe já sabe para onde vai cada grupo de mercadoria.   

Melhorias na produtividade

Um carregamento bem planejado tende a ser melhor executado e em menos tempo. Logo, a equipe se torna mais produtiva e executa seu trabalho com mais qualidade.

Sua transportadora já conta com um sistema de otimização de carregamentos? Deixe seu comentário!

NFS ou CT-e: qual documento certo para não ter prejuízo com impostos errados?


A complexidade da legislação tributária brasileira exige muito cuidado por parte das empresas, pois qualquer erro pode acarretar prejuízo financeiro pelo pagamento indevido de impostos e até multas e processos judiciais. E é justamente sobre isso que vamos falar neste post; apresentando quando emitir Nota Fiscal de Serviço ou Conhecimento de Transporte Eletrônico, evitando assim gastos desnecessários.

Um dos erros mais frequentes é a emissão de Nota Fiscal de Serviço em operações de transporte em grandes centros urbanos. Por exemplo, Transportadores de Cargas do Município de Recife que realizam embarques destinados a municípios adjacentes, como Olinda, Jaboatão dos Guararapes, entre outros, comumente realizam emitem a NFS ao invés do Conhecimento de Transporte Eletrônico. Como em quase todos as unidades federativas não há tributação de ICMS para operações de transportes realizadas dentro do estado e há a tributação de ISS para operações de transporte intramunicipais, este erro pode representar um aumento de até 5% no valor do serviço de transporte.

Para começar, é preciso entender que o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incide sobre transportes intermunicipais. Ou seja, sempre que a empresa transportar mercadorias de um município para outro há a incidência de ICMS, consequentemente, o documento fiscal que registra esta operação é o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CTe).

Já quando se trata de operações intramunicipais, ou seja, dentro do mesmo município, há incidência de imposto sobre serviços de qualquer natureza, o ISS. O documento fiscal que deve ser emitido é a nota fiscal de serviço (NFS), podendo ser eletrônica (NFS-e) ou não, dependendo das regras de cada município.

Veja mais detalhes sobre os dois tipos de documentos fiscais:

Quando emitir Conhecimento de Transporte Eletrônico:

O Conhecimento de Transporte Eletrônico (CTe) é um documento eletrônico que substitui alguns documentos fiscais como: conhecimentos de transporte rodoviário e aquaviário de cargas, conhecimento aéreo, nota fiscal de serviço de transporte ferroviário de cargas, entre outros.

O principal objetivo do CTe é documentar a prestação de serviços de transportes, cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e a Autorização de Uso fornecida pela administração tributária do domicílio do contribuinte.

Tabela de alíquotas de ICMS Brasil no final do post.

Quando emitir Nota Fiscal de Serviço:

Já a Nota Fiscal de Serviços (NFS-e) é, de acordo com a Receita Federal, “um documento de existência digital, gerado e armazenado eletronicamente em Ambiente Nacional pela RFB, pela prefeitura ou por outra entidade conveniada, para documentar as operações de prestação de serviços”.

O principal objetivo da NFS-e é a padronização e melhora da qualidade das informações, evitando impressão e armazenamento de documentos em papel, bem como o extravio das informações.

Tabela de alíquota de ISS aplicável para os não optantes do regime simples nacional:

Alíquota
Observação
Mínima 2%
e a Máxima 5%
Cada município é livre para estipular as alíquotas de ISS, respeitando a mínima e a máxima.

Subcontratado

Definição

Considerando o disposto no Convênio SINIEF 06/1989, entende-se por subcontratação de serviço de transporte a operação firmada na origem da prestação do serviço, por opção do prestador de serviço de transporte em não realizar o serviço por meio próprio. Ou seja, uma transportadora é contratada para realizar o serviço de transporte, mas subcontrata uma outra para realizar todo o percurso. Portanto, na subcontratação, fica a empresa subcontratada responsável pelo transporte da mercadoria em todo o seu trajeto, ou seja, desde a saída do estabelecimento remetente até o destinatário final.

Responsabilidade pelo Recolhimento do ICMS e Emissão do Documento Fiscal

No tocante ao recolhimento do imposto, a responsabilidade pelo recolhimento do ICMS recai à transportadora contratante, cujo valor deve ser destacado no Conhecimento de Transporte Rodoviário de Carga por ela emitido.


