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Quais os principais erros das transportadoras ao montar a tabela de fretes?

Calcular o preço de um serviço de transporte não é uma tarefa muito fácil. Principalmente ao nos depararmos com diferentes modais rodoviários que existem no transporte de cargas brasileiro. Cada tipo de modal ocasiona um recebimento de cargas diariamente, com orçamentos diferenciado a cada serviço prestado, denominando-se tabela de fretes. Toda tarifa de transporte compõe-se de várias taxas a serem calculadas. 


1) Cobrança pelo peso e não pelo peso cubado


Muitas vezes o transportador calcula a carga pelo peso e não pelo volume que a mercadoria iria ocupar no veículo (peso cubado). É preciso atenção ao montar o cálculo na tabela. O cálculo errado gera perdas de lucro e prejuízos financeiros à transportadora.


2) Não cobrar taxas especificas para dificuldade de percurso


Ao longo das entregas o transportador poderá se deparar com algumas surpresas de percurso como: estradas esburacadas, tempo gasto na espera de entrega de mercadorias e até mesmo risco de assalto. Todas essas dificuldades podem acontecer esporadicamente e é necessário a inclusão dessas taxas no cálculo de qualquer frete.


3) Não incluir ressalvas nas cláusulas de contratação do serviço


Incluir ressalvas na contratação de serviços com prazos e horários determinados ao contratante é de bastante importância para a qualidade do serviço. 


4) Se apegar ao índice IPCA


Um erro muito comum de transportadoras é avaliar somente o cálculo do frete do IPCA de acordo com a planilha de cada região, sem levar em consideração as oscilações no preço do combustível, por exemplo. É preciso estar atento para o cálculo ser baseado e incluído de acordo com as exigências do mercado.


5) Não cobrar ICMS de acordo com os tributos


O ICMS está passando por reformulações neste início de ano. É imprescindível para as transportadoras incluírem todos os tributos necessários em tabelas de frete, para que não ocorra imprevisto em cobrança de valores maiores dos impostos.


6) Preços e prazos desatualizados


É de grande importância as transportadoras manterem preços e prazos atualizados, para manter sua margem de lucro positiva. Tabelas desatualizadas afetam diretamente na qualidade do serviço prestado.

A tabela de preços é essencial para evitar possíveis falhas que geram prejuízo aos condutores a médio prazo. Um dos principais erros cometidos pela maioria das transportadoras é o cálculo do frete manual. 

Os erros citados podem provocar prejuízos de cunho financeiro no faturamento final, bem como, perda de clientes para concorrência. O cálculo correto do frete, implica em receber a mercadoria no tempo certo. Uma dica muito útil aos donos de transportadoras é implantar todas as negociações, fretes e cortesias, em ferramentas de cálculos automáticos que agilizam o trabalho dos empresários. 

A Hive.Cloud conta com softwares que possibilitam o cálculo automático do frete nas operações. Para mais informações acesse nosso site e teste gratuitamente nossa ferramenta.

O que muda no ICMS em 2016?

Em janeiro de 2016 entrou em vigor uma nova cobrança do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) criada através da Emenda Constitucional nº 87/2015. Esta nova alteração, estabeleceu novas regras de cobranças para vendas interestaduais, com a arrecadação do ICMS partilhado entre os estados de origem e destinatário da mercadoria. Antes da mudança, o estado de origem da venda, recolhia toda alíquota de ICMS.

A medida visa acabar com a chamada guerra fiscal entre os estados, prevê que, o processo será bem gradual e a diferença bastante significativa entre o ICMS apurado na alíquota interna e interestadual, que será, em 2016, de 60% na unidade de origem e 40% na de destino; em 2017, 40% na origem e 60% no destino; em 2018, 20% na origem e 80% no destino; em 2019, 100% recolhido no destino.

As empresas de pequeno porte que atuam no comércio eletrônico e adotam o Simples Nacional – com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões, terão mais dificuldade em adaptar-se às novas exigências, já que o cálculo será bem mais complexo. O empreendedor terá que calcular a diferença de alíquota entre o estado de origem e destino, além de se cadastrar nas secretarias da Fazenda de cada estado para onde vai vender.

Com a alta da inflação no país, a alíquota sobre o ICMS sofreu aumento em 20 estados, além do Distrito Federal. Acompanhar o aumento do imposto em cada estado é necessária atenção, pois variam conforme produto e região – significando que a mudança do valor total pago pelo consumidor poderá subir ou cair.


Para os empreendedores que necessitam de mais agilidade, a Hive.cloud disponibiliza ferramentas atualizadas com vigências requisitadas e plataformas com cálculos automáticos, que minimizam todo o processo burocrático das operações de transporte.