Transportadores Optante pelo Regime SIMPLES NACIONAL

Transportadoras optantes pelo simples nacional tem uma única alíquota referente a todos os impostos que é calculado com base na receita bruto, abaixo tabela para exemplificar:

TABELA DO SIMPLES NACIONAL
Tabela A ­ Transportes intermunicipais e interestaduais de cargas sem substituição tributária
(vigência: a partir de 01/01/2012)

Receita Bruta Total em 12 meses (R$)
Alíquota
IRPJ
CSLL
COFINS
Pis/Pasep
INSS
ICMS
Até 180.000,00
5,25%
0,00%
0,39%
1,19%
0,00%
2,42%
1,25%
De 180.000,01 a 360.000,00
7,28%
0,00%
0,54%
1,62%
0,00%
3,26%
1,86%
De 360.000,01 a 540.000,00
9,09%
0,48%
0,43%
1,43%
0,35%
4,07%
2,33%
De 540.000,01 a 720.000,00
10,03%
0,53%
0,53%
1,56%
0,38%
4,47%
2,56%
De 720.000,01 a 900.000,00
10,11%
0,53%
0,52%
1,58%
0,38%
4,52%
2,58%
De 900.000,01 a 1.080.000,00
11,01%
0,57%
0,57%
1,73%
0,40%
4,92%
2,82%
De 1.080.000,01 a 1.260.000,00
11,12%
0,59%
0,56%
1,74%
0,42%
4,97%
2,84%
De 1.260.000,01 a 1.440.000,00
11,24%
0,59%
0,57%
1,76%
0,42%
5,03%
2,87%
De 1.440.000,01 a 1.620.000,00
12,01%
0,63%
0,61%
1,88%
0,45%
5,37%
3,07%
De 1.620.000,01 a 1.800.000,00
12,13%
0,63%
0,64%
1,89%
0,45%
5,42%
3,10%
De 1.800.000,01 a 1.980.000,00
13,31%
0,69%
0,69%
2,07%
0,50%
5,98%
3,38%
De 1.980.000,01 a 2.160.000,00
13,47%
0,69%
0,69%
2,09%
0,50%
6,09%
3,41%
De 2.160.000,01 a 2.340.000,00
13,65%
0,71%
0,70%
2,10%
0,50%
6,19%
3,45%
De 2.340.000,01 a 2.520.000,00
13,83%
0,71%
0,70%
2,13%
0,51%
6,30%
3,48%
De 2.520.000,01 a 2.700.000,00
13,99% 
0,72%
0,70%
2,15%
0,51%
6,40%
3,51%
De 2.700.000,01 a 2.880.000,00
15,67%
0,78%
0,76%
2,34%
0,56%
7,41%
3,82%
De 2.880.000,01 a 3.060.000,00
15,83%
0,78%
0,78%
2,36%
0,56%
7,50%
3,85%
De 3.060.000,01 a 3.240.000,00
16,01%
0,80%
0,79%
2,37%
0,57%
7,60%
3,88%
De 3.240.000,01 a 3.420.000,00
16,18%
0,80%
0,79%
2,40%
0,57%
7,71%
3,91%
De 3.420.000,01 a 3.600.000,00
16,37%
0,81%
0,79%
2,42%
0,57%
7,83%
3,95%

Tabela B – Transportes intermunicipais e interestaduais de cargas com substituição tributária 

(vigência: a partir de 01/01/2012) 

Receita Bruta Total em 12 meses (R$)
Alíquota
IRPJ
CSLL
COFINS
Pis/Pasep
INSS
ICMS
Até 180.000,00
4,00%
0,00%
0,39%
1,19%
0,00%
2,42%
0%
De 180.000,01 a 360.000,00
5,42%
0,00%
0,54%
1,62%
0,00%
3,26%
0%
De 360.000,01 a 540.000,00
6,76%  
0,48%
0,43%
1,43%
0,35%
4,07%
0%
De 540.000,01 a 720.000,00
7,47%
0,53%
0,53%
1,56%
0,38%
4,47%
0%
De 720.000,01 a 900.000,00
7,53%
0,53%
0,52%
1,58%
0,38%
4,52%
0%
De 900.000,01 a 1.080.000,00
8,19%
0,57%
0,57%
1,73%
0,40%
4,92%
0%
De 1.080.000,01 a 1.260.000,00
8,28%
0,59%
0,56%
1,74%
0,42%
4,97%
0%
De 1.260.000,01 a 1.440.000,00
8,37%
0,59%
0,57%
1,76%
0,42%
5,03%
0%
De 1.440.000,01 a 1.620.000,00
8,94%
0,63%
0,61%
1,88%
0,45%
5,37%
0%
De 1.620.000,01 a 1.800.000,00
9,03%
0,63%
0,64%
1,89%
0,45%
5,42%
0%
De 1.800.000,01 a 1.980.000,00
9,93%
0,69%
0,69%
2,07%
0,50%
5,98%
0%
De 1.980.000,01 a 2.160.000,00
10,06%
0,69%
0,69%
2,09%
0,50%
6,09%
0%
De 2.160.000,01 a 2.340.000,00
10,20%
0,71%
0,70%
2,10%
0,50%
6,19%
0%
De 2.340.000,01 a 2.520.000,00
10,35%
0,71%
0,70%
2,13%
0,51%
6,30%
0%
De 2.520.000,01 a 2.700.000,00
10,48%
0,72%
0,70%
2,15%
0,51%
6,40%
0%
De 2.700.000,01 a 2.880.000,00
11,85%
0,78%
0,76%
2,34%
0,56%
7,41%
0%
De 2.880.000,01 a 3.060.000,00
11,98%
0,78%
0,78%
2,36%
0,56%
7,50%
0%
De 3.060.000,01 a 3.240.000,00
12,13%
0,80%
0,79%
2,37%
0,57%
7,60%
0%
De 3.240.000,01 a 3.420.000,00
12,27%
0,80%
0,79%
2,40%
0,57%
7,71%
0%
De 3.420.000,01 a 3.600.000,00
12,42%
0,81%
0,79%
2,42%
0,57%
7,83%
0%

Tabela C – Transportes municipais (intramunicipal) de cargas com ISS a ser retido conforme faturamento 

(vigência: a partir de 01/01/2012) 

Receita Bruta Total em 12 meses (R$)
Alíquota
IRPJ
CSLL
COFINS
Pis/Pasep
INSS
ICMS
Até 180.000,00
4,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
4,00%
2%
De 180.000,01 a 360.000,00
5,42%
0,00%
0,00%
1,42%
0,00%
4,00%
3%
De 360.000,01 a 540.000,00
6,76%  
0,48%
0,43%
1,43%
0,35%
4,07%
4%
De 540.000,01 a 720.000,00
7,47%
0,53%
0,53%
1,56%
0,38%
4,47%
4%
De 720.000,01 a 900.000,00
7,53%
0,53%
0,52%
1,58%
0,38%
4,52%
4%
De 900.000,01 a 1.080.000,00
8,19%
0,57%
0,57%
1,73%
0,40%
4,92%
4%
De 1.080.000,01 a 1.260.000,00
8,28%
0,59%
0,56%
1,74%
0,42%
4,97%
4%
De 1.260.000,01 a 1.440.000,00
8,37%
0,59%
0,57%
1,76%
0,42%
5,03%
4%
De 1.440.000,01 a 1.620.000,00
8,94%
0,63%
0,61%
1,88%
0,45%
5,37%
5%
De 1.620.000,01 a 1.800.000,00
9,03%
0,63%
0,64%
1,89%
0,45%
5,42%
5%
De 1.800.000,01 a 1.980.000,00
9,93%
0,69%
0,69%
2,07%
0,50%
5,98%
5%
De 1.980.000,01 a 2.160.000,00
10,06%
0,69%
0,69%
2,09%
0,50%
6,09%
5%
De 2.160.000,01 a 2.340.000,00
10,20%
0,71%
0,70%
2,10%
0,50%
6,19%
5%
De 2.340.000,01 a 2.520.000,00
10,35%
0,71%
0,70%
2,13%
0,51%
6,30%
5%
De 2.520.000,01 a 2.700.000,00
10,48%
0,72%
0,70%
2,15%
0,51%
6,40%
5%
De 2.700.000,01 a 2.880.000,00
11,85%
0,78%
0,76%
2,34%
0,56%
7,41%
5%
De 2.880.000,01 a 3.060.000,00
11,98%
0,78%
0,78%
2,36%
0,56%
7,50%
5%
De 3.060.000,01 a 3.240.000,00
12,13%
0,80%
0,79%
2,37%
0,57%
7,60%
5%
De 3.240.000,01 a 3.420.000,00
12,27%
0,80%
0,79%
2,40%
0,57%
7,71%
5%
De 3.420.000,01 a 3.600.000,00
12,42%
0,81%
0,79%
2,42%
0,57%
7,83%
5%


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